João Carlos vai fortalecer o governo de Beto na área do ensino superior

O professor João Carlos Gomes, reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, assume, às 15 horas de hoje, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, por convite do governador Beto Richa. É o primeiro reitor de nossa Universidade Estadual a virar secretário de Estado. É verdade que o professor Odeni Villaca Mongruel, que foi o segundo reitor de nossa Universidade Estadual, também foi secretário de Estado, mas em circunstância diversa. Deputado estadual, Odeni foi levado por Álvaro Dias para a Secretaria Especial da Habitação, em 87, quando Álvaro se elegeu governador do Estado, tendo ao final do governo, se transferido para a Secretaria do Trabalho e Assistência Social. Agora, o professor João Carlos Gomes renuncia ao seu terceiro mandato de reitor à frente da Universidade Estadual de Ponta Grossa para assumir a Secretaria do Ensino Superior do Estado. E o governador Beto Richa foi feliz na escolha, porquanto o professor João Carlos é um nome altamente qualificado para o cargo, eis que suas três históricas gestões à frente da UEPG constituem um marco no engrandecimento de nossa Universidade Estadual.

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O Márcio é o nome de Ponta Grossa para se revelar na política do Paraná

Já falamos no artigo anterior que Ponta Grossa, em matéria de desprestígio político, está para o Paraná, como o Paraná está para o Brasil.

Falando de Paraná, houve um tempo em que todo o ocupante do Palácio Iguaçu se considerava candidatável à Presidência da República. Ney Braga foi o que mais se aproximou do Palácio do Planalto, por ter sido o político de maior prestígio do Estado. Continuar a ler O Márcio é o nome de Ponta Grossa para se revelar na política do Paraná

CONVERSA DE “BRIMOS”

Parece mesmo que o governador paranaense não se entrosa ou não confia nos 30 deputados federais e três senadores que representam o Estado no Congresso Nacional. Esteve em Brasília e não chamou uma reunião da bancada do Estado para tratar de questão que se tivesse esse reforço teria mais impacto sobre as autoridades com quem se encontrou. Continuar a ler CONVERSA DE “BRIMOS”

O Márcio Pauliki é o nosso instrumento para uma ousadia histórica no ano que vem

Ponta Grossa, no campo político, está para o Paraná, como o Paraná está para o Brasil; ou seja, sem prestígio. Nós não temos voz, nem vez, no Paraná; e o Paraná nem tem voz, nem vez no Brasil. É verdade que, em termos de Paraná, temos três ministros na República – Gleisi Hoffmann, na Casa Civil; Paulo Bernardo, nas Comunicações; e Gilberto Carvalho, na Secretaria da Presidência da República. Ainda assim, não temos grandes obras, por aqui, que possam justificar a presença dos três ministros. Aliás, o governador Beto Richa vive se queixando da falta de apoio do governo federal. Também pudera, é um governador sem prestígio. Continuar a ler O Márcio Pauliki é o nosso instrumento para uma ousadia histórica no ano que vem

PEDÁGIO: AGORA VAI?

Para exigir o cumprimento dos contratos originais entre o governo do Estado e as concessionárias de pedágio, firmados em 1998, pelo então governador Jaime Lerner, uma Força-Tarefa foi criada oficialmente pelo Ministério Público Federal no Paraná. A partir desta semana ela sai do papel para iniciar suas atividades, com participação de membros do MPF de todo o Estado. Os procuradores da República no Paraná pretendem, além dos contratos iniciais, apurar também possíveis irregularidades nos aditamentos contratuais que acarretaram em supressão de investimentos e os chamados degraus tarifários. Continuar a ler PEDÁGIO: AGORA VAI?

MUITO PARA POUCOS

Também na repartição do bolo tributário entre os municípios existe desigualdade como na distribuição de renda entre a população. Metade dos recursos arrecadados no Paraná com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), será dividida apenas entre 20 cidades das 399 que o Estado tem. Do início até o final de 2013, dos R$ 4,58 bilhões em receitas do ICMS, R$ 2,296 bilhões serão repartidos entre estes 20, sendo que quase um terço (31,64%), divididos entre seis municípios da Região Metropolitana de Curitiba. Continuar a ler MUITO PARA POUCOS