As indicações técnicas de Marcelo estão melhores que as políticas

Em situação normal, a composição do secretariado do novo governo do prefeito Marcelo Rangel já deveria estar concluída e anunciada para a opinião pública. Afinal, faltam três dias para o início do novo governo. E seria desejável, como Continuar a ler As indicações técnicas de Marcelo estão melhores que as políticas

Edilson para Finanças e Mônica para a Assistência Social

O prefeito Marcelo Rangel, até por imposição das circunstâncias, deve completar o anúncio do secretariado do próximo governo no decorrer da última semana do ano, eis que, no domingo, dia 1º, estará assumindo, com pompa e circunstância, o Continuar a ler Edilson para Finanças e Mônica para a Assistência Social

Quem será o novo secretário da Saúde? Perguntem ao Dr. Zeca

Nesse quadro da formação do novo governo, ou de remanejamento de cargos, a novidade poderá estar na Secretaria Municipal da Saúde. Acontece que, contam figuras próximas ao prefeito Marcelo Rangel, que todos os cargos da Saúde Continuar a ler Quem será o novo secretário da Saúde? Perguntem ao Dr. Zeca

Marcelo assume sem poder reclamar de “herança maldita”

Na campanha eleitoral, no segundo turno, uma figura próxima ao prefeito Marcelo Rangel contava a um grupo de amigos: “Tenho duas notícias, uma ruim e outra boa”. Diante do pedido para revelar a ruim, por primeiro, falava: “A ruim é Continuar a ler Marcelo assume sem poder reclamar de “herança maldita”

A Odebrecht, que tanto roubou o Brasil, vai acabar prestando um serviço ao Brasil

O Brasil está passando por um processo de profunda reforma nos usos e costumes de seu povo. A corrupção, que virou cultura do povo brasileiro, está sendo ferida de morte, a despeito das reações do sindicato do crime, estabelecido Continuar a ler A Odebrecht, que tanto roubou o Brasil, vai acabar prestando um serviço ao Brasil

Mais um pouco, e Michel Temer vai pedir para encerrar a Lava Jato

A nova leva de citados pelos delatores da Lava Jato está tendo a mesma reação do pessoal do PT, de Lula e de Dilma. E, à frente de todos eles, o presidente Michel Temer, que, à beira de um precipício, chegou a remeter uma carta ao Continuar a ler Mais um pouco, e Michel Temer vai pedir para encerrar a Lava Jato

A delação do pessoal da Odebrecht não vai deixar pedra sobre pedra

A única diferença entre o pessoal do PT e o pessoal dos demais partidos políticos é que o povo do PT, sob a batuta de Lula e José Dirceu, agiu de forma horizontal, pensou que o poder era deles e, assim, se apossou de tudo o que podia e não Continuar a ler A delação do pessoal da Odebrecht não vai deixar pedra sobre pedra

Pobre país que depende de Renan para sustentar sua democracia!

 

Em abril deste ano, o ministro Marco Aurélio de Mello foi entrevistado no programa “Roda Viva”, da Teve Cultura. E o jornalista José Neumanne, do “Estadão”, ao fazer uma série de observações sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal, foi incisivo ao responder uma indagação do entrevistado: “Mas, você não acredita na Suprema Côrte de seu País?” E, sem pestanejar, Neumanne respondeu: “Não, não acredito!”.

Nesta quarta-feira, o ministro Marco Aurélio deve ter lembrado do grande jornalista do “Estadão” e concordado com ele, pois, a maioria dos ministros promoveu um espetáculo de contorcionismo jurídico para manter o senador Renan Calheiros, que desafiou o Supremo, pública e escandalosamente, no comando do Senado, diante da liminar do próprio Marco Aurélio que determinava o afastamento de Renan da presidência da
Casa. Diante da repercussão havida e diante de anúncios de preocupação do presidente Michel Temer e de seu governo com a decisão de Marco Aurélio em relação a Renan, foi propagado que estava em curso uma negociação com ministros do Supremo, de modo que Renan fosse penalizado, digamos assim, em doses homeopáticas de chá de hortelã – saindo da linha sucessória do presidente da República -, mas mantido no cargo de presidente do Senado. Com isso, a maioria dos ministros do Supremo desautorizou o ministro Marco Aurélio, desconheceu a arrogância e a agressão de Renan ao próprio Supremo, fazendo do réu senador um irônico vitorioso.

O ministro Marco Aurélio foi coberto de elogios pelos colegas ministros, mas na hora do voto houve um fatiamento, a metade menos importante para o colega da liminar e a metade mais significativa para o réu senador, para o senador que afrontou o Supremo, para o senador que humilhou o oficial de Justiça, para o senador que, coberto de razão agora, se considera o  sustentáculo da República. Uma vergonha!

Neumanne tem toda a razão, pois, como acreditar na Superama Corte do País, que passa a mão na cabeça de um senador, que tem doze denúncias no Supremo, de uma das quais virou réu, que, para se confrontar com a Operação Lava Jato, ressuscitou um projeto que abre espaço para punir juízes e investigadores e, agora, do alto de sua soberba de poder, está a comemorar a sua vingança em cima de um ministro do Supremo que se valeu da Lei e da Constituição para pedir o seu afastamento da presidência do Senado República.

É possível que os ministros que deram mão forte ao senador Renan Calheiros tenham agido em nome do Estado, diante de uma ameaça de agravamento da crise institucional. Entretanto, o ameaçador dessa crise não poderia jamais ser visto como a salvação do Estado brasileiro. Criador da ameaça de agravamento da crise, saiu da crise fortalecido, senhor da República e sustentáculo da Democracia do Brasil.

De outra parte, ficou um ministro do Supremo acabrunhado, de certa forma desautorizado no proceder corajoso que teve e preocupado com as consequências das artimanhas mirabolantes para salvar o senador Renan Calheiros. Isto é, salvar o pilar de sustentação da Democracia do Brasil…

Parabéns ao jornalista do Estadão José Nemanne, pois, parece mesmo que não dá para se acreditar na Suprema Côrte do nosso País.

 

 

Passeata de Ponta Grossa reuniu 300 pessoas. Mesmo número dos 300 do “sindicato do crime”

Uma cidade de quatrocentos mil habitantes não pode promover uma passeata contra a corrupção no País, colocando trezentas pessoas na rua. O fracasso da passeata – se a de Ponta Grossa servisse de referência nacional – conspira a favor Continuar a ler Passeata de Ponta Grossa reuniu 300 pessoas. Mesmo número dos 300 do “sindicato do crime”