Dilma, sem pudor, expõe desgoverno para negociar continuidade no cargo

O PT, não apenas banalizou a corrupção no Brasil, como costuma afirmar o senador Álvaro Dias, como banaliza, agora, o despudor em negociar ministérios com o declarado propósito de impedir um “impeachement” da presidente Dilma, pouco importando a natureza da gravidade da situação política do País. Continuar a ler Dilma, sem pudor, expõe desgoverno para negociar continuidade no cargo

O STF decepciona e envergonha as pessoas de bem com o tal fatiamento

O desfecho do mensalão, um pouco aquém do que seria o mais justo, só se deu, de forma positiva, pela presença de dois grandes ministros, que presidiram a corte, comprometidos, efetivamente, com a moralidade na administração pública, Ayres de Brito e Joaquim Barbosa. Continuar a ler O STF decepciona e envergonha as pessoas de bem com o tal fatiamento

Plauto deu o grito na hora certa. O povo não aguenta mais imposto

Os administradores públicos, do pequeno município ao presidente da República, passando pelos governadores estaduais, têm sabido cultivar suas irresponsabilidades administrativas com a simplicidade da imposição de mais cobrança de impostos, como se o povo fosse a fonte ilimitada de suas ilimitadas irresponsabilidades. Está aí o exemplo da presidente Dilma Rousseff, que quebrou o Brasil em seu primeiro governo Continuar a ler Plauto deu o grito na hora certa. O povo não aguenta mais imposto

Plauto, fiel aliado de Beto, mas mais fiel representante do povo, que Beto agride

O governador Beto Richa repete, no Paraná, o governo de Dilma Rousseff, no Brasil. Dilma quebrou o Brasil e, agora, quer que o brasileiro pague a conta de sua irresponsabilidade. Por aqui, Beto, de certa forma, quebrou o Paraná, e quer que o paranaense, que também é brasileiro, pague a conta de seu desgoverno. Continuar a ler Plauto, fiel aliado de Beto, mas mais fiel representante do povo, que Beto agride

Chega de impostos abusivos!

*Plauto Miró Guimarães Filho

 

Estou deputado na Assembleia do Paraná há sete mandatos. Sempre recebendo a confiança dos paranaenses, especialmente de Ponta Grossa e dos Campos Gerais.

Nunca mudei de região e me mantenho firme aos meus princípios e ideais.

Já fui eleito para ser situação e oposição. Busco a todo o tempo entender o recado dos eleitores e me esforço para cumprir a missão que tenho recebido. Jamais mudei de partido ou de lado porque acredito, porque sei quem represento.

Justamente por isso consegui, até com certa facilidade, exercitar o diálogo constante. Na oposição ou na situação, jamais fui radical. Tenho a obrigação de votar com minha consciência, dentro daquilo que considero certo e verdadeiro.

Tem sido assim ao longo dos anos.

Agora vivemos uma crise sem proporções. Crise de responsabilidade do governo federal, que gasta mais do que recebe. Que armou um estado inchado, pesado e ineficiente que está perdido em relação à gestão do país e não mais responde aos anseios da sociedade.

Quando a crise bateu em nossas portas fizeram de conta que não era conosco. Foi um tal de declarar que era uma “marolinha”. Tiveram até a pachorra, e os jornais registraram, de dar cátedra a governantes de outros países que diziam que o Brasil era maior que a própria crise. Porém, eles fizeram a lição de casa, cortaram na carne e saíram da turbulência, encorpados e mais fortes do que entraram. Já por aqui, a pequena onda era só uma blague ou um blefe. Nada fizeram e a marola virou tsunami.

A crise então se apresentou forte, afetando ricos e pobres, de todas as regiões do Brasil.

Diante do cáos, os governos estaduais precisaram fazer reformas tributárias, e aqui falo especificamente do Paraná. Paguei o preço e votei a favor das medidas de austeridade, diante da necessidade de evitar que acontecesse aqui o que os gaúchos, por exemplo, estão passando. Sabia que, se naquele instante, o governo não agisse, o Estado corria sérios riscos de quebrar.

Depois de aprovados os aumentos de impostos, senti conforto ao saber que o governo havia ajustado o caixa, projetando um bom superávit para 2016, com expectativa de novos investimentos.

Agora fomos todos nós surpreendidos com uma nova mensagem, o PL 662/15, proposta pelo secretário Estadual da Fazenda, aumentando novamente os impostos.

Eu havia alertado o governo do Estado de que a sociedade não aguenta mais estes aumentos. Mesmo assim a medida veio ao parlamento. Então ergui minha voz.

Era a força da experiência me dando respaldo para agir. Tanto que em seguida, as mais representativas entidades do Paraná, entre elas a OAB, a FIEP, FAEP, Ocepar, passando por tantos representantes do empresariado, dos setores produtivos, de empregados e trabalhadores, me entregaram um documento dizendo o mesmo: chega de tantos impostos. Xô CPMF!

Todos pagam impostos neste país independentemente da condição social. Uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem a devolução ideal em serviços públicos. Ninguém aguenta mais pagar tantos tributos nos âmbitos federal, estadual e municipal!

Chegamos a um ponto em que não se trata de ser situação ou oposição. A hora exige seriedade e respeito. Não é momento de aumentar mais impostos, sem a contrapartida do Estado de ao menos cortar despesas, um bom começo é reduzir ministérios.

Sei que alguns ainda consagram a máxima do dividir para governar. Para mim o momento exige união para sobreviver.

É preciso respeitar o antagonismo, abandonar velhas práticas, readquirir a confiança da população para seguir em frente.

Quem não entender isto vai ficar para trás.

Portanto, já disse uma vez e repito agora: xô, CPMF! Xô com os impostos abusivos.

Quem gera a riqueza deste País é a sua população.

 

*Plauto Miró Guimarães Filho, 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual pelo Democratas

Cada dia, Dilma puxa mais cem metros de corda para se enforcar

O Brasil está cansando de Dilma Rousseff, de Lula, do PT. O mês de agosto, que é tido como a época de desastres políticos, não foi diferente este ano, pelo protagonismo da presidente Dilma Rousseff, que soube enfiar o País num beco, e agora não encontra saída. Continuar a ler Cada dia, Dilma puxa mais cem metros de corda para se enforcar

Dilma não fala mais na televisão, de medo do povo. E Beto faz visitas sem anunciar

No passado, antes da era do PT, o povo fazia reverência a autoridades, como secretário e ministro de Estado, e mais precisamente para governador e presidente da República. É que tais autoridades, de sua parte, tratavam a coisa pública com mais respeito, mais seriedade. Continuar a ler Dilma não fala mais na televisão, de medo do povo. E Beto faz visitas sem anunciar

A cidade não precisa crescer mais. A cidade precisa ser bem administrada

O Instituto de Planejamento de Ponta Grossa – Iplan – é uma herança bendita do governo do prefeito Jocelito Canto, que atendeu a um pedido da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa, com o propósito de preencher uma lacuna relevante na estrutura administrativa do Município, que tem sido a falta de planejamento. A cidade, ao longo de sua história, tem sido governada, aos trancos e barrancos, com um arremedo de planejamento Continuar a ler A cidade não precisa crescer mais. A cidade precisa ser bem administrada

A crise nacional não pode agravar a crise local de valores políticos

A despeito da crise nacional, produzida pelo PT e pelos seus quadros mais vistosos, a vida continua. E as eleições municipais do ano que vem, vão acontecer. Como já dissemos, com Dilma, ou sem Dilma. De preferência, sem Dilma, para o bem do Brasil. E sem a arrogância de Lula Continuar a ler A crise nacional não pode agravar a crise local de valores políticos

É preciso falar da política daqui E que muita gente está com medo do Aliel

Com Dilma ou sem Dilma no Palácio do Planalto – melhor se for sem ela -, o calendário eleitoral do ano que vem será mantido. E os prazos eleitorais, por conseguinte, estão correndo. Significa que o mês de setembro é o prazo de filiação partidária e de mudança de partido Continuar a ler É preciso falar da política daqui E que muita gente está com medo do Aliel