Plauto, maduro e experiente, pode aproveitar 2015 para a campanha de 2016

Na política, como, de certa forma, em tudo na vida, as coisas acontecem na hora certa. E o panorama da política pontagrossense, com vistas ao processo da sucessão municipal em 2016, parece apontar para uma nova candidatura do deputado Plauto Miró Guimarães Filho para a Prefeitura Municipal. Continuar a ler Plauto, maduro e experiente, pode aproveitar 2015 para a campanha de 2016

É preciso que alguém zele pelas nossas entidades assistenciais

Insisto na defesa de nossas entidades assistenciais, por conta da desatenção de nossas autoridades para com elas. É preciso evidenciar que essas entidades são dirigidas por voluntários, pessoas vocacionadas para a solidariedade humana, que trabalham em tempo integral para suas organizações, Continuar a ler É preciso que alguém zele pelas nossas entidades assistenciais

É claro que Graça Foster sabia de tudo. Mas, como Dilma iria denunciar o pessoal do Lula?

A ex-gerente Venina Velosa da Fonseca  trouxe um dado novo para toda a roubalheira que está sendo denunciada, investigada e revelada na Petrobrás, ao dizer que os dirigentes da empresa não podem alegar desconhecimento, por terem sido alertados. E, ironicamente, o alerta que ela própria diz ter feito chegou a diretores comprometidos com todo o processo de assalto aos cofres da empresa. Continuar a ler É claro que Graça Foster sabia de tudo. Mas, como Dilma iria denunciar o pessoal do Lula?

A vitória de Mainardes pode sinalizar uma aliança entre Plauto e Pauliki para 2016

Os dois votos decisivos do PDT para a vitória nesta terça-feira do vereador Sebastião Mainardes Júnior para a presidência da Câmara Municipal merecem ser vistos como uma primeira sinalização para sucessão municipal de 2016, numa coligação reunindo, de princípio, o DEM e o PDT, o que significa uma aliança entre o deputado Plauto Miró Guimarães, que será mantido na primeira secretaria da Assembleia Legislativa, e o deputado eleito Márcio Pauliki. Continuar a ler A vitória de Mainardes pode sinalizar uma aliança entre Plauto e Pauliki para 2016

O que o SOS fez com o Banco de Alimentos? Quebrou?…

O ex-prefeito Pedro Wosgrau Filho se tivesse ficado somente em seu primeiro governo – quem sabe até no segundo -, teria deixado uma imagem bastante positiva. Em seu primeiro e produtivo governo, dentre outras importantes obras, adquiriu o antigo Hospital 26 de Outubro, que era o hospital dos ferroviários, e o transformou num excepcional espaço para a Assistência Social, criando ali o Centro de Ação Social, que deu nova vida e forma a Secretaria da Assistência Social. E, nesse contexto, surgiu a UPA – Unidade de Produção de Alimentos -, que me parece que acabou tendo a denominação de Banco de Alimentos. Essa unidade, criativa, cumpriu um papel importante em todos os governos, desde a sua criação, com ênfase para o período do ex-prefeito Péricles de Holleben Mello, que colocou para comandar esse órgão o profissional Roberto Mryczka, que deu organização e eficiência ao Banco de Alimentos, que, reconhecido na sua competência, continuou no cargo durante os dois últimos governos de Pedro Wosgrau, que se seguiram ao de Péricles. Pelo “pecado” de sua competência, acabou por deixar o cargo no atual governo. Claro, só os iguais se atraem…

Sem que se conheçam as razões, o Banco de Alimentos está sendo transformado numa miragem neste atual governo, pela gestão ineficiente do discutido Serviço de Obras Sociais, para cuja órbita o Banco de Alimentos foi transferido mais atrás. Aliás, o SOS, há tempos, perdeu sua originalidade e finalidade, parecendo, hoje, muito mais um braço político do gestor municipal, do que propriamente uma instituição voltada ao espírito maior das políticas públicas da Assistência Social. Mais, parece ter se tornando uma entidade intocável, pelas seguidas demonstrações de força política, pela ação tanto de uma maioria dos membros do Conselho Municipal da Assistência Social, quanto da maioria dos integrantes da Câmara Municipal. Há casos risíveis, e até provocativos, do que faz hoje o Banco de Alimentos, como enviar para um Centro de Educação Infantil, que atende 90 crianças, um pacote com um quilo de carne moída, e três quilos de feijão para uma outra entidade, que trabalha com crianças e também pessoas adultas. Seria melhor que o Banco de Alimentos fosse fechado, de vez, do que estar provocando e irritando dirigentes de entidades assistenciais, que, aliás, têm sido vítimas, de um modo geral, dessa presente gestão municipal, tida e havida como um dos maiores desastres da história de nossa administração pública municipal.

De um lado, a Prefeitura Municipal atrasa o repasse financeiro para nossas entidades, pelo convênio existente para pagamento de pessoal, em especial, enquanto de outro lado, o Banco de Alimentos, que apoiava as entidades,  com a garantia da entrega de alimentos, dá mostras visíveis de ter sido quebrado, pois, até o pão que era fornecido e produzido na UPA, a Unidade de Produção de Alimentos, estaria desaparecendo, pelas reclamações havidas na semana passada.

Mas, no rádio, a cidade virtual continua uma maravilha…

 

 

Foi o ano de os mentirosos se reelegerem: Dilma em Brasília e Beto no Paraná

A presidente Dilma Rousseff se relegeu em cima do discurso mais mentiroso e falso que já se viu numa campanha presidencial. O Brasil nunca havia visto algo parecido, em toda a sua História. E, aqui, em nosso Estado, o governador Beto Richa também se reelegeu em cima de um discurso mentiroso e falso. Continuar a ler Foi o ano de os mentirosos se reelegerem: Dilma em Brasília e Beto no Paraná