Chega de impostos abusivos!

*Plauto Miró Guimarães Filho

 

Estou deputado na Assembleia do Paraná há sete mandatos. Sempre recebendo a confiança dos paranaenses, especialmente de Ponta Grossa e dos Campos Gerais.

Nunca mudei de região e me mantenho firme aos meus princípios e ideais.

Já fui eleito para ser situação e oposição. Busco a todo o tempo entender o recado dos eleitores e me esforço para cumprir a missão que tenho recebido. Jamais mudei de partido ou de lado porque acredito, porque sei quem represento.

Justamente por isso consegui, até com certa facilidade, exercitar o diálogo constante. Na oposição ou na situação, jamais fui radical. Tenho a obrigação de votar com minha consciência, dentro daquilo que considero certo e verdadeiro.

Tem sido assim ao longo dos anos.

Agora vivemos uma crise sem proporções. Crise de responsabilidade do governo federal, que gasta mais do que recebe. Que armou um estado inchado, pesado e ineficiente que está perdido em relação à gestão do país e não mais responde aos anseios da sociedade.

Quando a crise bateu em nossas portas fizeram de conta que não era conosco. Foi um tal de declarar que era uma “marolinha”. Tiveram até a pachorra, e os jornais registraram, de dar cátedra a governantes de outros países que diziam que o Brasil era maior que a própria crise. Porém, eles fizeram a lição de casa, cortaram na carne e saíram da turbulência, encorpados e mais fortes do que entraram. Já por aqui, a pequena onda era só uma blague ou um blefe. Nada fizeram e a marola virou tsunami.

A crise então se apresentou forte, afetando ricos e pobres, de todas as regiões do Brasil.

Diante do cáos, os governos estaduais precisaram fazer reformas tributárias, e aqui falo especificamente do Paraná. Paguei o preço e votei a favor das medidas de austeridade, diante da necessidade de evitar que acontecesse aqui o que os gaúchos, por exemplo, estão passando. Sabia que, se naquele instante, o governo não agisse, o Estado corria sérios riscos de quebrar.

Depois de aprovados os aumentos de impostos, senti conforto ao saber que o governo havia ajustado o caixa, projetando um bom superávit para 2016, com expectativa de novos investimentos.

Agora fomos todos nós surpreendidos com uma nova mensagem, o PL 662/15, proposta pelo secretário Estadual da Fazenda, aumentando novamente os impostos.

Eu havia alertado o governo do Estado de que a sociedade não aguenta mais estes aumentos. Mesmo assim a medida veio ao parlamento. Então ergui minha voz.

Era a força da experiência me dando respaldo para agir. Tanto que em seguida, as mais representativas entidades do Paraná, entre elas a OAB, a FIEP, FAEP, Ocepar, passando por tantos representantes do empresariado, dos setores produtivos, de empregados e trabalhadores, me entregaram um documento dizendo o mesmo: chega de tantos impostos. Xô CPMF!

Todos pagam impostos neste país independentemente da condição social. Uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem a devolução ideal em serviços públicos. Ninguém aguenta mais pagar tantos tributos nos âmbitos federal, estadual e municipal!

Chegamos a um ponto em que não se trata de ser situação ou oposição. A hora exige seriedade e respeito. Não é momento de aumentar mais impostos, sem a contrapartida do Estado de ao menos cortar despesas, um bom começo é reduzir ministérios.

Sei que alguns ainda consagram a máxima do dividir para governar. Para mim o momento exige união para sobreviver.

É preciso respeitar o antagonismo, abandonar velhas práticas, readquirir a confiança da população para seguir em frente.

Quem não entender isto vai ficar para trás.

Portanto, já disse uma vez e repito agora: xô, CPMF! Xô com os impostos abusivos.

Quem gera a riqueza deste País é a sua população.

 

*Plauto Miró Guimarães Filho, 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual pelo Democratas

Recado no ar

Recado no ar 1 – Na semana passada, o radialista-prefeito Marcelo Rangel demonstrou, no seu programa de rádio, onde ele “administra” a cidade virtual de Ponta Grossa, uma impressionante irritação com a empreiteira da Sanepar, aqui na cidade. E a irritação, ao contrário de ser com a falta de cumprimento do contrato que a Sanepar mantém com o Município, foi por conta de valetas, abertas para obras nas redes de água e esgoto, que demoram para ser fechadas.

Recado n o ar 2 – Chamou a atenção o fato, primeiro, de o radialista ser prefeito da cidade e, depois, por virar sua metralhadora na direção de uma empresa pública do governo do Estado, de quem ele é aliado. Porém, se a crítica fosse pelo fato das constantes interrupções no fornecimento de água, pelo atendimento deficiente que a Sanepar dispensa a seus usuários, pelo descumprimento do contrato, até que seria compreensível. Mas, criticar a empreiteira que presta serviços para a Sanepar pareceu esquisito.

Recado no ar 3 – Mais, no seu aparente grau de irritação, o prefeito autorizou, no ar, para que a ARAS – Agência Reguladora de Água e Saneamento – multasse a Sanepar, por essa bobagem das valetas, que poderia ser resolvida, durante o dia, por um simples telefonema do prefeito. Pela esquisitice da crítica do radialista, houve quem interpretasse como um “recado no ar” para a empreiteira da Sanepar “tomar conhecimento” da campanha eleitoral do irmão do radialista, que vem a ser irmão do prefeito também, Sandro Alex, à reeleição para deputado federal.

 

O pesar do PSB

O pesar do PSB

A professora, presidente do PSB local e candidata a deputada federal, Elizabeth Schmidt, esteve na sessão de ontem da Câmara Municipal, para, na condição de dirigente do partido, registrar o seu pesar pelo trágico falecimento do candidato de seu partido à Presidência da República. Diante de tal circunstância, houve um minuto de silêncio, como homenagem ao ilustre homem público brasileiro. Pela sua importância, foi muito pouco o gesto do Legislativo pontagrossense.

E os vereadores do PSB?

A Câmara Municipal possui dois vereadores do PSB. Diante do ocorrido com Eduardo Campos, imaginava-se que, ao menos, um dos vereadores pedisse a suspensão da sessão de ontem, em respeito ao trágico acontecimento. Mas o vereador Maurício Silva limitou-se a cuidar de um interesse pessoal, pedindo uma justificativa pelo seu atraso à sessão, de modo a não ter descontado o valor de seu subsídio, no final do mês. O outro vereador do partido é Mácio Schirlo. A sessão foi normal.

Apoio a candidato de fora?

O vereador George Luiz de Oliveira promoveu, na sexta-feira da semana passada, o lançamento de sua candidatura a deputado estadual, na sede do Clube Homens do Trabalho. Sem qualquer cerimônia, fez a apresentação do deputado federal Alfredo Kaefer, de Cascavel, como seu companheiro de dobradinha, em Ponta Grossa, na presença do prefeito Marcelo Rangel. E George disse que, mesmo o prefeito tendo o irmão, Sandro Alex, como candidato à reeleição, gostaria de pedir “uns votinhos” para Kaefer.

Trabalho ou dinheiro

George argumentou que sua decisão em dobrar com o deputado Kaefer, que é um grande empresário do Oeste do Paraná, se deve aos benefícios que ele já trouxe para Ponta Grossa. Como não se conhece nenhuma atuação de destaque do deputado de Cascavel, em favor de algum pleito de Ponta Grossa, o próprio vereador poderia explicar melhor se, de fato, existe algum benefício trazido à cidade por Kaefer, ou se a razão predominante foi a conta bancária do empresário no apoio à sua postulação à uma cadeira na Assembleia Legislativa.

 

Blairo Maggi vem para lançar Rubens Sielski, o Geada, a deputado estadual

O ex-governador e senador Blairo Maggi, do PR de Mato Grosso, maior produtor de soja do Brasil, já confirmou presença em Ponta Grossa, para o lançamento da candidatura do agropecuarista Rubens Sielski, o Geada, para a Assembleia Legislativa. Continuar a ler Blairo Maggi vem para lançar Rubens Sielski, o Geada, a deputado estadual

Delmar diz que, na Câmara, vai propor CPI para a Sanepar

O ex-vereador e presidente da Aras, Delmar José Pimentel, que deve voltar para a Câmara Municipal na semana que vem, por conta da nomeação do vereador Júlio Kuller para a Secretaria da Assistência Social, disse, ontem, que volta para a Câmara, Continuar a ler Delmar diz que, na Câmara, vai propor CPI para a Sanepar

No último ano do mandato, Sandro “cobra” Reforma Tributária

O deputado federal Sandro Alex distribuiu notícia, através de seu gabinete, registrando pronunciamento que teria feito, na quinta-feira, dizendo que o “Parlamento tem o dever de fazer uma reforma tributária justa, para todos os brasileiros”. É o tipo do proceder da demagogia, Continuar a ler No último ano do mandato, Sandro “cobra” Reforma Tributária

Júlio Kuller é o novo secretário da Assistência Social

Publicado por imprensa em

O prefeito Marcelo Rangel anunciou nesta sexta-feira (28) o vereador Júlio Kuller (PSD) como secretário de Assistência Social. Na ocasião o prefeito Marcelo Rangel destacou o trabalho que o vereador exerce em prol das entidades sociais.
“O Julio Kuller já desempenha um grande papel em defesa das entidades sociais, como instituições voltadas aos idosos, às crianças, adolescentes e pessoas com deficiência. Com a experiência dele, vamos avançar ainda mais na Secretaria de Assistência Social”, diz Rangel. O prefeito também destacou o trabalho desenvolvido pela secretária Beatriz de Souza: “o trabalho dela foi fundamental no processo de organização da secretaria, que estava em condições críticas na estrutura física e em vários setores. Ela conseguiu organizar tudo e desenvolveu um grande trabalho, acredito que a maior contribuição deixada, pela secretária, foi o projeto do contraturno social, considerado o maior da história e que contempla muitas crianças e adolescentes”, conclui o prefeito Marcelo Rangel.
A secretária Beatriz de Souza agradeceu o prefeito Marcelo Rangel pela oportunidade de estar à frente da pasta de Assistência Social. “Foi uma grande experiência, conseguimos superar muitas dificuldades e, com isso, o trabalho foi desenvolvido com êxito, destaco que conseguimos aumentar o repasse anual da verba para as entidades sociais, de R$ 6 para R$ 8,4 milhões. Estou à disposição da gestão municipal e vou continuar contribuindo”, afirma Beatriz.