Barbiero é premiado por seu estilo jeitoso de fazer política

O catarinense João Carlos Barbiero veio para Ponta Grossa, ainda jovem, na década de oitenta. Aqui, construiu seu projeto de se tornar conhecido, com a montagem de uma casa noturna, Aero Anta, e passou a ser chamado de João da Aero. A casa noturna não foi para a frente, mas o João da Aero continuou sua trajetória, deixando de lado o João da Aero para firmar seu próprio nome, João Barbiero. Continuar a ler Barbiero é premiado por seu estilo jeitoso de fazer política

Só o apoio a Lava Jato poderá quebrar a indiferença do povo diante das eleições

Esse ambiente frio, de quase indiferença, da população, com vistas ao processo eleitoral, parece indicar o surgimento, ao final de tudo, de uma grande surpresa. E, aí, reside o perigo, por não ser possível se avaliar que tipo de surpresa pode aparecer, se para o bem, ou para o mal. Continuar a ler Só o apoio a Lava Jato poderá quebrar a indiferença do povo diante das eleições

A saída de Plauto do DEM e o apoio ao nome de Ratinho criam o fato novo

Até a virada do ano, imaginava-se que a candidatura ao Palácio Iguaçu do deputado Ratinho Júnior teria o apoio do governador Beto Richa, enquanto que o discurso do deputado e ministro da Saúde, Ricardo Barros, pela candidatura da vice-governadora Cida Borghetti, sua esposa, era mais uma pressão política em torno de alguma negociação mais vantajosa. Continuar a ler A saída de Plauto do DEM e o apoio ao nome de Ratinho criam o fato novo

O TRF-4 mostrou a Lula o que ele sempre disse que não sabia

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O mundo não acabou, o Brasil não parou e Lula foi condenado. Aliás, o Brasil está a comemorar, porque o TRF-4, em Porto Alegre, mostrou a Lula e ao PT tudo o que Lula sempre disse que não sabia. Mostrou a Lula que, não apenas ele sabia de tudo, como sempre foi o chefe da maior quadrilha que assaltou o dinheiro público neste País. O TRF-4 mostrou a Lula que ele, na Presidência da República, não honrou Continuar a ler O TRF-4 mostrou a Lula o que ele sempre disse que não sabia

Por Lula, hoje, o Judiciário vive uma verdadeira prova de fogo

Como disse a jornalista Eliane Catanhêde, no “Estadão”, “o mundo, hoje, não vai acabar, nem o Brasil vai parar”, por conta do julgamento da condenação imposta ao ex-presidente Lula, pelo juiz Sérgio Moro. Sim, o mundo não vai acabar, nem o Brasil vai parar, porém, o Brasil vai ter, a partir de hoje, um novo capítulo em sua História, escrito pelo Poder Judiciário, representado pelo Tribunal Regional Federal Continuar a ler Por Lula, hoje, o Judiciário vive uma verdadeira prova de fogo

Em clima de alta tensão, o TRF-4 decide amanhã o destino de Lula

O exército de João Pedro Stédile, líder do MST, que um dia Lula, em reação aos escândalos da Petrobrás que tornavam insignificantes as malfeitorias do Mensalão, ameaçou colocar na rua – “… eles querem brigar e nós sabemos brigar também” -, é possível que apareça agora, eis que a elevação do tom da fala do próprio Lula e dos senadores Gleisi Hoffmann e Lindberg Farias, indicam Continuar a ler Em clima de alta tensão, o TRF-4 decide amanhã o destino de Lula

A quarta-feira, 24, está chegando, e a sociedade espera confiar na Justiça

A sociedade brasileira está apostando alto no que vai acontecer na quarta-feira, em Porto Alegre. Ela imagina haver razões, ainda, para se confiar no Poder Judiciário. Como o histórico entre as decisões do juiz Sérgio Moro e os julgamentos dessas decisões no Tribunal Regional Federal, da 4ª. Região, tem sido em favor dessa aposta, a expectativa é de que, enfim, o Brasil possa dizer ao Mundo Continuar a ler A quarta-feira, 24, está chegando, e a sociedade espera confiar na Justiça

Se o Mensalão e a Petrobrás são heranças de Lula e Dilma, a Caixa poderá ser de Temer

Olhando para os problemas da Caixa Econômica Federal, que estão ganhando notoriedade, parece oportuno lembrar que a Caixa vem acumulando problemas há mais de trinta anos. No governo de José Sarney, o em tão ministro o Interior, o paranaense Deni Schwartz, resolveu levar ao Presidente o pedido para extinguir o Banco Nacional de Habitação, Continuar a ler Se o Mensalão e a Petrobrás são heranças de Lula e Dilma, a Caixa poderá ser de Temer

Temer só afastou os quatro da Caixa, diante da ameaça de responder por eles

Quando o Brasil assistiu, pela primeira vez, em final de setembro de 1992, o impeachment de um presidente da República – Fernando Collor -, imaginava-se que a classe política seria tomada de um choque de moralidade pública, eis que, por denúncia de corrupção, um presidente da República acabara de ser tirado do cargo.
Que nada! Mudou o surrador, mas o relho continuou o mesmo. Continuar a ler Temer só afastou os quatro da Caixa, diante da ameaça de responder por eles

É preciso prestar atenção na advertência do juiz Sérgio Moro, para um novo Brasil

O Brasil vem acumulando, perigosamente, situações que desfazem a cidadania brasileira, a grandeza de seu povo, o respeito às instituições da República. Nem parece ser o caso de se falar da corrupção, eis que essa realidade parece ter se esparramado por toda a sociedade, por conta, especialmente, do longo tempo em que esse mal, que corrói a democracia, se instalou no poder político, em seus três níveis. Ninguém mais nutre o sentimento de respeito por um governante, pela simples razão de que ninguém mais confia em qualquer governante. Também nem é o caso de se fazer qualquer referência a um integrante do Poder Legislativo. Ainda que, naturalmente, tenhamos as consideradas honrosas exceções em nossas casas legislativas, infelizmente, a generalização da imagem decadente do político tomou conta de todo mundo. Não faz muito tempo, dizia-se que “decisão de juiz não se discute; cumpre-se”. Hoje, não. Eis que o Poder Judiciário, que era depositário da confiança e do respeito da sociedade, também perdeu tal condição. Com louvores aos céus, emergiu no cenário da Justiça o juiz federal Sérgio Moro, que, no comando da maior cruzada contra a poderosa máquina do crime organizado e da corrupção no Brasil, está a proferir sentenças nunca antes vistas ou imaginadas, desfazendo a imagem “inatingível” do cidadão do colarinho branco. Além de assim proceder, esse acatado e respeitado membro do Judiciário Federal passou a encorajar colegas seus para a Cruzada do Bem. E, assim, é até possível dizer que um “novo” Poder Judiciário está surgindo no horizonte do Brasil. E, com esse “novo” Judiciário, também um “novo” Ministério Público Federal e uma “nova”’ Polícia Federal. Essas respeitáveis autoridades da Operação Lava Jato já conseguiram despertar no cidadão comum o valioso sentimento do respeito, do apreço, da consideração. Um ressurgir da Esperança. É um novo Brasil, ainda que estejamos, apenas, no primeiro passo.
O juiz Sérgio Moro, nas palestras que tem proferido pelo Brasil todo, tem feito uma pregação em favor do chamamento à responsabilidade de toda a sociedade nacional. Tem dito ele que a Operação Lava Jato, sozinha, não vai salvar o Brasil. Nem ele, os briosos procuradores federais e os destemidos policiais federais, sozinhos, farão tamanha façanha. A advertência desse magistrado merece, sim, ser levada em consideração. Aliás, merece ser repetida a cada dia na casa do cidadão de brio, na escola, na igreja, no clube de serviço, na repartição pública, nas entidades de classes, nos escritórios das pequenas, médias e, em especial, grandes empresas. Sim, essa advertência precisa ser repetida e ouvida, a cada novo dia, de modo que as pessoas de bem, as lideranças consequentes da sociedade, os homens públicos decentes, ainda que poucos mas que merecem ser festejados porque existem, se apresentem, se manifestem, soltem o grito da coragem cívica, do ardor do ideal do bem, da honestidade do povo e, aí, comandem o grande mutirão da cidadania e do patriotismo, pela salvação do Brasil. Tudo isso no embalo das urnas deste ano.
E o juiz Sérgio Moro haverá, então, ele e seus valentes parceiros da Lava Jato, os procuradores e os policiais federais, se sentirem, verdadeiramente, homenageados, pela certeza de terem combatido o bom combate e oferecido o exemplo da luta renhida, em que o Bem derrota o Mal.