Plauto deixa o DEM e cria um fato importante na campanha sucessória do Paraná


A notícia de que o deputado Plauto Miró Guimarães Filho está deixando o DEM e vai apoiar a candidatura do deputado Ratinho Júnior ao Palácio Iguaçu cria um fato importante neste início do processo da corrida para o Palácio Iguaçu. Ao mesmo tempo em que reforça a candidatura de Ratinho, cria um rombo na candidatura da vice-governadora Cida Borghetti.

Aplausos ao vereador George que quer cassar os títulos dados a Lula e a André Vargas


A pedido do cartorário Valter Sâmara, o então vereador Pascoal Adura, em 2001, teve aprovado um projeto para concessão do título de Cidadão Honorário de Ponta Grossa a Lula. Depois, o então vereador Júlior Kuller fez a mesma homenagem ao ex-deputado André Vargas. Lula está condenado e André Vargas está preso. George quer cassar esses dois títulos. Coberto de razão.

Dois temas em discussão que merecem atenção e cuidado da sociedade nacional

Primeiro, temos o caso a ser resolvido da nomeação da deputada Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho e a liminar que impediu a sua posse. Um claro confronto entre os poderes Executivo e Judiciário. De outro lado, as ameaças aos juízes do TRF-4, pelo julgamento da condenação a Lula, marcado para a quarta-feira da próxima semana, dia 24. O PT virou uma ameaça ao Brasil.

Por que os vereadores não formam uma CPI para investigar os R$ 116 milhões de precatórios?

O Município tem uma dívida de precatórios, pelo que foi divulgado, de R$ 116 milhões. Desse total, 90% seriam de ações trabalhistas dos servidores municipais. Um número que impressiona. Seria oportuno que a Câmara Municipal montasse uma CPI para investigar de que forma essas ações trabalhistas chegaram a um valor tão expressivo.

Marcelo faz anúncio de R$ 10 milhões em obras para a Educação e asfalto

O prefeito Marcelo Rangel, ao vivo, nas redes sociais, assinou contratos para construção e reforma de escolas municipais e a recuperação de toda a rua do Rosário, ao custo geral de R$ 10 milhões. É a constatação de uma expectativa de muitas e grandes obras n a cidade.

Os movimentos que surgiram no impeachment de Dilma devem continuar vivos

No contexto da participação das pessoas de bem no processo político, parece desejável que os movimentos que comandaram as mobilizações no impeachment da ex-presidente Dilma se façam presentes, agora, na campanha eleitoral deste ano. E, como isso, que se mostrem sementes para a organização de futuros partidos políticos.

O governo de Michel Temer, a cada dia, fica menor e sem crédito aos olhos da sociedade

Se a Câmara dos Deputados não autorizou, em duas oportunidades, o STF a processar o presidente Michel Temer, não significa que os crimes constantes naquelas denúncias tenham sido esquecidos pela sociedade. E isso faz com que Temer e seu governo não tenham crédito, nem respeito da população.

É preciso prestar atenção na advertência do juiz Sérgio Moro, para um novo Brasil

O Brasil vem acumulando, perigosamente, situações que desfazem a cidadania brasileira, a grandeza de seu povo, o respeito às instituições da República. Nem parece ser o caso de se falar da corrupção, eis que essa realidade parece ter se esparramado por toda a sociedade, por conta, especialmente, do longo tempo em que esse mal, que corrói a democracia, se instalou no poder político, em seus três níveis. Ninguém mais nutre o sentimento de respeito por um governante, pela simples razão de que ninguém mais confia em qualquer governante. Também nem é o caso de se fazer qualquer referência a um integrante do Poder Legislativo. Ainda que, naturalmente, tenhamos as consideradas honrosas exceções em nossas casas legislativas, infelizmente, a generalização da imagem decadente do político tomou conta de todo mundo. Não faz muito tempo, dizia-se que “decisão de juiz não se discute; cumpre-se”. Hoje, não. Eis que o Poder Judiciário, que era depositário da confiança e do respeito da sociedade, também perdeu tal condição. Com louvores aos céus, emergiu no cenário da Justiça o juiz federal Sérgio Moro, que, no comando da maior cruzada contra a poderosa máquina do crime organizado e da corrupção no Brasil, está a proferir sentenças nunca antes vistas ou imaginadas, desfazendo a imagem “inatingível” do cidadão do colarinho branco. Além de assim proceder, esse acatado e respeitado membro do Judiciário Federal passou a encorajar colegas seus para a Cruzada do Bem. E, assim, é até possível dizer que um “novo” Poder Judiciário está surgindo no horizonte do Brasil. E, com esse “novo” Judiciário, também um “novo” Ministério Público Federal e uma “nova”’ Polícia Federal. Essas respeitáveis autoridades da Operação Lava Jato já conseguiram despertar no cidadão comum o valioso sentimento do respeito, do apreço, da consideração. Um ressurgir da Esperança. É um novo Brasil, ainda que estejamos, apenas, no primeiro passo.
O juiz Sérgio Moro, nas palestras que tem proferido pelo Brasil todo, tem feito uma pregação em favor do chamamento à responsabilidade de toda a sociedade nacional. Tem dito ele que a Operação Lava Jato, sozinha, não vai salvar o Brasil. Nem ele, os briosos procuradores federais e os destemidos policiais federais, sozinhos, farão tamanha façanha. A advertência desse magistrado merece, sim, ser levada em consideração. Aliás, merece ser repetida a cada dia na casa do cidadão de brio, na escola, na igreja, no clube de serviço, na repartição pública, nas entidades de classes, nos escritórios das pequenas, médias e, em especial, grandes empresas. Sim, essa advertência precisa ser repetida e ouvida, a cada novo dia, de modo que as pessoas de bem, as lideranças consequentes da sociedade, os homens públicos decentes, ainda que poucos mas que merecem ser festejados porque existem, se apresentem, se manifestem, soltem o grito da coragem cívica, do ardor do ideal do bem, da honestidade do povo e, aí, comandem o grande mutirão da cidadania e do patriotismo, pela salvação do Brasil. Tudo isso no embalo das urnas deste ano.
E o juiz Sérgio Moro haverá, então, ele e seus valentes parceiros da Lava Jato, os procuradores e os policiais federais, se sentirem, verdadeiramente, homenageados, pela certeza de terem combatido o bom combate e oferecido o exemplo da luta renhida, em que o Bem derrota o Mal.

Sandro foi o primeiro a mudar de partido; agora, serão Marcelo, Aliel e Márcio

No ano passado, o deputado Sandro Alex deixou o PPS e se mudou para o PSC, enquanto Aliel Machado trocou o PCdoB pela Rede. E, agora, estaria para deixar a Rede e migrar para o PSB. Enquanto isso, dos três estaduais, apenas, Márcio Pauliki vai trocar de partido, deixando o PDT e indo para o Podemos, do senador Álvaro Dias. E só Mário só vai para o Podemos, porque Osmar Dias vai também. Ou seja, o verdadeiro partido de Márcio parece ser Osmar Dias.

Limite de gastos para candidatos é um primeiro passo de moralização nas campanhas eleitorais

Há quatro anos, em valores atualizados, a então presidente Dilma Rousseff gastou R$ 384 milhões para se reeleger, enquanto seu principal concorrente, o senador Aécio Neves gastou R$ 250 milhões. O teto agora, para campanha presidencial, é de R$ 70 milhões. Para R$ 5,6 milhões; deputado federal, R$ 2,5 milhões e deputado estadual R$ 1 milhão. Haja argumento para a conquista do voto!