Maia virou símbolo da maior ameaça contra a democracia. Ele e o STF

A manifestação do próximo dia 15, de apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro, vai concentrar críticas no deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, no senador David Alcolumbre, presidente do Senado, e nos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, do STF, por serem vistos como os maiores entraves para o avanço do governo de Bolsonaro, em favor das reformas que o Brasil precisa. Esse povo, ou, melhor dizendo, esses cinco personagens têm feito o que bem entendem, como se, de uma hora para outra, eles tivessem assumido o comando do Brasil, sem dever satisfação a quem quer que seja. O deputado Rodrigo Maia, o famoso deputado de 74 mil votos do Rio de Janeiro, aproveitou o vácuo deixado pelo presidente Jair Bolsonaro, ao não ter tido êxito na articulação política do Palácio do Planalto com a Câmara e o Senado, e se apossou da própria Câmara, ao ponto de ser, hoje, o único que decide o que deve e o que deve não ser aprovado, e como deve ser, ou não, aprovado. Ele virou dono absoluto da Câmara. O senador David Alcolumbre é um político sem prestígio, mas que segue as pegadas de Rodrigo Maia, para poder ter algum tipo de protagonismo no jogo de medição de forças em Brasília.

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Grupo que trabalhou o nome de Douglas e levantou o nome de Bochenek precisa agir

Em 1968, um grupo de empresários – Gustavo Horst, Constâncio Mendes, Ernesto Degraf, José Bernardi, Alfredo Pietrobelli, Alfredo Gobbo, Jabur Issa, Iolando Fonseca, Antônio Moro e Luiz Gonzaga Pinto, entre outros -, insatisfeito com os mesmos dos mesmos da classe política da cidade, que vivia uma séria crise econômica, pela queda brusca do comércio atacadista, com Continue lendo “Grupo que trabalhou o nome de Douglas e levantou o nome de Bochenek precisa agir”

As pedras estão sendo mexidas, e o pessoal do Bochenek está quieto

No dia 28 de janeiro – já caminhamos para quinze dias, portanto -, houve uma reunião na residência do empresário Douglas Taques Fonseca, em que os participantes desse encontro foram cobrar de Douglas uma posição sobre o convite para que ele fosse o candidato a prefeito do grupo. Apresentando razões pessoais convincentes para não poder aceitar o convite, foi Continue lendo “As pedras estão sendo mexidas, e o pessoal do Bochenek está quieto”