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David Alcolumbre e Rodrigo Maia patrocinam o golpe da impunidade

O senador Lasier Martins, do Podemos do Rio Grande do Sul, manifestou seu descontentamento com a reunião havida na residência do presidente do Senado, David Alcolumbre, na manhã desta terça-feira, acusando o presidente do Senado e o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, de terem orquestrado tudo para jogar para longe a votação de matéria que restabelece a prisão após sentença de Segunda Instância. Na mesma linha de pensamento, o senador paranaense Oriovisto Guimarães, do mesmo Podemos, pediu que o povo se organize e se manifeste contra o que foi decidido na tal reunião, pela maioria dos líderes de bancadas, dizendo que, se não houver uma mobilização popular, o Brasil será o paraíso da impunidade. Ou seja, voltará a ser o paraíso da impunmidade.

Interessante ouvir o deputado de 74 mil votos do Rio de Janeiro, Rodrigo Maia, e o senador David Alcolumbre falarem em necessidade de uma decisão sem pressa sobre a volta da prisão após decisão de Segunda Instância, como se não fossem eles profissionais de desengavetar e aprovar projetos em menos de oito horas, no que os dois tenham consultados seus interesses, como a Lei de Abuso de Autoridade.

Essa reunião de ontem na residência oficial do presidente do Senado se deu, depois de Maia e Alcolumbre terem se reunido, na semana passada, com o ministro Gilmar Mendes. Ora, se Gilmar Mendes é o ministro do STF que mais tem pedido no Senado de impeachment, seria razoável que os presidentes da Câmara e do Senado evitassem fazer reunião, não apenas com ele, mas como também com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, eis que os dois ministros tiveram seus nomes nas manifestações populares de domingo, dia 17, nos “gritos de guerra” dos manifestantes em favor do impeachment de ambos.

Curioso, mesmo, é ver também Rodrigo Maia e Dias Toffoli criticando o ministro Paulo Guedes, ao dizer que é para ninguém se assustar se houver pedido de volta do AI-5, por conta das incitações do criminoso solto Lula para que o povo saia às ruas e promova um quebra-quebra contra o governo.

Vale dizer que muito mais danoso ao País, em relação a uma hipotética volta do AI-5, tem sido o comportamento de ministros do STF, como Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e Rodrigo Maia e David Alcolumbre. Para beneficiar Lula e outros condenados e outros ainda a serem condenados, na esteira da Operação Lava Jato, esses quatro têm feito coisas que até “Deus duvida”, sendo muito mais perigosos ao Brasil do que um AI-5. Sim, porque o AI-5 foi editado pelo regime militar para combater criminosos, guerrilheiros, um bando da esquerda que ensaiou tomar o poder pela força. Hoje, os bandidos de 64 se dizem lutadores pelo restabelecimento da democracia, quando, na realidade, desejavam mesmo é tomar o poder pela força e, aí, implantar um regime socialista no Brasil. Foi em função disso que o presidente Costa e Silva editou o AI-5. Foi para combater e prender os criminosos e inimigos da democracia, não para punir e prejudicar o povo. Criminosos e inimigos da democracia que ainda estão, por aí.

Contrariamente à natureza do surgimento do AI-5, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rodrigo Maia e David Alcolumbre, hoje, se voltam contra o Brasil, prejudicam o povo brasileiro e beneficiam corruptos e integrantes do crime organizado. Para eles, que querem e estão dificultando, ao máximo, o combate a corrupção e ao crime organizado, soa como música aos ouvidos quando alguém fala em volta do AI-5, como o deputado Carlos Bolsonar e o ministro Paulo Guedes, para, de pronto, como se estivessem a defender as instituições que sustentam a democracia no Brasil, condenar o filho e o ministro do presidente Jair Bolsonaro.

Para o povo, que trabalha e sustenta o Brasil, seria desejável a volta do AI-5, sim, para levar Lula e José Dirceu de volta para a cadeia e, a acompanhá-los, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rodrigo Maia e David Alcolumbre.

O povo, como fez em 64, comemoraria isso nas ruas.

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