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Alguém que pensa no PT, o que é raro, deve ter mandado Lula calar a boca

Faz uma semana que a maioria de seis ministros do STF jogou contra o Brasil, desfez da própria instituição a que pertence, e determinou que corrupto e criminoso de colarinho branco vai voltar ao tempo de antes da Lava Jato, ou seja, não vai mais para a cadeia. O mundo do crime organizado ainda deve estar comemorando, pois, uma decisão de tal natureza era tudo o que estava faltando para dar uma demonstração de força para o pessoal da Operação Lava Jato. E a primeira conseqüência da decisão de quinta-feira passada do STF foi a soltura, na sexta-feira, do maior chefe de quadrilha da História do Brasil, o criminoso Luiz Inácio Lula da Silva, festejado pelos fanáticos da esquerda e pelos militantes do mundo do crime organizado, seus comparsas. E Lula deixou a prisão muito falante, muito ofensivo, muito agressivo.Tanto na sexta-feira, em Curitiba, quanto no sábado em São Paulo, no Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo. Agrediu as instituições da República, caluniou o presidente da República, incitou a militância a sair para a rua, para a confusão, para a anarquia, citando o exemplo do Chile. Foi para a prisão, como criminoso condenado, e deixou a prisão como criminoso condenado. E, nessa mesma condição, se autorizou a romper todas as barreiras da canalhice e desfazer do Império da Lei, apostando numa pronta reação da militância petista e suas congêneres, já no dia seguinte, de modo que pudesse se consagrar nos braços de uma imaginada revolta popular.

Como tudo o que disse e tudo o que mandou fazer a militância que o idolatra é muito sério, grave e perigoso, e como a própria militância convocada não se arriscou ao grito criminoso de guerra, alguém, com um pouco de senso de responsabilidade, o que é raro nas hostes petistas, deve ter aconselhado o ex-prisioneiro a fechar a boca, ao longo desta semana, eis que, afora a sexta-feira e o sábado, Lula não produziu nenhum terceiro e provocativo arroubo de enfrentamento com as autoridades da República. Alguém, vale repetir, com juízo crítico, deve ter mostrado para ele que surgiu uma luz amarela no horizonte de Brasília, apontando para a iminência de uma luz vermelha, não o vermelho do PT, mas o vermelho de uma punição, de uma nova prisão, e, agora, longe do conforto das dependências do prédio da Polícia Federal.

O País está em paz, o governo de Jair Bolsonaro está no seu décimo primeiro mês e com um saldo positivo de realizações, na direção da retomada do crescimento, num vistoso esforço em favor do emprego, firme no combate a corrupção e ao crime organizado e pronto para reprimir e rechaçar qualquer iniciativa criminosa que vise semear a discórdia no Brasil. Ou seja, Lula foi alertado para o grave risco de um grande erro em chamar para o confronto um inimigo poderoso, com moral elevada junto ao povo e com alto crédito perante as grandes corporações responsáveis e conseqüentes da Nação. Pelo silêncio da semana, é possível, sim, que isso tenha acontecido, com a recomendação da busca de uma outra estratégia para o embate político.

O Lula líder pertence ao passado. Do presente, só o Lula bandido e criminoso, solto por uma decisão judicial, extraordinariamente, favorável ao mundo do crime, mas que não lhe retirou a condição de condenado. Só está solto, fora da prisão, o que é um pouco diferente de estar livre, autorizado a fazer tudo o que pode fazer um cidadão, verdadeiramente, livre. São coisas distintas.

O STF feriu a Lava Jato, com a proibição da prisão por condenação da Segunda Instância, mas não tem poderes para revogar a Lei de Segurança Nacional, feita, a capricho, para combater criminoso que queira semear a desordem e o crime no seio da Nação Brasileira.

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