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Um ano depois da eleição de Bolsonaro, há um ambiente positivo de mudanças

No dia 28 de outubro de 2018, último domingo do mês, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro foi eleito o 38º Presidente da República do Brasil, derrotando o candidato do PT, Fernando Haddad, e interrompendo, assim, uma sequência de quatro vitórias do PT. Foi um fato histórico, especialmente, pelas circunstâncias da campanha eleitoral e pelo fenômeno em que o candidato Bolsonaro se transformou, pelo discurso firme de combate a corrupção e ao crime organizado, reforçando, assim, as ações da Operação Lava Jato, que se transformou no mais importante movimento da História do Brasil em investigar, processar, julgar e prender figuras que até então sempre se consideraram acima da Lei, nos crimes que cometiam. Mesmo com Lula e outras figuras importantes do PT na cadeia, o candidato Fernando Haddad fez grande votação, 47 milhões de sufrágios, o que demonstrou a força política das organizações de esquerda no País. Nesse número, o que impressiona é o fato de as pessoas não reconhecerem que seus principais líderes foram para a cadeia por ter praticado crime de assalto ao dinheiro público. Na outra ponta, por essa mesma razão, em números redondos, 58 milhões de pessoas consagraram o nome do deputado Jair Bolsonaro nas urnas como presidente da República. Uma diferença, portanto, de onze milhões de votos.

E Bolsonaro tem sido fiel aos compromissos assumidos na campanha eleitoral, notadamente no combate a corrupção e ao crime organizado. Naturalmente, há muito mais a ser feito, porquanto nenhum governo, num curto período de quatro anos, consegue reverter uma cultura de décadas de roubo, assalto, violência, tendo como fonte de enriquecimento pessoal o dinheiro público. E isso nos três níveis de governo, o municipal, o estadual e o federal. Qualquer investigação num pequeno município haverá de ser constatada a prática da corrupção. E a investigação pode ser simples, começando, por exemplo, na comparação do crescimento do patrimônio pessoal do prefeito, não sendo raro que um mestre de obra seja eleito prefeito, e dois anos depois passe a se interessar pelos números da Bolsa de Chicago, por ter se transformado num razoável produtor rural.

Bolsonaro rompeu o círculo vicioso do sistema de composição do governo, na troca de cargo por voto no Congresso Nacional. Montou sua própria equipe, sem nenhuma concessão a qualquer partido político. E, nisso, organizou uma equipe de qualidade indiscutível, muito acima da média dos governos anteriores, em especial, os pertencentes ao período da redemocratização do País, de 1989 para cá.

No âmbito do governo, tem conseguido afugentar qualquer prática de corrupção, eis que, desde que se instalou no Palácio do Planalto, no dia primeiro de janeiro deste ano, não surgiu uma única denúncia de prática de corrupção, o que merece ser realçado, pelo benefício que tal prática produz à população. Aliás, o senador Álvaro Diz tem uma frase interessante, a respeito da eleição do gestor honesto: “O povo não avalia quanto deixa de perder, quando elege um governante honesto.” É o caso de avaliar, portanto.

Se, no conjunto da obra, o presidente Jair Bolsonaro tem ido bem, a ponto de estar conseguindo preservar o apoio de seus 58 milhões de eleitores, cometeu o pecado de não ter sabido organizar uma base de sustentação política ao seu governo, no Congresso Nacional, se valendo, inclusive, da notável renovação havida nos quadros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Como nada fez nesse sentido, deputados e senadores acostumados a velhacaria da política trataram, logo, de cooptar os novos parlamentares, o que explica, hoje, as dificuldades que Bolsonaro tem para avançar nas reformas que prometeu realizar.

O importante é que o brasileiro pode comemorar, com orgulho, o voto que deu a Jair Bolsonaro, há um ano atrás. Mesmo não tendo conseguido mudar tudo, está mudando muita coisa. Para melhor, claro.

Apesar dos partidos de esquerda, do deputado de 74 mil votos do Rio de Janeiro, da Globo, da Veja e da Folha. E, claro, de seus três filhos…

Um comentário em “Um ano depois da eleição de Bolsonaro, há um ambiente positivo de mudanças

  • novembro 4, 2019 em 13:42
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    É de suma importância q tds gastem um pouquinho de seu tempo p se ater à essas informações e compartilhar!!! É de dar gosto, ter empregado com honradez nossos votos

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