Bolsonaro e Moro derrotam os criminosos que torciam pelo rompimento entre eles

O ministro Sérgio Moro é um cidadão comprometido com o combate a corrupção e ao crime organizado no Brasil. Mais que comprometido, Moro é uma idealista pela causa da moralidade pública. Tanto, assim, que renunciou a uma carreira exitosa de mais de vinte anos na magistratura para aceitar o convite para ser ministro da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro. E por que chegou a tanto?
Chegou por vislumbrar uma oportunidade de poder avançar muito mais no seu sonho de ver um Brasil mais pacificado, onde a corrupção e o crime organizado deixem de pertencer ao dia-a-dia do cidadão comum, e a moralidade pública se imponha diante da realidade preocupante de hoje. Em outras palavras, que a honestidade volte a fazer parte do dia-a-dia do cidadão comum e que a corrupção e o crime organizado virem exceção da regra. Não é uma tarefa fácil, nem é obra para um único período de governo, de quatro anos. Porém, como diz o ditado chinês, para uma caminhada de mil passos é preciso que seja dado o primeiro passo. Exatamente, o que Sérgio Moro está fazendo, em favor do Brasil.
Especialista em combater a corrupção e o crime organizado, Sérgio Moro, responsável por uma das principais bandeiras de campanha de Jair Bolsonaro, elaborou o pacote anticrime e entregou, pessoalmente, ao deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal. Se aprovado o pacote, Moro estava caminhando a passos largos na sua cruzada contra o corrupto e o integrante do crime organizado. Entretanto, o seu projeto enroscou numa curva de rio na Câmara dos Deputados, eis que há fortes resistências para a regular tramitação de tal matéria, começando pelo próprio presidente da Casa, que não tem a menor simpatia pela aprovação do pacote anticrime, porque ele próprio tem contas a acertar com a Operação Lava Jato. Logo, se depender de Rodrigo Maia, o pacote anticrime nunca vai sair da gaveta, onde se encontra. É que todos os que têm contas a acertar com a Lava Jato são adversários e inimigos do ministro Sérgio Moro. E, aí, vale incluir aquele grupo de quatro ou cinco ministros do STF, que não escondem a posição clara de defesa de amigos poderosos que estão sob as garras da Lava Jato, como Lula, Temer e os ameaçados Collor de Mello e José Sarney.
Enquanto o seu pacote anticrime não anda na Câmara dos Deputados, o ministro Sérgio Moro montou um outro vigoroso programa, “Em frente Brasil”, para combater o crime nas cinco cidades mais violentas do País, e que não depende do Congresso Nacional. E que mereceu um lançamento solene, no Palácio do Planalto, com sobra de elogios do presidente Jair Bolsonaro, que qualificou seu ministro da Justiça, inclusive, como “patrimônio nacional”. Claro, para desespero de Rodrigo Maia, de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, o presidiário Lula, o povo do PT, os corruptos, em geral, e o pessoal do crime organizado, porquanto todos estavam apostando num rompimento entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro.
O governo de Bolsonaro é como o corpo humano, dividido em três partes, cabeça, tronco e membros, ou seja, Bolsonaro é a cabeça, todos os demais ministros são o tronco, Sérgio Moro e Paulo Guedes são os membros. Sérgio Moro tanto pode ser o ministro dos membros superiores, quanto dos inferiores, o que se repete com Paulo Guedes. Por isso, Bolsonaro não pode prescindir de nenhum desses dois ministros porque eles encerram todas as principais e grandes bandeiras da campanha eleitoral de 2018, que consagrou Jair Bolsonaro nas urnas e que passa a se constituir num grande marco na História do Brasil, pelo rompimento como processo de corrupção e as ações do crime organizado, da mesma forma, como o descalabro na gerência da economia nacional. Com Bolsonaro, Moro e Guedes o Brasil tem futuro.
Ah, só para encerrar, o nome do programa “Em frente Brasil” parece um recado aos criminosos parlamentares, que resistem à tramitação do pacote anticrime. Q   ualquer semelhança é mera coincidência.

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