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Bolsonaro e Mourão dizem que Moro fica, e crime organizado se vê enfraquecido

A militância da corrupção, que se confunde com o pessoal do crime organizado, já começa a contabilizar a derrota do ataque contra o ministro Sérgio Moro, que imaginava fulminante. Moro é diferente, aliás, muito diferente, especialmente, desse pessoal da esquerda criminosa. Pois tem formação de homem de caráter ilibado, foi juiz por vocação, e não por conveniência ou vaidade, teve altruísmo em renunciar a uma carreira vitoriosa para se dedicar, com mais afinco, ao combate aos criminosos que pensam em submeter as autoridades aos seus caprichos, como estavam acostumados a proceder até o surgimento da Operação Lava Jato, em 2014.

De lá, para cá, tudo mudou. E vai continuar mudando. O ataque deflagrado no domingo passado já bateu na rocha e começa a fazer espuma. Não durou uma semana, sequer. Além de não ter conseguido fazer o ministro Sérgio Moro se abalar, eis que acaba de receber um desafio dele – se quiserem publicar tudo, publiquem -, referindo-se às gravações criminosas. Tem consciência de seu procedimento como magistrado. Sabe que é muito diferente do ex-presidente Lula, que quer pegar a onda da divulgação das tais gravações, esquecido de que, enquanto ele é um bandido, um traidor da Pátria, Sérgio Moro é um ser humano decente, um cidadão honesto e um profissional comprometido com os anseios da Pátria. E essa fortaleza de um homem público singular está a fazer escola na vida pública do Brasil. Se a eleição do presidente Jair Bolsonaro foi uma demonstração de tal realidade, a reação de Moro, agora, na tempestade ensaiada contra ele, é a confirmação de que ele tem a exata consciência de um general profissional, quando decide partir para a guerra. Aliás, o vice-presidente Hamilton Mourão disse, a propósito de tudo isso, que “se eu for para a guerra, levo comigo o Moro e o Dalagnol”, elogio maior não existe.

Ao mesmo tempo em que Mourão proclamava sua inteira solidariedade às duas figuras emblemáticas da Operação Lava Jato – Sérgio Moro e Deltan Dalagnol -, o presidente Jair Bolsonaro dizia que a ação do juiz Sérgio Moro, enquanto na Lava Jato, é uma contribuição ao Brasil “que não tem preço”, enumerando as denúncias da roubalheira na Petrobrás, que levaram a empresa à beira da falência, e aos desmandos no BNDES, com financiamentos bilionários a ditaduras de esquerda. Significa, pois, que o objetivo imaginado pelos criminosos da corrupção falhou, pois, se acreditavam que, de pronto, diante das revelações das tais gravações, Moro seria afastado do governo, vêem, agora, que Moro continua no Ministério da Justiça, por decisão própria, e continua, também, pelo apoio público a ele demonstrado pelo presidente e pelo vice-presidente da República. Ou seja, a guerra contra a corrupção e ao crime organizado ganha reforço, da parte do governo, na artilharia para desmantelar as quadrilhas que quiseram demonstrar força e poder, fazendo com que o povo do Lula e do PT passassem a festejar a soltura do comandante-em-chefe do crime organizado, em meio a agitação dos advogados de defesa do criminoso do triplex, de Atibabia e de outros tantos processos em pedir ao STF a suspeição de Moro na condenação ao seu cliente, como se, apenas, o ex-juiz Sérgio Moro tivesse se convencido do grau criminoso dos atos de Lula, sem que, na mesma linha, tivesse se pronunciado o TRF-4 e mesmo os tribunais superiores. É verdade que tem ministros exibindo sorrisos de contentamento pelo que imaginam possa ajudar no sucesso das votações anunciadas em recursos do ex-presidente. Há de se imaginar, contudo, que a Suprema Corte não tenha se permitido a tanto, valendo a aposta de que a maioria dos ministros tem consciência de suas responsabilidades para com a instituição e ao País. Mantendo Lula preso e fazendo prevalecer a Lei no combate e na condenação aos criminosos que agem contra os interesses nacionais e assaltam e roubam o dinheiro do povo.

Assim, “para o bem do povo e a felicidade geral da Nação”, o governo do presidente Jair Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão está dizendo que Sérgio Moro fica no Ministério da Justiça.

 

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