fbpx

Se Maia, Centrão e STF não respeitarem a manifestação de ontem, o povo volta pra rua

O deputado Paulinho da Força, líder do Solidariedade, disse que havia conversado, por telefone, com o deputado Rodrigo Maia, o deputado de 74 mil votos, e que ele estava alegre pela pouca presença de pessoas nas manifestações de ontem, entendendo que os protestos contra ele partiram de grupos minoritários. E disse mais o tal Paulinho das Força, que está na hora de o Brasil ter um “parlamentarismo branco”, de modo que o Congresso Nacional estabeleça as políticas a serem desenvolvidas, e não mais o Palácio do Planalto. Só não disse que, no conjunto dessas “tais políticas”, não haverá combate a corrupção, nem limites às ações do crime organizado e que a Segurança Pública não estará nas prioridades do “parlamentarismo branco”.

Se o deputado Rodrigo Maia, o deputado de 74 mil votos, e o Centrão, que ele comanda, não se debruçarem em cima das manifestações de ontem e fizerem uma leitura minimamente correta, o povo vai voltar para as ruas. E em maior quantidade, com determinação mais aguçada contra os políticos corruptos, desonestos, criminosos. E o mesmo vale para o grupo de ministros do STF, que inspira insegurança jurídica no Brasil, em especial, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Marco Aurélio. Aliás, pode-se incluir, nessa listagem, o ministro Alexandre de Moraes, indicado por Michel Temer, que está pedindo espaço para ingressar nesse grupo.

O deputado Rodrigo Maia, o deputado de 74 mil votos, e os deputados do Centrão, que ele comanda, vale repetir, estão se imaginando donos do Congresso Nacional e, assim, senhores do Brasil, com direito a decidir o que melhor lhes convenha. E tudo o que lhes convém, no momento, é inviabilizar o presidente Jair Bolsonaro e, por conseqüência, o seu governo, com as propostas moralizantes de combate a corrupção, ao crime organizado, ao caixa dois, a irresponsabilidade administrativa, o caos econômico e financeiro do País. Paulinho da Força, nas comemorações do dia primeiro de maio, chegou a declarar que é contra a reforma da Previdência Social, para tentar impedir uma reeleição de Jair Bolsonaro em 2022. Ou seja, o criador e líder do Solidariedade não se constrange em dizer que é contra o Brasil para prejudicar Jair Bolsonaro. E, assim como ele, deve pensar o grupo de parlamentares a que faz parte, o Centrão. Que tem em seu comando o deputado Rodrigo Maia, o deputado de 74 mil votos, que anda sonhando com uma candidatura presidencial, imaginando ser o sucessor de Jair Bolsonaro.

Esse povo do Centrão é o braço da corrupção e do crime organizado na Câmara dos Deputados. Afinal, qual a explicação razoável para uma oposição ferrenha aos projetos do governo do presidente Jair Bolsonaro, de combate a corrupção, ao crime organizado e à reforma da Previdência Social? Esses projetos vão muito além de algum interesse político do governo de Bolsonaro, e poderia ser do governo de qualquer outro presidente, eis que esses projetos pertencem ao Brasil, interessa a sociedade brasileira e fazem parte do pacote de compromissos de Jair Bolsonaro com o povo brasileiro, na campanha eleitoral. Em outras palavras, esses projetos pertencem a 58 milhões de brasileiros. É com esse vistoso contingente que Rodrigo Maia e seus comparsas do Centrão estão querendo se confrontar, ou já estão se confrontando. E, se não levarem em conta tudo o que aconteceu ontem, é esse contingente que estão querendo que saia para as ruas. Não devem ignorar, Rodrigo Maia e seus comparsas do Centrão, que esse contingente de 58 milhões continua apoiando Jair Bolsonaro, que, se não está conseguindo avançar em suas propostas de campanha, não é por culpa dele, mas pela resistência criminosa de Rodrigo Maia, o deputado de 74 mil votos, e seus comparsas do Centrão.

E leitura semelhante deve pertencer, igualmente, ao grupo de ministros do STF, que está a serviço da proteção dos políticos corruptos e desonestos do Brasil.

Melhor, por ficar mais barato, que o povo não precise voltar pra rua.

3 comentários em “Se Maia, Centrão e STF não respeitarem a manifestação de ontem, o povo volta pra rua

  • maio 27, 2019 em 15:12
    Permalink

    A vontade do povo tem que ser respeitada. Somos 58.000.000 de brasileiros que depositamos nossa confiança em um Presidente:Jair Messias Bolsonaro e não será um bando de corruptos,nem uma imprensa marrom que irá nos deter. Se não formos atendidos pela manifestação de ontem voltaremos tantas vezes quantas se fizerem necessárias.

    Resposta
  • maio 27, 2019 em 23:23
    Permalink

    Apoio total ao Presidente Bolsonaro e toda sua equipe de Ministros, que são todos de 1a linha. Se as regras não forem obedecidas voltaremos às ruas.

    Resposta
  • maio 28, 2019 em 05:50
    Permalink

    Sinceramente tem horas que me dá uma revolta, e acho que a única maneira de acabar com tudo isso seria uma intervenção militar. Porque esse vagabundos estão cagando pro povo Brasileiro.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *