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Bolsonaro enfrenta corporações. Não há meio termo, ou cai, ou se fortalece

O presidente Jair Bolsonaro decidiu enfrentar e desafiar as corporações, que, como diz, tomam conta do Brasil há 519 anos. Nunca um presidente ousou tanto. Ante a opção de se curvar às corporações, ou de reafirmar todos os compromissos de campanha, especialmente, o de combater, sem trégua, a corrupção e o crime organizado, preferiu se manter altivo à aliança celebrada com o povo nas praças públicas do País. Repete o imperador Júlio César – Alea jacta est (a sorte está lançada) -, na travessia do Rio Rubicão para enfrentar seus inimigos e conquistar a grande e derradeira vitória, que lhe deu o comando de Roma.

Ao contrário de Getúlio Vargas, Bolsonaro denuncia as corporações, com nomes e endereços, para a sociedade nacional, rasgando a fantasia dos traidores da Pátria. Sem comparação com Jânio Quadros, que escreveu uma carta falando em “forças ocultas” e se foi embora, Bolsonaro revela onde se encontram as tais forças ocultas de sempre. Diferente de Collor de Mello, também, não pediu que todos saíssem, no dia seguinte, de verde e amarelo para defendê-lo, diante das pressões sofridas, até porque havia perdido o encanto do apoio popular, pela prática da corrupção.

Bolsonaro se desveste da vaidade do cargo e revela para o povo o que é e como funciona o governo do Brasil, desmistifica o papel do presidente da República, aponta as corporações que resistem a que ele avance com as propostas reformistas, de modo a poder favorecer o povo e a romper com as amarras de sempre do ocupante do Palácio do Planalto – e, antes, do Palácio do Catete, no Rio – com as corporações instaladas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal. Muita coragem e forte determinação. Atitude corajosa, forte, de estadista mesmo. Garante que não vai se submeter às corporações, nem cumprir papel teatral como presidente da República. Ou se fortalece no cargo, ou é apeado dele. Mas, as corporações, para arrancá-lo do Palácio do Planalto, terão, agora, de se confrontar com a população, com a opinião pública, com o povo nas ruas. Haverá confronto, haverá choques, haverá rupturas. Eis o tsumani, de que Bolsonaro falou na semana passada.

Seus opositores e inimigos parecem tê-lo subestimado, imaginando que já estavam-no levando a nocaute, antevendo a primeira oportunidade para apeá-lo do poder. Não contavam com o grito de guerra, ouvido pela tropa, pronta para defender o Brasil. A defesa da democracia, a partir desse grito de guerra, não será mais uma mentira do discurso político, nem uma ação para disfarçar a atenção do povo. É um grito de guerra para virar o jogo, para inverter as posições, para colocar, de vez, a bandidagem da corrupção e do crime organizado contra a parede, quem sabe, até, fazendo-a bater em retirada, como os traficantes dos morros do Rio, diante das ações das forças policiais para a retomada dos territórios.

Agora, o jogo sai para o largo. Não fica mais nos gabinetes e corredores do Congresso Nacional e, assim também, nos gabinetes e corredores do STF. Será um final de semana diferente, porque o conteúdo do escrito compartilhado é forte, muito forte, por ser, absolutamente, verdadeiro. As corporações podem querer reagir, mas, antes, vão precisar olhar para a direita, para a esquerda para saber se podem avançar pelo centro. Mas, sabem, agora, que deixaram de ser invisíveis. Estão colocadas à luz do sol.

Diferentemente do apelo de Collor de Mello, o apelo do presidente Jair Bolsonaro pode ecoar, positivamente, levando o povo para as ruas:

 

“Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!

 

Brasil, acima de tudo; Deus acima de todos. Inclusive, das corporações.

 

 

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