fbpx

O PT promoveu, na audiência com o ministro Paulo Guedes, uma selvageria

A reforma da Previdência Social, de certa forma, está tendo uma tramitação esperada pelas resistências oferecidas, mormente, por segmentos que se sentem atingidos, como os servidores públicos, mas, em especial, pela oposição na Câmara dos Deputados, tendo à frente a tropa de choque do PT, que é a própria bancada do partido. É como se o PT nunca tivesse sido governo, não fosse o responsável pelos maiores escândalos de roubalheira do dinheiro público, não estivesse com o seu maior ídolo na cadeia, o ex-presidente Lula, e não tivesse a menor responsabilidade em matéria de tamanha relevância, como a reforma da Previdência Social.

Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, compareceu a uma audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, para debater, justamente, a Previdência Social. O ministro tem sido, para todos os efeitos, o principal caixeiro-viajante desse tema, e tem se mostrado pronto ao debate, à discussão, ao esclarecimento. Entretanto, ontem, na referida audiência pública, o ministro foi ofendido, desconsiderado, desrespeitado pelos deputados do PT, em especial, pelo filho do ex-ministro José Dirceu, o deputado Zeca Dirceu que o acusou de ser “tigrão” na discussão com os aposentados, com os trabalhadores rurais, professores, e “tchutchuca” com os banqueiros, o que provocou o maior tumulto na sessão, tendo o jovem deputado paranaense Felipe Francisquini sido obrigado a encerrar a sessão da audiência pública.

A bancada do PT na Câmara dos Deputados é o retrato do povo do PT, profissional da crítica, da agressão, da inconsequência. Esse povo, que esteve no poder por treze anos seguidos, não se dá do tamanho do estrago que fez ao País, dá de ombro quando acusado de roubalheira, como se o assunto não pertencesse ao PT, e cria uma verdadeira anarquia na Câmara dos Deputados, casa do Parlamento Brasileiro, que tem a missão de votar a reforma da Previdência Social, um assunto que se impõe à realidade brasileira, diante das circunstâncias do agravamento das contas públicas, em que o déficit da Previdência Social é o carro-chefe de toda essa crise.

Os deputados petistas, na falta de argumento mais convincente, partem para a ofensa pessoal, o desrespeito pessoal, a agressão pessoal, como fizeram ontem com o ministro Paulo Guedes e farão com qualquer outro membro do governo que compareça à Casa para tratar desse ou de qualquer outro assunto de interesse do Brasil. Eles, não só apostam, como praticam o “quanto pior, melhor”, e se entregam à prática da mais condenável selvageria verbal, pouco se importando com o decoro na instituição em que se encontram. O deputado Zeca Dirceu é filho do ex-ministro José Dirceu, que surgiu como a figura central no Mensalão e foi preso pela Operação Lava Jato e que só se encontra em liberdade pela generosidade de seu amigo pessoal e antigo subordinado, o ministro Dias Toffoli, hoje presidente do Supremo Tribunal Federal. Mas, o filho, como petista genuíno, tem convicção de que o pai é, de fato, “herói do povo brasileiro”. E, com essa convicção, desconsidera e agride um ministro da República, desvirtuando e comprometendo uma audiência pública para debater um tema de interesse nacional, a reforma da Previdência Social.

De outro lado, parece haver um efeito contrário positivo, eis que a esse procedimento criminoso do PT, deputados de partidos de centro mais alinhados ao governo se dão conta do dever de reagir e de assumir a defesa da proposta do governo, assegurando a necessidade de sua aprovação.

Mas, fica a exibição, em tempo real, do que, de fato, representa o PT, verdadeira organização criminosa.

Um comentário em “O PT promoveu, na audiência com o ministro Paulo Guedes, uma selvageria

  • abril 4, 2019 em 09:33
    Permalink

    Bom dia. E quem é grande e único responsável, por colocar esses “representantes do povo” comprometidos, única e exclusivamente com interesse pessoal e despreparados para defender as causas de interesse nacional. Nós mesmos, os seus eleitores.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *