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Marcelo está criando um canteiro de obras na cidade. Olhando para 2020

É comum se falar em canteiro de obras. Aliás, é o sonho de todo o administrador público, eis que canteiro de obras significa trabalho, que resulta em prestígio e que vai se transformar, lá na frente, em voto. E voto como produto de obra, de benefício público, de melhoria urbana carrega a marca da fidelidade, não tendo dinheiro que mude. E, se considerarmos que estamos em tempos de se construir prestígio em cima de trabalho, porquanto dinheiro em campanha eleitoral está sendo ingrediente complicado, o pontagrossense, que está tendo problema para circular no centro da cidade, por conta de obras na Rua do Rosário; na confluência da Visconde de Taunay com a João Manoel dos Santos Ribas, pela vistosa rotatória que está sendo montada e transformando aquele local: na Monteiro Lobato e na Avenida Carlos Cavalcanti, onde está sendo refeito todo o pavimento – e refeito com qualidade -, não deve se irritar, eis que, prontas todas essas obras, o trânsito haverá de ter fluidez, muito melhor do que antes, justamente, por conta de todas essas obras que estão sendo feitas levando em consideração o que se chama de “mobilidade urbana”. Vale o exemplo da rotatória na Avenida dos Vereadores com a Leopoldo Guimarães da Cunha, na altura da OAB e da Viação Campos Gerais.

E, tudo indica, que, daqui para a frente, é bom o pontagrossense “jair” se acostumando com transtorno no trânsito, em outros pontos da cidade, por claras indicações de que tudo o que está sendo feito faz parte de um pacote abrangente, que remete para um audacioso plano de pavimentação, capaz de consagrar o governo do prefeito Marcelo Rangel como detentor do maior volume de obras de pavimentação da história da cidade. E, considerando que Marcelo já está em seu segundo governo, esse arrojado programa de obras que vai se intensificar, a partir de agora até o final de outubro do ano que vem, pelo menos, terá ele no comando, tanto do referido programa de obras, quanto da campanha eleitoral de seu candidato à sua própria sucessão.

E, por falar em sucessão, é forçoso acrescentar o nome do deputado federal e secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, que, se hoje já tem assegurada expressão política, no processo eleitoral do ano que vem terá força e prestígio na alavancagem da candidatura escolhida por seu irmão para sucedê-lo na Prefeitura Municipal. Se Marcelo Rangel e Sandro Alex, que já conquistaram uma página singular na História Política de Ponta Grossa, conseguirem eleger o sucessor de Marcelo na Prefeitura, um dos dois, ou até os dois haverão de se constituir em nomes importantes, a nível estadual, para as eleições de 2022. Não custa lembrar que o prefeito Marcelo Rangel, ao seu tempo de deputado estadual, manifestou um dia que seu projeto de vida pública passa por um candidatura ao Senado da República. E, em 2022, estará vencendo o terceiro mandato consecutivo do senador Álvaro Dias, que estará se aproximando da casa dos oitenta anos.

Por ora, são conhecidos os nomes dos adversários dos Irmãos Marcelo e Sandro, que atendem pelos nomes de deputado federal Aliel Machado e do ex-deputado estadual Márcio Pauliki. E, diante do quadro reinante, é possível considerar que tanto o prefeito Marcelo Rangel, quanto seu irmão, o deputado e secretário Sandro Alex, decidiram priorizar todo um vistoso pacote de obras e recursos para a cidade, como os R$ 35 milhões já conquistados por Sandro Alex em Brasília para a ampliação do Aeroporto Santana, para, garantidos em tais realizações, definirem o nome do candidato que apresentarão ao eleitorado pontagrossense.

E todo esse asfalto vai pesar no processo eleitoral do ano que vem.

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