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O MST não manda mais no INCRA. E o INCRA não conversa mais com o MST

Como prometido em praça pública, o presidente Jair Bolsonaro está a comandar a volta do Brasil a normalidade. Em sua posse, a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, disse uma frase, que provocou muita discussão – menino veste azul e menina veste rosa. Houve um exagero no questionamento a ministra, como se ela tivesse falado uma barbaridade, quando a sua fala retratou apenas a normalidade. Nada além disso. Nada a justificar a gritaria dos que pregam o famoso “politicamente correto”. Por sinal, é politicamente correto, por ser normal, um homem casar com uma mulher e uma mulher casar com um homem. Esse é o proceder normal do gênero humano. Mas, como toda a regra tem exceção, homem casar com homem e mulher casar com mulher é a exceção da regra. Só que a exceção não precisa de lei, de julgamento do STF, de imposição de aceitação. Exceção, aceita-se, sem se sobrepor a regra. Simples, assim, e a vida continua.

Agora, o novo ouvidor agrário nacional do INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária -, coronel João Miguel Souza Aguiar Maia de Souza, determinou a todas as superintendências regionais do INCRA que seus dirigentes e funcionários não recebam mais entidades ou representantes  que “não possuam personalidade jurídica”. Em outras palavras, que não sejam entidades organizadas, que estejam dentro da Lei e comprometidas com a ordem e a normalidade democrática.

Na prática, a determinação do coronel Souza Aguiar significa que o INCRA deixou de ser a casa do MST e que o MST não mais será recebido pelo INCRA e que invasores de terra serão tratados como transgressores da Lei, ou, no idioma mais objetivo, como criminosos. Nada, absolutamente, mais normal, mais natural.

Um movimento, fora da lei, que invade uma propriedade, que depreda a propriedade, que mata animais da propriedade, que agride e atropela funcionários da propriedade não pode ser tratado com respeito e consideração pelo Poder Público. Não pode, ou jamais poderia, ser recebido no gabinete do presidente da República, e o presidente da República, no que sempre lhe pareceu “politicamente correto”, tomar o boné vermelho de um invasor de terra alheia e colocar em sua cabeça.

Ou seja, no INCRA, também, o Brasil está voltando a normalidade. Os dirigentes do INCRA vão se reunir, receber e discutir temas relativos à terra com movimentos organizados. João Pedro Stédile, condecorado com a Medalha Tiradentes pelo ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel, não tem mais entrada franqueada no INCRA. Nem ele, nem qualquer representante de seu famoso exército, como sempre proclamou aquele responsável pelo desmonte de toda a hierarquia da  normalidade e que foi presidente da República e que hoje se encontra preso na Superintendência da Policia Federal do Paraná, em Curitiba, Luiz Inácio Lula da Silva. É o Brasil voltando a ser um país normal, onde o cidadão de bem vive a plenitude de sua liberdade e o criminoso é colocado na cadeia.

Por onde anda, mesmo, o tal de João Pedro Stédile?… E aquele líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, acostumado a comandar invasão de prédio público, chamado Guilherme Boulos?…

Seguramente, estão com medo dessa volta do Brasil a normalidade. E a normalidade do que esse novo Brasil possa fazer com eles.

Um comentário em “O MST não manda mais no INCRA. E o INCRA não conversa mais com o MST

  • fevereiro 23, 2019 em 22:07
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    Concordo em gênero, número e grau. Vamos colocar as coisas nos devidos lugares. Cidadão é cidadão e bandido é bandido.

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