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Plauto festeja o fortalecimento do DEM, com Maia na Câmara e Alcolumbre no Senado

Em 1984, o regime militar dando sinais visíveis de cansaço, com um presidente, general João Baptista de Oliveira Figueiredo, não vendo a hora de ir para a casa, a Arena, que virou PDS, foi para a sua convenção para definir o nome de seu candidato a disputar, no Colégio Eleitoral, a sucessão do general Figueiredo. E, na convenção, se apresentaram o deputado Paulo Maluf e o ex-ministro Mário Andreazza. Com a vitória de Maluf, partidários de Andreazza partiram em retirada do PDS, para fundar o PFL – Partido da Frente Liberal – e compor, com o governador de Minas Gerais, Tancredo Neves, do PMDB, a chapa para se defrontar com Maluf no Colégio Eleitoral. Com a sabida vitória de Tancredo, que morreu antes de assumir, o que fez que seu vice, José Sarney, que havia saído com os revoltosos do PDS e se filiado ao PMDB, virasse presidente da República .

O PFL apoiaria, na sequência, Fernando Collor e, depois, Fernando Henrique Cardoso, com a indicação do senador Marco Maciel para vice, nos dois períodos de governo de FHC. Bons momentos que foram perdendo força com Lula, especialmente, porque deputados e senadores dos Estados do Norte e Nordeste foram perdendo eleições, por conta do Bolsa Família, o que fez com que o partido perdesse expressão.

Como estratégia para criar um novo ânimo, o PFL resolveu mudar de nome, e aí surgiu o Democratas, que está a viver o seu melhor momento, eis que na eleição presidencial do ano passado o partido se dividiu, entre as candidaturas de Jair Bolsonaro, com Plauto aqui no Paraná, e Geraldo Alckmin, com Cida Borghetti, Ricardo Barros e Beca Lupion, aqui no Estado.

Vencedor das eleições, o presidente Jair Bolsonaro escalou o gaúcho Onix Lorenzoni, do Democratas, seu amigo e companheiro da Câmara dos Deputados, para ser o coordenador político de seu governo. E Onix leva para o governo o deputado federal matrogrossense Luiz Henrique Mandetta para o Ministério da Saúde, e a deputada federal sulmatogrossense Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura. Eis o Democratas vivendo seu grande momento.

Mas, o partido queria mais e saiu em campo para a conquista de mais poder e representatividade. E, aí, o deputado carioca Rodrigo Maia conseguiu se reeleger para o seu terceiro mandato como presidente da Câmara Federal, enquanto o senador amapaense Davi Alcolumbre, num confronto extraordinário com Renan Calheiros, conquista a presidência do Senado da República. Com isso, o DEM, além de três ministérios, comanda, hoje, as

duas casas do Congresso Nacional. O feito só não é inusitado, porque o MDB já presidiu as duas casas, com Eduardo Cunha na Câmara e Renan Calheiros no Senado. Cunha saiu da presidência da Câmara para ir para a cadeia, enquanto Renan, em gestão anterior, teve de renunciar a presidência do Senado para evitar uma cassação de mandato. Ou seja, o ineditismo do feito do DEM está no fato de que, no campo da ética e da moral, não se pode estabelecer a menor comparação entre Eduardo Cunha, do MDB, e Rodrigo Maia, do DEM; e Renan Calheiros, do MDB, e David Alcolumbre, do DEM.

Por ter tido ativa participação na campanha de Jair Bolsonaro, para presidente da República, e de Ratinho Júnior, para governador do Estado, o deputado Plauto Miró Guimarães Filho enalteceu, na Assembleia Legislativa, esse grande feito de seu partido, com olhos já postos nas eleições municipais do ano que vem.

Plauto ajudou a fundar o PFL, ao lado de seu pai, e, com a morte de seu pai, assumiu o comando do PFL e, na sequência, do DEM, em Ponta Grossa e nos Campos Gerais.

Um comentário em “Plauto festeja o fortalecimento do DEM, com Maia na Câmara e Alcolumbre no Senado

  • fevereiro 6, 2019 em 07:54
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    Mandetta também é sul-mato-grossense.

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