Ratinho congela vencimentos do primeiro escalão. É um primeiro gesto da mudança

O governador Carlos Massa Ratinho Júnior, ainda que não pertença ao PSL e não tenha se lançado ao Palácio Iguaçu junto com Jair Bolsonaro, apresenta uma extraordinária identidade de mudança, de renovação, de seriedade na administração do dinheiro público. Agora, mesmo, anuncia que o reajuste de 16% dado aos ministros do STF não alcançará o primeiro escalão do governo do Paraná. Como é sabido, o vencimento de um ministro do STF é referência para os demais vencimentos, salários e subsídios no serviço público, seja de servidor de carreira, seja de representante do povo, eleito no ano passado. É um notável efeito cascada que produz um extraordinário rombo nas contas públicas. Mas, os ministros do STF não se preocupam com a realidade social da população, nem com as consequências do reajuste de seus vencimentos nos orçamentos públicos.

Pelo que foi anunciado pelo governador, a economia será de R$ 600 mil por mês, e mais de sete milhões no ano. Muito mais que esse valor financeiro, a atitude do governador Ratinho Júnior é uma eloquente demonstração da seriedade de postura, em relação aos compromissos assumidos na campanha eleitoral.

O governador do Paraná se revela, sim, como uma nova geração de políticos, comprometida com a seriedade, com a probidade administrativa, com a renovação, verdadeiramente, qualitativa da classe política brasileira. E, ao agir como está demonstrando em seus primeiros passos, Ratinho Júnior faz uma bonita parceria com o presidente Jair Bolsonaro, com as primeiras decisões tomadas em Brasília, nessa mesma direção de combate a corrupção, de busca de uma linha diferente de governar para o bem comum, de romper uma cultura criminosa de assalto ao dinheiro público e de decidir, não pelo interesse maior da sociedade, mas, sim, pelo interesse de grandes grupos, de grandes corporações, de verdadeiras quadrilhas que tem sobrevivido à sombra dessa desmedida desonestidade.

E esses ventos, que sopram de Brasília e sopram do Paraná, haverão de soprar também de outros recantos do Brasil, porquanto foi o clamor popular pelo restabelecimento da dignidade na vida pública, pela moralidade na administração pública, pela decência na representação popular que promoveu uma notável renovação política nas urnas, em outubro do ano passado. E os novos eleitos, por essa ventania da mudança e da transformação, não podem errar, não podem frustrar, não podem desmerecer a confiança que receberam do eleitor nas urnas. A oportunidade de uma grande virada, da corrupção para a honestidade, da irresponsabilidade para a seriedade, do crime organizado para o rigor da Lei é histórica, é revolucionária, é única. As pessoas não acreditavam mais, tamanho foi o desregramento moral, que tomou conta do País inteiro, envolvendo a própria sociedade, numa banalização criminosa a que se chegou com a prática da corrupção. Nunca é demais lembrar, que o senador Álvaro Dias, já no primeiro governo de Lula, acusava o PT de estar “banalizando a corrupção no Brasil”, aquela história do “todo mundo rouba” e a outra, famosa também, do “rouba, mas faz”. Porém, o povo chegou aos limites quase impossíveis da tolerância, e saiu às ruas clamando por um novo Brasil, um novo Paraná.

E o Novo Brasil já está se apresentando ao povo brasileiro, pelas decisões firmes e corajosas do governo do presidente Jair Bolsonaro, o que se repete, aqui no Paraná, com as primeiras medidas tomadas pelo governo de Ratinho Júnior.

É nessa linha que o Novo Paraná e o Novo Brasil haverão de engrandecer o brasileiro do Paraná e o brasileiro do Brasil inteiro.

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