A esquerda guerrilheira vai continuar no palanque para combater o governo de Bolsonaro

O governo do presidente Jair Bolsonaro precisa levar a sério a declaração do próprio Presidente de que “não podemos errar”. O governo não pode errar, primeiro, porque precisa resgatar o compromissos assumido com o povo nas ruas e praças do País inteiro, durante a campanha. O governo não pode errar, segundo, porque Bolsonaro montou uma equipe diferente de tudo o que se costumava fazer, no balcão de negócios do “toma lá, dá cá”, de modo, a demonstrar que a estratégia foi correta, por ter privilegiado a competência, sem barganha por voto. E o governo não pode errar, em terceiro lugar, porque precisa silenciar a esquerda guerrilheira, que insiste em não descer do palanque, não no bate-boca com ela, mas, sim, nas ações efetivas de recuperação da economia, do restabelecimento da moralidade pública, por meio do combate à corrupção, por uma verdadeira guerra ao crime organizado. Serão essas conquistas que irão silenciar o PT.

A esquerda guerrilheira não se limita aos militantes políticos dos partidos de esquerda, pois alcança os jornalistas de esquerda, em seus comentários no rádio e na televisão e nas colunas na mídia impressa, os professores de esquerda, nas salas de aula, e religiosos, em púlpitos de igrejas. Esse povo todo não se convence de ter perdido a eleição e, por isso mesmo, está determinado a tudo fazer para conturbar o mais possível o governo de Bolsonaro, acusando, criticando, inventando. Esse povo não tem formação democrática. Esse povo está defendendo o novo mandato de Nicolás Maduro, na Venezuela, a partir de quinta-feira. Esse povo roubou, corrompeu, quebrou o País. Mas, não se entrega, porque faz-de-conta de que nada disso é com eles, Lula é herói e José Dirceu é o “guerreiro do povo brasileiro”. Esse povo não pensa no Brasil, não quer o melhor para o Brasil, não luta pelo Brasil. Esse povo fez de tudo para quebrar o Brasil. Depois de quebrado, esse povo queria se apoderar, de vez, do Brasil. Só que o impeachment da Dilma não estava no roteiro deles. E, aí, a obra ficou inacabada. Eis tudo o que explica o ódio, o desejo de vingança, a declaração de guerra ao governo de Jair Bolsonaro, que tem o compromisso de destruir todas as armadilhas criminosas deixadas pelo PT, para reconstruir o Brasil. Tudo o que eles não aceitam.

É, por isso, que o presidente Jair Bolsonaro e seus ministros não podem errar. É, por isso, que deputados e senadores reeleitos e deputados e senadores eleitos, fora dos quadros dessa esquerda criminosa, precisam agir em favor do Brasil, formando uma base consistente de apoio ao governo de Bolsonaro, para que, de fato, seja possível a construção de um novo Brasil, ou, como pregava o senador Álvaro Dias na campanha presidencial, que aconteça a refundação da República. E, aí, os movimentos que se fizeram presentes na campanha eleitoral, em favor de Jair Bolsonaro, não podem se desfazer, não podem voltar para a casa, não podem se descuidar, porque o inimigo não morreu, quando muito está ferido de morte. E, tal qual fera ferida, continua a avançar em quem vê pela frente.

Os brasileiros de bem, com ênfase para todos os que possuem responsabilidades públicas, do vereador ao senador, do prefeito do menor município ao presidente da República, mais do que nunca, precisam se mostrar unidos nessa marcha longa e desafiadora da reconstrução do Brasil, da refundação da República, da recomposição dos valores tradicionais da sociedade nacional, a partir da preservação e da salvação da Família.

Há todo um Rubicão a ser atravessado. E se as forças do bem se mantiverem unidas e reunidas, o presidente Jair Bolsonaro poderá, lá na frente, repetir Júlio César: “Vim, vi e venci!” Com e pelo povo brasileiro.

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