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Com quatro dias no Planalto, Bolsonaro vem sendo pauta da crítica na Folha e na Globo

O presidente Jair Bolsonaro vai completar, na segunda-feira, 7, sua primeira semana no Palácio do Planalto. E, nesse curto, muito curto espaço de tempo, está a merecer críticas duras em parte da Imprensa, especialmente da mídia impressa, ainda que a televisiva não fique atrás. A mídia impressa mais agressiva é a “Folha de S. Paulo”, que chegou a classificar o discurso do presidente Bolsonaro, na posse, em editorial, de “tresloucado”, não escondendo o desejo de um acerto de contas, pelos desentendimentos havidos no curso da campanha eleitoral, em que Bolsonaro chegou a pedir o fechamento do jornal. Jornalistas da Rede Globo, também, estão com a “faca nos dentes” para atingir o presidente Bolsonaro e o seu governo.

Em seu discurso, no Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro chegou a falar em necessidade de um pacto, reunindo a sociedade, o Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário para um esforço único para tirar o Brasil da crise a que foi levado pelos 14 anos de governos do PT. Foi um dos pontos altos da fala presidencial, que os editorialistas da Folha não ouviram, nem lhes contaram. Talvez, por isso, o discurso tenha sido “tresloucado”, conforme disse o jornal paulista.

Agora, a bola da vez virou a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, por conta de uma frase comum da lógica da sociedade humana, “menino se veste de azul e menina se veste de cor-de-rosa”. O povo da esquerda se esgoelou nas redes sociais, com repercussão nos veículos de comunicação social simpáticas ao PT e à sua causa, como se a frase da ministra, dita em sua posse, na quarta-feira, exprimisse alguma coisa de terrível para a formação de nossas crianças. A frase da ministra está coerente com o governo que ela integra, com o discurso do candidato Jair Bolsonaro que virou presidente da República, ao condenar a ideologia de gênero do PT em estar levando para as escolas temas de sexualidade para as crianças. E a orientação do novo governo e a frase da ministra Damares, em resumo, querem dizer que as crianças de hoje têm o direito de ser criadas como nós, adultos de hoje, fomos criados por nossos pais, avós, professores, longe de qualquer tipo de ideologia maluca e criminosa. E, a partir daí, não vejo onde possa estar um tremendo absurdo no que disse a ministra, para um batalhão da esquerda, que continua em campanha, tenha tornado o assunto como tema referencial de um debate político, de quarta-feira para cá. O governo do presidente Bolsonaro é a contrariedade de tudo o que foi e representou o tempo do PT no governo. Bolsonaro, por ser  de direita, sempre combateu o PT e a esquerda. E fez isso durante toda a campanha. E, justamente, por isso, ganhou a eleição, porque mais de 57 milhões de brasileiros são contra o PT, são contra as esquerdas.

Na Câmara dos Deputados, PT e os demais partidos de esquerda estão enlouquecidos, porque o deputado Rodrigo Maia, presidente da Casa e candidato à reeleição, negociou o apoio do PSL, o partido de Bolsonaro, que tem 52 deputados. Querem beber o sangue de Rodrigo Maia. Esse povo não sabe viver em democracia. Esse povo só usa a democracia para seus projetos socialistas, como aconteceu nos 14 anos de Palácio do Planalto, com uma sucessão de escândalos de roubalheira do dinheiro público como nunca se viu na História do Brasil. Nas urnas, esses esquerdistas perderam para Jair Bolsonaro, e não se conformam. Continuam em campanha, acusando Bolsonaro de tudo o que eles são. Só não conseguiram, ainda, acusar Bolsonaro de ladrão. Por serem o que são e por dizerem que Bolsonaro é, não estiveram na posse de Bolsonaro. E, agora, não se conformam de a posse ter sido uma grande e bonita festa cívica do povo brasileiro.

E, a sustentar esse povo das esquerdas, estão jornalistas da Folha e da Globo. Jornalistas que acharam que Bolsonaro pronunciou um discurso “tresloucado” na posse. Mas que não acham, nem de longe, que Lula e Dilma foram tresloucados em seus 14 anos de Palácio do Planalto, Tresloucados de ladrões.

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