Cida encerra mandato, com o único destaque de ter sido a primeira mulher a governar o Paraná

Maria Aparecida Borghetti, Cida Borghetti, foi primeira dama de Maringá, ao tempo em que o marido, Ricardo Barros, foi prefeito, de 89 a 92, deputada estadual, deputada federal, estadual, de novo, vice-governadora e governadora do Estado. Como vice-governadora, foi a segunda mulher a ocupar tal posto, eis que, antes dela Continue lendo “Cida encerra mandato, com o único destaque de ter sido a primeira mulher a governar o Paraná”

Jurista defende advogado que disse que o STF é uma vergonha. E representa contra Lewandowski

O jurista Modesto Carvalhosa protocolou na Procuradoria-Geral da República uma notícia-crime para a apuração, em procedimento investigatório criminal, da prática, em tese, de crime de abuso de autoridade por parte do ministro do STF Ricardo Lewandowski, dia 4 de dezembro último, pelo fato de o advogado Cristiano Caiado de Acioli Continue lendo “Jurista defende advogado que disse que o STF é uma vergonha. E representa contra Lewandowski”

PT, PSOL e PCdoB anunciam boicote a posse de Bolsonaro. Não irão fazer falta

As eleições terminaram no dia 28 de outubro, a Justiça Eleitoral proclamou os resultados, diplomou os eleitos, que tomarão posse, agora, na próxima terça-feira, tudo na mais absoluta normalidade das regras que norteiam o regime democrático brasileiro. O povo votou para presidente da República, e o mais votado foi proclamado vencedor. Continue lendo “PT, PSOL e PCdoB anunciam boicote a posse de Bolsonaro. Não irão fazer falta”

Aécio Neves e Beto Richa desonraram avô e pai e comprometeram uma nova geração

Desde 1982, quando foram restabelecidas as eleições diretas para os governadores estaduais e prefeitos das capitais e de municípios de fronteiras, a sociedade brasileira passou a alimentar a esperança do surgimento de uma nova classe política, com lideranças afirmativas, capazes de traduzir o alvorecer de um novo tempo para a República do Brasil. E, justamente, naquele ano de 1982, há trinta e oito anos passados, portanto, Tancredo Neves era eleito governador de Minas Gerais e José Richa era instalado pelo povo no Palácio Iguaçu, aqui no Paraná.
Tancredo Neves, com a ativa participação de José Richa, Mário Covas Franco Montoro, Ulysses Guimarães, deixou o governo de Minas, antes da metade de seu mandato, para disputar a última eleição para presidente da República, pelo sistema indireto no Colégio Eleitoral. E venceu, mas não tomou posse, porque morreu às vésperas da posse. E, hoje, é possível abordar a questão, especialmente para os que falam em golpe, pois golpe houve no dia 15 de março de 85, quando José Sarney tomou posse como presidente da República, na condição de vice de Tancredo, que, sequer, chegou a ser empossado. Diante da comoção nacional, ninguém falou em golpe, e Sarney virou presidente da República, subalterno às ordens de Ulysses Guimarães e do MDB. E lá a corrupção começou a ganhar corpo.
E o neto de Tancredo virou deputado federal, senador da República, governador de Minas Gerais, por dois mandatos, senador, de novo, candidato a presidente da República. Pego em grossa corrupção, chegou a ser preso e, hoje, sem condições de se reeleger senador, se elegeu deputado federal, sendo um homem público sem prestígio e sem moral, nada tendo a ver com a grande da biografia do avô. Eis Aécio Neves!
José Richa foi deputado federal, prefeito de Londrina, senador, governador do Paraná e senador, de novo. Homem público decente, honrado, benquisto pelo povo. Teve seu nome citado para disputar a Presidência da República, mas não tinha esse projeto em sua carreira política.
Seu filho mais velho, Carlos Alberto Richa, o Beto Richa, foi candidato a vereador em Curitiba, e perdeu a eleição. Depois se elegeu deputado estadual, vice-prefeito, por duas vezes, e prefeito, também por duas vezes, de Curitiba, de onde saiu, com prestígio em alta, para se eleger governador do Estado, repetindo a façanha de seu saudoso e honrado pai. Foi eleito governador em 2010 e reeleito em 2014, deixando o cargo no início de abril de 2018 para ser senador da República. Ao deixar o Palácio Iguaçu, foram abertas as comportas de seu mar de corrupção, tendo sido preso, antes do início da campanha eleitoral, e, assim também, a sua esposa, uma senhora distinta, líder, laboriosa da causa social, Fernanda Richa, e seu irmão, que carrega o nome do pai, que não soube honrar, José Richa Filho, o Pepe Richa, que, por sinal, se encontra foragido, com suspeita de estar fora do Brasil. Eis o que os dois filhos do grande José Richa fizeram com o legado do pai, com o nome do pai, com a história do pai. É verdade que as bandalheiras dos filhos, em nada, desfazem a grandeza da obra do pai.
Da mesma forma, como as bandalheiras do neto de Minas Gerais em nada desabonam ou desonram a história do hábil político brasileiro, que foi Tancredo Neves. Mas, filhos e neto se tornam indignos do pai e do avô que tiveram.
Trinta e oito anos depois daquele histórico 1982, eis que começam a surgir as lideranças sonhadas pela sociedade brasileira. Se um neto desmereceu a história do avô e um filho desonrou a obra do pai, eis que jovens lideranças, sem vínculos familiares de natureza política, estão a se apresentar nos Estados, com olhos postos na política nacional. Como são jovens, podem esperar, com tranquilidade, a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2022, quando poderão ser reeleitos também, para, então, em 2026 poderem se apresentar ao eleitorado brasileiro.
No Paraná, temos o governador eleito Carlos Roberto Massa Ratinho Júnior, enquanto em São Paulo há o governador eleito João Dória, sendo preciso prestar atenção, também, no desempenho dos novos governadores do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.
São as promessas do futuro. Que não percam de vista esse futuro,
 

Congresso Nacional precisará acompanhar e apoiar as mudanças propostas por Bolsonaro

Nas eleições deste ano, 57 milhões de brasileiros fizeram uma opção histórica pelo discurso de mudanças estruturais no comportamento da sociedade e no agir da classe política. Os mais de 57 milhões de pessoas elegeram o candidato Jair Bolsonaro, para promover reformas onde elas se façam necessárias, a começar pela obrigação Continue lendo “Congresso Nacional precisará acompanhar e apoiar as mudanças propostas por Bolsonaro”

Bolsonaro vai rever atos de 60 dias de Temer. Ratinho também deveria rever atos de Cida

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, por meio de sua equipe de transição, que vai rever todos os atos do governo de Michel Temer, nestes últimos sessenta dias. Ou seja, deste os resultados das eleições do segundo turno. Ou, ainda, durante todo o tempo em que durou o processo da transição. E não há nada de errado em tal decisão Continue lendo “Bolsonaro vai rever atos de 60 dias de Temer. Ratinho também deveria rever atos de Cida”

Sandro, na Secretaria de Infraestrutura, poderá ser sucedido pelo irmão Marcelo, em 2021

O deputado federal e futuro secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, concedeu uma entrevista do “Jornal da Manhã” e “ARede”, em que disse aos seus eleitores que ele, mesmo sendo secretário, continuará sendo deputado, atendendo pleitos dos municípios que representa em Brasília. Continue lendo “Sandro, na Secretaria de Infraestrutura, poderá ser sucedido pelo irmão Marcelo, em 2021”

Daqui a uma semana, o Brasil vai inaugurar um novo jeito de fazer política, sem corrupção

Na terça-feira, que vem, toma posse o novo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, em meio a uma grande expectativa de mudança, eis que foi a proposta de mudança que empolgou o povo na campanha eleitoral e o consagrou nas urnas. Mudança no jeito de fazer política, mudança no combate ao crime organizado, mudança Continue lendo “Daqui a uma semana, o Brasil vai inaugurar um novo jeito de fazer política, sem corrupção”

O STF não tem mais o respeito da sociedade, porque seus ministros passaram a ignorá-la

O grupo de ministros mais ideologizado do STF tanto tem feito e decidido por conta própria que está por desmerecer a instituição, que deveria honrar e preservar. Esse grupo não prende ninguém, mas solta todo mundo. Esse grupo diverge da Operação Lava Jato, e se coloca de frente contra decisões tomadas para demonstrar Continue lendo “O STF não tem mais o respeito da sociedade, porque seus ministros passaram a ignorá-la”

Ministros do STF se mostram incontidos em ser protagonistas de ações políticas

O Brasil vive um momento rico em sua transição cultural, envolvendo a sociedade, e política, reunindo uma nova classe política. E tudo isso a partir da Operação Lava Jato, em 2014, que revelou para o País a sordidez dos porões do Poder em Brasília, em que o dinheiro público passou a ser fonte financiadora de organizações criminosas, Continue lendo “Ministros do STF se mostram incontidos em ser protagonistas de ações políticas”