Bolsonaro é o nome da revolução no Brasil, e Ratinho Júnior é o nome aqui no Paraná

Se temos períodos importantes em nossa História, como o movimento de 1964, com o regime militar, e depois de 85, com a redemocratização, para ficarmos nos acontecimentos mais recentes, é possível que estejamos a viver um instante que poderá, sim, ter um divisor de tempo em nossa História. A eleição do deputado Jair Bolsonaro para a Presidência da República já constitui um fato inusitado, por conta das circunstâncias muito especiais da campanha, que fugiu, inteiramente, ao formato convencional da discussão da economia, da promessa de grandes obras. Ele falou de família, de combate a corrupção, de enfrentamento ao crime organizado, de compromisso com o restabelecimento da probidade na administração pública. Falou e ganhou a confiança do povo ao desfraldar tais bandeiras. Mais, o apoio a Jair Bolsonaro virou oposição cerrada ao PT, virou desejo e objetivo de impor uma derrota eleitoral ao PT, às esquerdas, pela ânsia da sociedade em se reencontrar com a dignidade pessoal, com a honestidade, com o patriotismo, valores fundamentais da cidadania.

E, aí, Bolsonaro ganhou a eleição, em meio a mudanças importantes na Câmara dos Deputados, no Senado da República, nas Assembleias Legislativas e nos governos dos Estados.

E, aqui no Paraná, todos esses compromissos estiveram, de forma evidente, na campanha do deputado estadual Carlos Massa Ratinho Júnior, que venceu no primeiro turno. Como Bolsonaro, Ratinho andou pelo mundo, para conhecer novos projetos que pudessem se ajustar em seu plano de governo para o Estado. Bolsonaro foi a Israel para conhecer a técnica de ter água potável para a população e para a agricultura em área de deserto. Ratinho também esteve em Israel, e voltou de lá trazendo informações interessantes para a área da tecnologia na Segurança Pública.

Se há sinais visíveis de expectativa favorável para o Brasil, a partir do fenômeno Bolsonaro, há sabida animação com as mudanças que acontecerão no Paraná, pelo projeto inovador e mudancista do governador eleito. Há entusiasmo na economia, há entusiasmo na moralização do trato com o dinheiro público. Os ventos de um novo tempo para o Brasil, também, passam pelo Paraná.

E merece registro uma sinalização diferente, singular do governador eleito, no início desta semana, em relação ao seu proceder com o Poder Legislativo, a Assembleia Legislativa. Tradicionalmente, o nome do presidente da Assembleia sai do gabinete do governador, funcionando a Assembleia como uma espécie de um departamento do Palácio Iguaçu. Tudo coisa do passado.

O governador eleito Ratinho Júnior anunciou que a escolha da nova Mesa Executiva da Assembleia Legislativa é assunto de inteira responsabilidade dos deputados estaduais. Disse ele que, de sua parte, não haverá nenhum tipo de interferência, pois, segundo ele, quem não entendeu o recado das urnas, sobre um novo proceder da classe política, com respeito a divisão dos poderes, é sério candidato a deixar a política. Se existem pessoas inteligentes, entre os deputados estaduais, como destacou, eles saberão decidir, da melhor maneira. Como, da melhor maneira, haverão de ter consciência da responsabilidade em estabelecer sadia e salutar parceria com o Poder Executivo, em nome da prioridade absoluta do interesse maior e soberano do povo do Paraná. Sem balcão de negócios com entrega de secretarias em troca de apoio. Os deputados cumprem o dever de legislar na Assembleia Legislativa e o governador cumpre o seu dever de governar o Estado. Com respeito e autonomia, de parte a parte.

É um novo tempo no Paraná se somando ao novo tempo do Brasil.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *