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Moro sempre disse que a Lava Jato, sozinha, não acabaria com a corrupção. Agora, tem Bolsonaro

Indiscutivelmente, a Operação Lava Jato é o grande acontecimento, na História do Brasil, a se contrapor a outro grande acontecimento, aliás, o maior de todos em todos os tempos, o da roubalheira do PT, com Lula à frente. E o juiz Sérgio Moro, na maioria de suas palestras, Brasil afora, sempre disse que a Operação Lava Jato, sozinha, não iria acabar com a corrupção no Brasil. Como isso, sempre deixou claro que havia a necessidade do engajamento da sociedade, a fim de que a corrupção sofresse um golpe de morte.

E eis que, agora, policiais federais, procuradores federais e o juiz Sérgio Moro, que compõem a Operação Lava Jato, ganham um aliado que, seguramente, nunca imaginaram, pela sua importância e autoridade, o presidente eleito da República do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Assim, é possível apostar que, mais do que nunca, a corrupção será golpeada de morte, a partir de primeiro de janeiro, pelo apoio do novo governo a Lava Jato e pela postura evidente do novo governo diante da moralidade na administração pública. Que Odebrecht da vida se permitirá a pedir um encontro com o futuro presidente da República para lhe propor um projeto com pagamento de propina? Que Odebrecht da vida vai dizer ao presidente Jair Bolsonaro que, encerrado seu período de governo, terá à sua disposição de R$ 300 milhões para seus gastos pessoais e políticos? Quem imagina que, nessa nova ordem política que vai se estabelecer no Brasil, a partir de primeiro de janeiro, haverá autorização para que o BNDES continue a financiar obras de ditaduras corruptas de esquerda, para serem executadas por empresas brasileiras, mediante pagamento de propina?

A eleição de domingo foi o coroamento do sonho da sociedade brasileira. Mais do que nunca, nossa democracia foi salva, porque o compromisso da preservação da democracia no discurso do candidato do PT sempre foi falso, porque o PT não tem, nos fundamentos de seus princípios, a manutenção da ordem democrática. Tanto, assim, que estava na primeira proposta de plano de governo, da campanha de Fernando Haddad, que era para ser a campanha de Lula, a realização de uma assembleia constituinte para reescrever a nossa Constituição. A exemplo do que Hugo Chavez fez na Venezuela, depois de ter se valido da democracia que havia no vizinho país. Reescreveu a constituição da Venezuela e ganhou poderes ditatoriais.

Mas, vale retomar a linha do pensamento da salvação e fortalecimento de nossa democracia, com a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República. Criaram, como estratégia criminosa de guerrilha eleitoral, a retórica de que Bolsonaro trazia consigo o estigma da ditadura militar na ideologia fascista de poder. E esse discurso foi forte e produziu, com certeza, efeitos na eleição, bastando considerar a votação de Fernando Haddad. Quem fala em Deus, até no dito da marca de sua campanha, não traz consigo o germe da mentira, da falsidade, do crime. Assim, Bolsonaro deve governar para a História, por conta da Bíblia, da Constituição e do livro sobre o grande estadista Winston Churchil que exibiu em sua mesa, ao fazer o seu primeiro pronunciamento como presidente eleito.

E, assim sendo, o discurso de Moro sempre alertando que a Lava Jato sozinha não acabaria com a corrupção no Brasil, ajudado, agora, pela ação determinante do presidente Jair Bolsonaro, precisa, de pronto, ter a adesão de toda a sociedade, de modo que, aí sim, a corrupção no Brasil sofra um golpe de morte.

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