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Bolsonaro não é de esquerda e não é ladrão. Surge no horizonte um novo Brasil

O povo cansou da longa e sofrida experiência com a esquerda e clamou por moralidade na administração pública. O povo saiu às ruas para derrubar Dilma Rousseff, por conta do desastre administrativo e pela continuidade da corrupção. O povo se cansou de Michel Temer pela continuidade do desgoverno e pela constatação de um vício de origem, a corrupção.

Por estas razões maiores, o povo elegeu, ontem, o seu novo presidente da República, confirmando o que vinha sinalizando, um candidato de direita e que não fosse ladrão. Aí, consagrou, nas urnas, o deputado Jair Messias Bolsonaro, por uma diferença de dez milhões de votos. Diferença, a rigor, pequena, diante do claro confronto estabelecido no segundo turno, Bolsonaro, de direita e com partido sem vínculo com a corrupção, e Fernando Haddad, de esquerda e de um PT criminoso, corrupto, responsável por ter levado o Brasil ao atoleiro em que se encontra. E, por conta de tal realidade, todo o discurso de Haddad merece ser visto como mentiroso, eis que, na eventualidade de uma vitória dele, não seria ele quem iria governar, mas sim o comando do PT, sob a orientação de sua maior estrela e do maior criminoso político de todos os tempos do Brasil, que se encontra preso em Curitiba, o ex-presidente Lula.

Haddad, por sinal, em seu discurso, após a derrota, foi agressivo, mantendo a promessa de confronto, deselegante, não apenas em não reconhecer a vitória de Jair Bolsonaro, mas em, sequer, pronunciar o nome de sua companheira de chapa, a deputada comunista Manuela D’Ávila. Bem ou mal, o PT fez com que ela desistisse de sua candidatura a presidente para ser a vice de Haddad, pelo PCdoB. Mas, agora, isso pertence contencioso político da esquerda.

Da vitória de Jair Bolsonaro, seguramente, nasce no horizonte político brasileiro um novo mapa, um novo rumo, um novo indicador de cultura. Mais, um claro indicador de apoio e fortalecimento à Operação Lava Jato no combate ao crime organizado e na corrupção, podendo mesmo, aí no discurso do senador e ex-presidenciável Álvaro Dias, servir de inspiração para o surgimento de uma política pública de guerra a roubalheira do dinheiro público, a reforçar, decisiva e definitivamente, a cultura da probidade administrativa, dando ao cidadão honesto, trabalhador e correto a nunca imaginada condição de se orgulhar de tal proceder, convencido que estará de que, de fato, vale a pena ser honesto. É que, até os dias atuais, o PT disseminou no Brasil inteiro o entendimento de que não valia a pena ser honesto, tendo a corrupção ganhado terreno no País inteiro, a partir de Brasília. E o povo, no auge do desespero e da indignação, resolveu bradar nas ruas pelo surgimento de um novo tempo, pelo fim da imoralidade, da roubalheira, da corrupção, saindo à procura de alguém em quem servisse o figurino dessa aspiração política. E eis que, de repente, esse figurino serve num deputado sem prestígio, num cidadão identificado com o cidadão comum, num político que não era de esquerda e que não era ladrão.

Daí, até a vitória de domingo, foi um percurso de luta, porque a esquerda fez de tudo para voltar ao poder, porque precisava terminar a obra que não conseguiu concluir em seus quatro períodos de governo. Só que o povo nas ruas disse que não queria a conclusão dessa obra maligna, porque queria a manutenção da democracia, com um governo eficiente e honesto.

Esse é o desafio do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. E que pode, sim, surpreender, positivamente, o Brasil e o mundo, com um governo eficiente e honesto. Até Rui Barbosa, onde quer que se encontre, deve estar festejando tamanha possibilidade, que, enquanto por aqui, entre nós, nunca acreditou. Ver o homem honesto se orgulhando de ser honesto haverá de lavar a alma do nosso grande valente tribuno baiano.

 

PS: E o Ibope e o Datafolha acertaram, em cima, o resultado da eleição. Diferentemente do primeiro turno, desta vez, impressionaram pela capacidade da exatidão.

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