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Tradicional debate da Globo perde importância nesta campanha eleitoral

A Rede Globo de Televisão sai desta campanha eleitoral como uma das grandes perdedoras, ao lado da campanha que lhe foi simpática, da candidatura do PT, escalada pelo seu líder maior, transformado em maior quadrilheiro da política brasileira, hoje encarcerado da Justiça, em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Globo nem precisou dissimular muito para exibir sua preferência pela candidatura de esquerda.

Mas, essa demonstração de preferência da Globo e, assim, de boa parte dos grandes veículos de comunicação do País pela campanha do PT, merece uma reflexão pelo dado preocupante de sua significação, diante de uma realidade que, a rigor, não comportaria tal procedimento, a partir, mesmo, de uma simples questão de bom senso. Não há como se admitir um engajamento ao PT, pelo mal que esse partido já causou ao Brasil, pela sabida inclinação desse partido para regimes ditatoriais de esquerda. Aliás, não era sem propósito, não, que o primeiro programa de governo do preposto do presidiário de Curitiba, Fernando Haddad, previa uma constituinte para reformar a Constituição de 88, que o partido não votou, sob o comando de Lula, que foi deputado constituinte. E a tal constituinte que o PT colocou em seu programa era para ajustar a nossa Constituição ao projeto de um governo da esquerda socialista, a exemplo do que aconteceu na vizinha Venezuela. E, aí, cabe a pergunta, mas a Grande Imprensa não sabia disso? A Grande Imprensa não sabe o que o PT fez no Brasil? Os tais programas sociais dos governos petistas se prestaram muito mais a desviar a atenção da sociedade para o grande projeto da roubalheira e da corrupção, que asseguraria ao PT comandar o governo por vinte, trinta, quarenta anos, do que, propriamente, para resgatar a dignidade dos pobres e miseráveis do Brasil. Vale a realidade da herança deixada pelos governos do PT.

Como não há crime perfeito, e como Deus é brasileiro, em todo o seu projeto criminoso de poder, o PT cometeu um erro estratégico ao ter perdido o controle na ganância de seu criminoso-mor, número dois, o guerrilheiro e ex-ministro José Dirceu, quando, na chefia da Casa Civil, quis jogar o PTB de Roberto Jefferson na jaula dos leões da corrupção, como a se ver livre dele, nas negociatas com que havia promovido com ele.

Surgiu, então, o que se imaginava ser o maior escândalo de corrupção no Brasil, ainda no primeiro governo de Lula, que ficou conhecido como o Mensalão, que, julgado pelo STF, mandou para a cadeia José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, tendo Lula ficado à margem, como se de nada tivesse tido conhecimento. Estratégia do criminoso profissional, que levou os ministros do STF a condenar José Dirceu pela Teoria do Fato, já que o ex-ministro não havia colocado sua assinatura em nenhum cheque da roubalheira, mas em toda a liberação de cheque lá se encontrava ele. Exatamente, como se dá com Lula, por conta do outro escândalo, o Petrolão, que humilhou o Mensalão. A sua assinatura não aparece em nenhum documento da corrupção, mas nos encontros determinantes dos acertos extraordinários lá estava ele no comando.

A campanha de agora está sendo levada pelo povo, nas ruas, que encontrou em Jair Bolsonaro o seu parceiro no combate a toda essa organização criminosa, a esse estado de desgoverno a que o Brasil foi conduzido pelo PT, por meio de Lula e de Dilma Rousseff. O povo se cansou de tanta roubalheira, corrupção, desonestidade. O povo festejou o surgimento da Operação Lava Jato, ameaçada por estar a enfrentar e prender figuras que se consideravam intocáveis. E Bolsonaro se apresentou ao eleitorado dizendo ser a favor da Lava Jato e mostrando não ser de esquerda e não ser ladrão e disposto a enfrentar o crime organizado no Brasil. Tudo o que o eleitor mais queria, e que nem mais acreditava que pudesse ser possível.

Assim, o tradicional debate do Globo, no último dia de campanha, perdeu a importância. Bolsonaro avisou que não iria. A Globo que ficasse com o PT e Haddad, que ele ficaria com o povo.

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