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Ibope derruba Bolsonaro em dois pontos e levanta Haddad em outros dois, 57 a 43

A pesquisa de ontem, do Ibope, não chega a surpreender, porquanto, ao tempo do PT no poder, o Ibope passou a se prestar a questionamentos, por demonstrações de tendências de favorecimento ao petismo. Nas eleições de agora, do primeiro turno, a derrota de Roberto Requião, no Paraná, de Eduardo Suplicy, em São Paulo, e de Dilma Rousseff, em Minas Gerais, longe de ser o que Requião critica, por aqui, como sendo uma trama do Ibope, por ter colocado Beto Richa em segundo lugar e, com isso, provocado a ira do eleitor, que derrotou os dois, mais parece um gesto de ajuda a tais esquerdistas, na tentativa de levar votos indecisos, para o Senado, para Requião, Suplicy e Dilma. Nas eleições municipais de 2012, aqui em Ponta Grossa, corria a conversa de que, se o candidato do PT, Péricles de Holleben Mello, fosse para o segundo turno com o candidato do PDT, Márcio Pauliki, perderia a eleição. Porém, se fosse para o segundo turno com o candidato do PPS, Marcelo Rangel, ganharia a eleição. Eis que o Ibope, na noite de sábado, mandou Marcelo para o segundo turno, para ser derrotado por Péricles, tirando Pauliki da disputa, por uma diferença de dez pontos, desmentida no domingo, pelas urnas. Nem assim, Péricles conseguiu ganhar a eleição, porque o eleitor pontagrossense queria derrotar o PT. Como derrotou. E como quer derrotar, agora, no Brasil inteiro.

Então, com os números de ontem, o Ibope tira dois pontos de Bolsonaro, fazendo-o cair de 59% da pesquisa da semana passada para 57% e levanta Haddad em outros dois pontos, de 41% da semana passada para 43%, sem que nada de significativo tenha sido verificado em qualquer das duas candidaturas, nesta última semana. Diante da normalidade do processo, a tendência de crescimento de Bolsonaro deveria se manter, em patamares maiores que os de Haddad. A diferença entre os dois, de 18 para 14 pontos, parece não refletir a realidade. Ou seja, os números do Ibope merecem, sim, questionamentos, pois, vale repetir, não há nada visível aos mortais que indique essa aproximação de Haddad para com Bolsonaro. Essa aproximação estaria se dando, apenas, aos olhos do comando do Ibope, que os repassa para o eleitorado todo, na esperança, talvez, de poder ajudar o candidato de um velho amigo, o prisioneiro da República de Curitiba, chamado Luiz Inácio Lula da Silva.

Falando, ainda, das eleições para o Senado, no primeiro turno, na noite de sábado, o Ibope manteve a liderança de Requião, no Paraná, de Suplicy, em São Paulo, e de Dilma, em Minas Gerais. Porém, em menos de 24 horas, o Ibope exibiu a sua especialidade, na pesquisa de boca de urna, jogando Requião, Suplicy e Dilma para as terceiras colocações. Que instituto de pesquisa é esse? Que grau de confiabilidade pode-se atribuir a tal instituto, que não consegue detectar três importantes resultados, em menos de vinte e quatro horas? Com absoluta certeza, a pesquisa de boca de urna do Ibope, no domingo, agora, apresentará números muito diferentes dos revelados na pesquisa de ontem. E, talvez, até mesmo na pesquisa do próximo sábado.

Interessante que a pesquisa do BTG Pactual de sexta-feira, agora, dia 22, conferiu 60% a Jair Bolsonaro contra 40% para Fernando Haddad. E, segundo avaliação do BTG Pactual, “nada vai mudar nos próximos seis dias”.

Pelo histórico de uma e outra pesquisa, melhor ficar com a do BTG Pactual. Pelo compromisso maior com a credibilidade.

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