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Notícias falsas contra o PT são mais graves que as verdadeiras? Boa pergunta

As redes sociais, a despeito dos maus espíritos, são notáveis vias de comunicação, de informação e de conhecimento. Avanço extraordinário da Humanidade, no verdadeiro milagre da Internet, que tornou o mundo pequeno. Agora mesmo, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, acaba de informar que, na investigação que vem sendo feita sobre a origem de e-mails ameaçadores enviados a ministra Rosa Weber, presidente do TSE, um dos responsáveis está sendo localizado no Japão. Olha, só, que coisa notável, na aldeia em que se transformou o mundo pela Internet.

E, na multiplicidade de suas maravilhas, o espaço aberto para todo e qualquer ser humano. Nesse contexto, me deparei com essa indagação, a que estou emprestando para o título da coluna de hoje, por ser ela, simplesmente, notável, tamanha a sua objetividade.

É claro que não pode haver notícia falsa sobre acusações ao PT, porque notícia falsa seria dizer que o Lula é um cidadão exemplar, um notável estadista, um ex-presidente da República que comandou dois períodos de governo realizadores e, acima, de qualquer suspeita de imoralidade. E se tais atrocidades fossem colocadas nas redes sociais, primeiro, que ninguém acreditaria, e, depois, talvez o próprio PT fosse à Justiça, aí com razão, pedir para retirar do ar tais falsidades, eis que nada disso é a marca deles.

Entretanto, como está a fazer, agora, acusando a campanha de Jair Bolsonaro de estar semeando inverdades, injúrias, denúncias contra o PT e seu cândido candidato a presidente da República chega a ser irônico, porque nenhum partido político chegou a ser nominado de “organização criminosa”, por um ministro do Supremo Tribunal Federal, como o PT. Nenhum governante de qualquer outro partido, desde a criação da República, em 1889, comandou um longo período de governo tão ladrão, corrupto e desastroso, como fez Luis Inácio Lula da Silva. E, na sequência, o seu primeiro poste, Dilma Roussef. Nenhum partido consegue exibir dirigentes e militantes tão desonestos e criminosos, como o PT. Aliás, nenhum partido político nacional tem acusação de envolvimento com crime de morte, como o PT carrega, em relação ao ex-prefeito Celso Daniel, de Santo André, com um conjunto impressionante de sete outras mortes seguidas, de pessoas que tinham algum envolvimento com o episódio criminoso. No linguajar jurídico, a isso se dá o nome de morte de arquivo. Mesmo que o cidadão, em vida, jure que nunca vai falar o que sabe, o que viu, o que fez, não merece crédito, por parte do criminoso maior, o mandante. E, aí, surgem as mortes de arquivo.

Assim, é de se impressionar com a falsidade das reações da campanha do candidato do PT e do próprio candidato, que não passa de um preposto do criminoso-mor do partido, que está preso. Mas, fiel ao ensinamento de mentiras, Fernando Haddad tem se esforçado para cumprir bem o seu papel, mentindo no que diz e negando o que fez. Para ganhar voto, não se constrange em retirar a cor característica de seu partido, que é o vermelho, pintar de verde e amarelo o seu nome e prometer barbaridades, como a retomada das obras paradas pelo governo Temer. Coitado do Temer em ter de ouvir uma calúnia escandalosa, como essa. As obras paradas pertencem aos governos criminosos do PT. De Lula, de Dilma, do PT do Haddad.

E um grupo de juristas assina uma manifesto de apoio à candidatura de Fernando Haddad. Essa foi de atormentar o juízo,doída mesmo.

 

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