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Pesquisa do Datafolha repete números do Ibope. Paraná Pesquisas eleva diferença

Na semana passada, o Datafolha mostrou uma diferença de 16 pontos, entre os candidatos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, 58% a 42%, em favor de Bolsonaro. Na sexta-feira, o Ibope aumentou um ponto de Bolsonaro, 59%, e uma queda de um ponto de Haddad, 41%, resultando numa dianteira de Bolsonaro de 18%. Ontem, o Datafolha trouxe os mesmos números do Ibope, de sexta-feira. Já, o Instituto Paraná Pesquisas, num levantamento feito a pedido da revista Crusoé, mostra uma diferença, em favor de Bolsonaro, de 21,8%, ou seja, 60,9% para Bolsonaro contra 39,1% para Haddad.

Considerando que estamos a nove dias da eleição, vale aguardar os números da próxima semana, porquanto na boca do pleito as pesquisas se obrigam a ser mais verdadeiras. Dos três institutos, o que inspira mais confiança é o trabalho do Paraná Pesquisas, pela evidência da supremacia da candidatura de Jair Bolsonaro, diante do desespero e da apelação ilimitada da campanha petista. O candidato, preposto do prisioneiro Lula, dá mostras de ter acreditado que poderia vencer a eleição, chegando a extremos, como o de mudar, pela segunda vez, a proposta de programa de governo, entregue à Justiça Eleitoral, reconhecer erros cometidos, mas de forma muito natural, como se tais erros tivessem sido questões menores, ficando muito distante da gravidade do tamanho da roubalheira acontecida, além de fazer elogios ao juiz Sérgio Moro. Haddad dá a impressão de que, se alguém disser para ele acusar Lula de ladrão e declarar rompimento com ele, que isso representará ganho de votos, é muito provável que o petista faça isso, com a mesma naturalidade com que está a dizer impropérios políticos, eis que está a discursar pela conquista de voto, e não no que acredita e no que o seu partido prega e propõe, efetivamente.

Esse segundo turno parece que está longo demais, porque, não tendo nada de novo, o eleitor é obrigado a estar assistindo a uma campanha arrastada, com o candidato perdedor abandonando o vermelho tradicional de seu partido e se apresentando com um verde e amarelo que nunca pertenceram ao PT, e se confessando um democrata convicto, que renega ditadura, mas não se compromete a romper com as ditaduras da Venezuela, de Cuba e de países africanos, para onde Lula andou enviando bilhões de reais do BNDES. Sim, a campanha está cansativa, mas o calendário precisa ser mantido e respeitado. Assim, haveremos de acompanhar situações mais radicalizadas na próxima semana, beirando, quem sabe, alguma coisa parecida com o que andou prometendo o outro criminoso do PT, o ex-ministro José Dirceu de tomar o poder. De tomar o poder, o que é diferente de ganhar a eleição, exatamente o que ele declarou a um jornal espanhol.

De sua parte, o candidato do PSL não precisa inventar nada, não precisa ir a debate nenhum, deve continuar em casa, cuidando de sua saúde e se preparando para os desafios, a partir da segunda-feira, 29, como presidente eleito do Brasil, porque a sua campanha está sendo feita e tocada pelos milhões de seus eleitores. Vale repetir, que Bolsonaro se constitui num fenômeno, nunca visto antes, e difícil de se imaginar que possa ser repetido no futuro. É até possível que Bolsonaro venha a ter algum problema com a Justiça Eleitoral, na prestação de contas, pelo custo franciscano da campanha. É que o custo de sua campanha está sendo bancado pelos milhões de seus eleitores.

Que, numericamente falando, estão além dos números, ao menos, das pesquisas do Datafolha e do Ibope. Que vão se mostrar mais generosos, na semana que vem.

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