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Lula, Temer e Beto querem que condenação seja revista e que parem as investigações sobre eles

O ex-presidente Lula pensa que os tribunais superiores não têm o que fazer e, assim, não se cansa de entrar com recursos para que sua condenação seja revista, porque se considera inocente. Quando muito, um preso político. Indiciado, agora, pela Polícia Federal, por recebimento de propina por empresas do Porto de Santos, o presidente Michel Temer bate às portas do STF para que mande parar as investigações da Polícia Federal. E, por aqui, o ex-governador Beto Richa quer que a Justiça anule a delação premiada do empresário Tony Garcia, que revelou uma roubalheira no programa de manutenção e abertura de estradas rurais no Paraná.

Interessante se observar que esse povo todo sempre se imaginou acima da Lei e que seus maus feitos jamais seriam descobertos, pois, afinal de contas, presidentes e governadores deveriam ser autoridades intocáveis, longe da menor suspeita de eventuais atos de improbidade. Ou, de alguns erros, como está a dizer, agora, a campanha de Fernando Haddad, como se o maior crime de roubalheira de dinheiro público da História do Brasil fosse uma coisa pequena, que cabe numa rápida referência a “erros cometidos”. E a Lula se fazem iguais, agora, o presidente Michel Temer e o ex-governador Beto Richa. Iguais na roubalheira e iguais na negação de seus crimes. Só está faltando irem para a cadeia, de modo que, assim, sejam iguais também.

De Michel Temer, vale lembrar, de novo, que, quando deputado federal, por uma razão qualquer, andou se desentendendo com o então poderoso senador ACM, num bate-boca público, até o momento em que ACM lhe indagou se queria que ele, ACM, fosse mexer em coisas do Porto de Santos. Foi um santo remédio para que a discussão se encerrasse, naquele exato momento. Agora, no indiciamento da Polícia Federal, é revelado que o pagamento de propina a Temer vem lá de trás, coisa de quinze, vinte anos. Exatamente, ao tempo de ACM, vivo, no Senado Federal.

Quanto ao ex-governador Beto Richa, o Paraná não merecia ter sido traído, da forma como se deu em seus dois períodos de governo. Aliás, por oportuno, vale registrar que, eleito e empossado governador do Estado, em 2011, um amigo de infância de Beto foi ao Palácio Iguaçu para, orgulhoso, dar um abraço no amigo que frequentava sua casa e que ele frequentava a casa do agora governador. No gabinete, Beto lhe apresentou o parente ladrão Luiz Abi Antoun, que estava despojado num sofá, como se o gabinete do governador fosse a sala de sua casa. Não gostou do que viu e nunca mais voltou ao Palácio Iguaçu.

Ainda bem que o brasileiro é um cidadão de bem. E, diante das circunstâncias, parece não ser de graça que se diz que Deus é brasileiro. Pois, essa ventania, de 300 km/h que está varrendo o Brasil, em favor da candidatura do deputado Jair Bolsonaro e contra, muito contra, a candidatura de Fernando Haddad, preposto do comandante-em-chefe da organização criminosa, que é o PT, não é obra do acaso, não. A Operação Lava Jato é o acontecimento mais extraordinário desta segunda década do Século XXI, em nosso Brasil. Com Bolsonaro, a Lava Jato será fortalecida, enquanto que, se acontecesse um desastre e Haddad ganhasse a eleição, a Lava Jato seria, inteiramente, desfigurada.

Assim, o desejável, neste momento, é que tanto Michel Temer, quanto Beto Richa passem a ser companheiros de Lula na cadeia. Beto está aí, e só conduzi-lo de novo à prisão. E Temer seria singular, para a História, descer a rampa do Palácio do Planalto direto para um camburão da Polícia Federal. Aí, com a posse de Jair Bolsonaro, o Carnaval seria completo, no Brasil inteiro. Seria? Quem sabe, será!

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