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Alguém tem dúvida, hoje, de que Lula, candidato, perderia para Bolsonaro?

Os dois mais importantes institutos de pesquisas eleitorais do País, Ibope e Datafolha, têm dado razões para uma desconfiança dos números que apresentam, como visto nesta campanha, especialmente, no primeiro turno, em que, sem razão nenhuma, faziam projeções de segundo turno, que se revelaram, agora, irreais, ou desonestos.

E isso permite um questionamento em relação às pesquisas que indicavam um incompreensível favoritismo do ex-presidente Lula, preso por corrupção, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Números que indicavam uma vitória em primeiro turno. E isso incomodava as pessoas de bem que se perguntavam como era possível um criminoso, investigado, condenado e preso, ser o líder de todas as pesquisas. Mas, Justiça Eleitoral, dentro do regramento legal, acabou por colocar um fim na farra que se tentou fazer do lançamento e insistência em fazer do preso candidato a presidente do Brasil.

E o questionamento continua valendo para o momento presente, eis que o favoritismo de hoje pertence, por inteiro, a um candidato comum, sem maiores pendores, sem o dom da oratória, nem predicados que lhe confiram a condição de um líder político. É que esse candidato comum soube encarnar e incorporar todo o anseio da sociedade contra o abuso do uso da máquina pública, o assalto ao dinheiro público, o desaparecimento da ética na administração pública e, de resto, na Política, e um ilimitado e tresloucado processo de corrupção, que estava, como já dizia Rui Barbosa, constrangendo e envergonhando o brasileiro de bem, honesto e trabalhador.

Aí, surge um deputado chamado Jair Bolsonaro, campeão das urnas no Rio de Janeiro, em 2014, que não é de esquerda e que não é ladrão. O povo delirou, elegeu-o mito e sua campanha está a correr, como rastilho de pólvora, todo o território nacional, num fenômeno nunca visto antes e difícil de ser visto no futuro.

E essa força, nascida nas ruas em apoio ao mito, ao candidato comum, ao deputado que não é de esquerda e que não é ladrão, é o grito de protesto, que estava entalado na garganta do povo, contra um partido, o PT, contra as esquerdas, representadas pelo PT, contra os líderes desse partido, que andaram sendo mandados para a casa na eleição do domingo, dia 7. E os que ainda permanecem nas ruas, serão mandados embora no domingo, agora, 28, pelo que mostram todas as pesquisas, até as envergonhadas.

Ai, cabe a pergunta: Se o candidato fosse o ex-presidente Lula não seria justiçado pelo voto popular? Não seria derrotado pelo mito? Não seria humilhado, nas urnas, como deverá ser o poste por ele escalado? Lula não é o depositário fiel de toda essa carga pesada que o povo está a querer se livrar dela?

Lula mentiu demais para o povo. Lula roubou demais o povo. Lula permitiu que seus companheiros mentissem demais para o povo. Lula consentiu que seus companheiros roubassem demais o povo. Lula, não satisfeito com todas as maldades que fez para o povo, roubou-lhe a esperança, roubou-lhe a dignidade, roubou-lhe o sentimento de orgulho em ser brasileiro. Lula roubou a Pátria do povo, o sentimento de brasilidade, o orgulho do patriotismo.

O povo vai consagrar Jair Bolsonaro, no domingo, dia 28, porque quer de volta tudo o que Lula lhe roubou. Bolsonaro, que não vai poder errar, que não vai jamais poder frustrar esse povo, representa o sonho, o desejo, a esperança de um novo País, de uma Pátria livre e de um Brasil soberano, com um povo feliz. Só isso, feliz.

Bolsonaro, com a força e a vibração do povo, derrotaria Lula, sim. Como vai derrotar o poste, que o representa. E o brasileiro, feliz, muito feliz, vai antecipar o Carnaval para o dia 28. O Brasil vai ressurgir, verde e amarelo, livre da esquerda e livre dos ladrões que o depredaram. Com Lula na cadeia.

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