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Bolsonaro sobe na preferência e cai na rejeição. E Haddad cai na preferência e sobe na rejeição

A eleição está decidida. A caminho da reta de chegada, quem avança, ganha, e quem fica pelo caminho, perde. Nada mais verdadeiro.

A pesquisa de ontem, do Ibope, indica a cristalização das posições, com o candidato Jair Bolsonaro, passando dos 58% do Datafolha, da semana passada, para 59%, enquanto o candidato Fernando Haddad caiu dos 42% para 41%. Enquanto isso, Bolsonaro, que sempre liderou a rejeição em todas as pesquisas de primeiro turno e mesmo na do Datafolha da semana passada, agora, aparece com a menor rejeição, nesta pesquisa do Ibope, com 35%, enquanto Haddad exibe 42%. Ou seja, o candidato Jair Bolsonaro está subindo na preferência do eleitor e caindo na rejeição, ao mesmo tempo, em que Fernando Haddad está em posição, literalmente, inversa, cai na preferência e sobe na rejeição.

A campanha do PT é a que mais ataca, a que mais provoca, a que demonstra maior desespero, porque, com campanha curta no segundo turno, cada minuto, cada hora, cada dia que passa é uma nova elevação da temperatura, pela proximidade da data da eleição, que, para os petistas, tem o significado de juízo final. Depois de ganharem quatro eleições seguidas e comandarem quatro governos, os petistas não se imaginam fora do centro do poder, fora das oportunidades de corrupção, fora das ocasiões do mundo maravilhoso da propina…

Aliás, a campanha do candidato Fernando Haddad, preposto do criminoso, que foi investigado, julgado, condenado e está preso, o ex-presidente Lula, perdeu toda a personalidade, eis que abandonou o vermelho, que é a cor oficial do PT, Haddad não está mais limitado a imitar e falar das obras de Lula, as cores verde e amarelo passaram a tomar conta do visual da campanha e Haddad tem dado entrevista, agora, tendo a Bandeira do Brasil, de fundo. Mais, já abriu mão da proposta de convocação de uma Assembleia Constituinte, que iria reescrever a Constituição, como Hugo Chavez fez na Venezuela, e, agora, anuncia que pode rever a taxação das grandes fortunas, isto é, começou a diminuir o tom de voz no combate aos ricos, para agradar aos pobres. É que descobriu que se ficar, apenas, com os votos dos pobres não ganha a eleição. Para todos os efeitos, já não ganhou.

A isso tudo, é imperativo que se acrescente o fato de Fernando Haddad querer parecer um candidato virgem, novo, inocente, sem nenhuma responsabilidade no passado tortuoso, mentiroso, criminoso de seu partido, o PT, e seu líder maior, o ex-presidente Lula, que está preso. E não é um preso político; é um preso por desonestidade, por ter desonrado o cargo de presidente da República, por ter, no exercício da Presidência da República, se enriquecido, e, assim, boa parte da companheirada petista. Esse contencioso parece não existir, porquanto, o discurso da campanha é só do que será feito, do falso compromisso de fazer o brasileiro a voltar sorrir, de novo. Curioso é que Haddad não promete resolver a situação dos 13 milhões desempregados, para fazê-los voltar a sorrir, de novo.

Enquanto tudo isso acontece, o candidato Jair Bolsonaro aparece na pesquisa com 59% contra 41% de Fernando Haddad. A diferença de 18 milhões de votos, no resultado da eleição do primeiro turno, já subiu, na pesquisa, para 19 milhões.

E Bolsonaro, nem de longe, deve ou precisa participar de debate com Haddad, porque, a rigor, não tem nada a ganhar. É que a sua comunicação direta com o eleitor é muito mais produtiva. Os números mostram isso.

 

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