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Primeira pesquisa de segundo turno coloca Bolsonaro com 58 contra 42 de Haddad

Os institutos de Pesquisa, com Ibope e Datafolha à frente, parecem que gostam de confundir o eleitor, ao contrário de orientá-lo e de informá-lo, corretamente. Em todas as pesquisas de primeiro turno, esses institutos incluíam uma pesquisa de segundo turno, sem nenhuma base técnica, de vez que a eleição de segundo turno é diversa da eleição de primeiro turno. Logo, os números atribuídos a pesquisas de segundo turno, feitas em primeiro turno, são inverídicas, para não se dizer falsas e mentirosas, até com o risco de serem, intencionalmente, falsas.

Basta a divulgação da primeira pesquisa, neste segundo turno, para confirmar o que estamos afirmando, eis que, em nenhuma pesquisa de segundo turno, feita no primeiro turno, mostrou Bolsonaro derrotando Haddad, com a folga, agora, demonstrada de 16 pontos. Bolsonaro, aliás, perdia para a maioria dos candidatos, colocados nas simulações, e, quando muito, empatava com Haddad. Desfeita a manipulação, surge a realidade da nova eleição, em que o candidato Jair Bolsonaro tem 58% contra 42% de Fernando Haddad. Esse proceder dos institutos de pesquisa merece ser questionado, porque, com isso, as pesquisas mais desinformam, do que informam, levando o eleitor a descrer dos números mostrados. Quem garante, por exemplo, que os números trazidos pelo Datafolha são verdadeiros? Bolsonaro, acaso, não estaria mais à frente de Haddad? É que, entre tudo o que foi mostrado nas pesquisas de primeiro turno, confrontado com o resultado das urnas, ganha força o direito da desconfiança do eleitor.

Mas, tomando como verdadeiros esses números do Datafolha, temos que o candidato do PSL vai aumentar a diferença da votação do primeiro turno, porque, a despeito dos candidatos que ficaram pelo caminho não anunciarem apoio a Bolsonaro, os eleitores que votaram neles estão assumindo a candidatura do mito. E, com isso, esses líderes personalistas e individualistas perdem importância e expressão, estando destinados ao ostracismo político, pela omissão num momento decisivo para a História do Brasil, como é cada eleição presidencial. E, mais ainda, essa eleição de 2018, em que um criminoso, condenado e preso, lança um candidato em seu lugar, pelo seu partido, que se confunde com uma verdadeira organização criminosa. E os candidatos que combateram essa situação no primeiro turno, agora, se negam a apoiar a única candidatura que, desde o início da campanha, se mostrou viável para derrotar tal organização criminosa. Geraldo Alckminn, por exemplo, deveria renunciar à presidência do PSDB, por, desacreditado, não ter nada a fazer por lá. Da mesma forma, o tal João Amoedo, do tal partido Novo, deve sair de cena da vida pública, porque Novo que se propõe a mudar, a reformar, a melhorar não poderia nunca se omitir. E, ao se omitir, se tornou velho, inservível, igual aos outros, que precisam ser trocados e ignorados.

Mas, o Brasil é muito maior que os Geraldos, Amoedos, Álvaros. A omissão deles em nada interfere na continuidade do processo eleitoral, porque, importantes mesmos, são os eleitores que votaram nos Geraldos, Amoedos e Álvaros, e que já estão a se alinhar com Jair Bolsonaro,  em nome da salvação nacional. Sim, mais do que nunca, essa eleição de segundo turno é a luta do Bem contra o Mal.

Na segunda-feira, enquanto Bolsonaro, ainda convalescente, recebia partidários para discutir a nova eleição, em sua casa, o candidato da organização criminosa viajava a Curitiba para, na cadeia, conversar com o chefe dessa organização criminosa, para receber ordens e determinações dele para a nova campanha. Para os omissos e indiferentes, isso parece não ter significado algum.

Mas, para os brasileiros de caráter, para os brasileiros que querem um Brasil decente, distante de Venezuela, Bolívia, Cuba e ditaduras africanas, Haddad se desmereceu, desonrou a própria candidatura. E, assim, prestou um grande serviço ao Brasil. Como fala a primeira pesquisa.

 

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