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O Paraná está aberto aos novos líderes, aos novos projetos, aos novos valores

Fim da era de Álvaro Dias, Roberto Requião e Beto Richa. As pessoas estão comemorando a derrota de Requião. Requião, das históricas fraudes eleitorais, da arrogância personalizada, da prepotência imperial não conta mais. Álvaro Dias acaba de se desfazer, muito mais pela vaidade e egocentrismo. Acabou em terceiro lugar em seu próprio Estado, quando parecia que, aqui, seria o primeiro, como Ciro Gomes em seu Ceará. Ciro não foi para o segundo turno, mas foi o vitorioso no primeiro turno em seu Estado. Haddad ganhou nos Estados do Nordeste, menos no Ceará. Álvaro ficou distante do segundo turno, perdendo na sua própria terra. E, por fim, fora da cena política do Paraná o ex-governador Beto Richa, que nem chegou a ser senador, como Álvaro e Requião. Beto, ainda que tenha o que mostrar de bom de seus dois períodos de governo, rasgou sua própria biografia ao não ter tido a visão e a capacidade de entender o anseio do povo por um novo Brasil, mais decente, mais honesto, mais verdadeiro. O que fez com as mãos desmanchou com os pés. E, assim, perdeu o respeito de seu povo, de sua gente, de sua terra. Como Álvaro e Requião, está a amargar uma derrota nas urnas. Derrota acachapante, proporcional, quem sabe, ao seu descaso para com o respeito ao cidadão do Paraná, no trato da coisa pública. Nem o filho Marcelo Richa, por conta da desmoralização do pai, conseguiu se eleger deputado estadual.

Descortinado um novo horizonte, o Paraná está aberto para os novos líderes, os novos projetos, os novos valores de homens públicos. Que não podem errar, que não têm o direito de errar, que não podem desmerecer o respeito do povo. Respeito é a consideração sagrada. Ainda que em circunstâncias não tão iguais, Álvaro, Requião e Beto não cuidaram de preservar o respeito do povo do Paraná. E essa lição, amarga lição, precisa ser aprendida pelos novos que estão chegando, porque a eles pertence o futuro tão aguardado por esse povo da Terra das Araucárias.

O eleitor do Paraná conferiu três milhões de votos ao seu jovem e novo governador, Carlos Massa Ratinho Júnior, dizendo, com isso, quanto aposta nele, quanto espera dele, quanto confia nele. Não pode, jamais, perder de vista esse grau de esperança santa do povo do Paraná.

Povo do Paraná que renovou a representação do Estado na Câmara Alta da República, colocando nas cadeiras de Roberto Requião e de Gleisi Lula, dois respeitáveis e acatados professores, Oriovisto Guimarães, também com três milhões de votos, e Flávio Arns, com dois milhões e meio de votos. Com esses milhões de votos, o paranaense está a dizer ao professor Oriovisto e ao professor Flávio que está a depositar em cada um deles esperança e respeito do tamanho da esperança e respeito com que os dois sempre se portaram em suas vidas. Ou seja, um voto de eloquente reconhecimento ao que os dois tem feito pelo Paraná.

O velho e sábio Latim ensina que “tempora mutantur et mutamini com iis” – os tempos mudam e nós mudamos com eles. Aqui no Paraná, esta velha e sábia frase está fazendo sentido. E há de fazer sentido no Brasil, também. O Brasil é dos brasileiros de bem, honrados, decentes, democratas, cristãos. Honrados e decentes, democratas e cristãos que, com arreador nas mãos, iguais a Cristo, estão a tocar do templo da governança sagrada os desonestos, velhacos e criminosos, porque, na Pátria do Evangelho, não há mais lugar para os traidores da confiança do povo, os falsos profetas que fingem criticar os poderosos, explorando e mentindo para os despossuídos, pobres, necessitados. Não fora por outras razões, bastaria isso para serem criminosos, tamb[em.

Carlos Massa Ratinho Júnior no Paraná e Jair Messias Bolsonaro no Brasil. É o nosso aprendizado de que “os tempos mudam e nós mudamos com eles”. E mudar para melhor. Muito melhor.

 

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