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Partidos de ressentidos, como PSDB, DEM, PP e Novo não têm compromisso com o Brasil

O ex-governador e ex-candidato a presidente da República Geraldo Alckmin dizia, na campanha, que era contra a candidatura de Jair Bolsonaro e a candidatura de Fernando Haddad, porque era “a favor do

Brasil”. Alckmin foi um desastre eleitoral, tendo, com suas críticas contundentes a Bolsonaro, cavado a própria sepultura, eis que terminou a campanha em quarto lugar. E ao perder a eleição, levou consigo para o abismo os partidos do centrão, que o apoiaram e que já estão se dispersando, porque o ex-candidato tucano nunca foi um líder, um comandante. E a comprovação disso está, agora, no anúncio de liberação dos filiados ao PSDB para se posicionarem, neste segundo turno, da maneira que desejarem. Ou seja, Alckmin deixou de ser “a favor do Brasil”, porque, para ele, ser a favor do Brasil era ser a favor de sua própria candidatura. Como não soube impactar, favoravelmente, o eleitorado, viu sua campanha se desfazer no dia-a-dia, com a opção ridícula de concentrar críticas ao candidato Jair Bolsonaro, querendo se valer no que Bolsonaro teria de defeito e não nos próprios méritos e eventuais virtudes, que não conseguiu exibir ao público eleitor.

E, aí, estão se declarar neutros partidos como o PSDB, o DEM, o PP, o PR e o Novo, Aliás, o Novo precisou, apenas, de uma campanha para se tornar velho, especialmente, com essa decisão de ficar de fora do segundo turno.

O que mais chama a atenção nessa “neutralidade” da maioria dos partidos de centro é a falta de reconhecimento da soberania do voto popular. Quem compôs o confronto do segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad foi o eleitor, o soberano absoluto no processo eleitoral. E essa composição de confronto de dois extremos não deveria comportar a omissão de ninguém, especialmente, dos partidos e líderes do centro, porquanto, na oposição e rejeição ao candidato do PT, a única alternativa que restou da campanha eleitoral foi a candidatura do deputado Jair Bolsonaro. E Bolsonaro pode ter muitos defeitos, mas não é de esquerda e não é ladrão. Tudo o que eleitorado rejeitou no primeiro turno. Ou essa leitura não é a correta? Mas, seria se o adversário de Fernando Haddad fosse Álvaro Dias, João Amoedo, Geraldo Alckmin, ou Henrique Meirelles. Pelo visto, todo esse conjunto de hipócritas da nossa democracia está a dividir com o PT a mentira de amor pelo Brasil. Haddad não discursa sério, até porque o que fala e o que prega não é fala sua, nem pregação que lhe pertence. E ele próprio está a proclamar isso ao dizer que, se eleito, vai subir a rampa do Palácio do Planalto com Lula ao seu lado e que Lula estará no comando do governo. Uma anormalidade dessa, pelo visto, não diz nada aos chefes dos arremedos de partidos políticos, que estão a lavar as mãos com o que possa acontecer no dia 28 deste mês.

Mas, à derrota sofrida no primeiro turno por esse conjunto da hipocrisia política deverá se somar uma nova derrota, e fatal, no domingo, 28 de outubro, porque, seguramente, eleitores dos candidatos derrotados e militantes desses partidos fragmentados e comprometidos com a Operação Lava Jato não seguirão seus líderes de barro, falsos patriotas, porque eles, que já fizeram mudanças no primeiro turno, haverão de consolidar o grande sonho de impedir a volta de uma organização criminosa ao comando do governo brasileiro, e, assim, avançar para a mudança definitiva, conferindo ao candidato Jair Bolsonaro a vitória final, que haverá de ser a vitória do Brasil. E, por fim, esses eleitores, brasileiros briosos, deixarão o recado aos omissos, egoístas e indiferentes homens públicos de que podem se recolher, porque já não estão fazendo falta na cruzada de salvação nacional.

 

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