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Apoio de entidades a Bolsonaro sinaliza atropelada em reta final para vitória no primeiro turno

Entidades sinalizam uma atropelada geral, em reta de chegada, para que o candidato Jair Bolsonaro vença a eleição no domingo, agora, primeiro turno. E tais sinais já foram dados pela Frente Parlamentar da Agropecuária, que reúne 261 deputados e senadores, o que não é pouco, e pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil. Pelo clima da busca da vitória no primeiro turno, teremos, seguramente, uma avalanche de novos manifestos de apoio a Bolsonaro, ao mesmo tempo, em que haveremos de assistir a um desembarque de eleitores de candidatos de centro, como Geraldo Alckmin, João Amoedo e Álvaro Dias, no reforço a campanha de Bolsonaro. Explica isso, também, manifestos de empresários, como de diretores da Havan e da Rede de Supermercados Condor. Aliás, esses apoios dos diretores da Havan e do Condor estão provocando uma curiosa discussão jurídica, que merece uma análise mais moderada, eis que, de princípio, esses dois empresários não estão a fazer nenhum tipo de pressão em cima de seus funcionários. Ao que foi divulgado, apenas, anunciam, com explicações, a razão pela qual estão apoiando a candidatura do deputado Jair Bolsonaro. E, de princípio, não há nenhum crime nesse posicionamento, porquanto é corriqueiro em campanha eleitoral reunião de funcionários em empresas para ouvir candidatos. E tais reuniões sempre se dão com a natural permissão do proprietário da empresa. E isso, nem de longe, significa que haja algum tipo de pressão, alguma coação em cima dos funcionários. Ou o cidadão, por ser proprietário de uma grande empresa, não tem o direito de expressar seu posicionamento pessoal em favor de um candidato? O que o diferencia do cidadão comum? É proibido pedir votos ao candidato de sua escolha?

Analisando o panorama geral, esse clamor popular em favor da candidatura do deputado Jair Bolsonaro é a explosão do descontentamento com o descalabro estabelecido no País, pelos quatro governos petistas, comandados por Lula e por Dilma, que, afora o inusitado volume de corrupção, levaram o País a sua maior crise econômica, social e política. E esses mesmos segmentos que estão se manifestando em favor de Bolsonaro dizem, também, que temem o risco da volta do PT ao Palácio do Planalto, por representar uma ameaça real do comprometimento do regime democrático, a exemplo do que se estabeleceu na Venezuela. E isso não parece pouco. Há sinais visíveis, como a desenvoltura com que tem se portado o ex-ministro José Dirceu, dando entrevistas e anunciando uma tomado de poder, “o que é diferente de ganhar eleição”, e que é preciso reduzir poderes do Ministério Público Federal e mesmo do Supremo Tribunal Federal, além de considerar que a Operação Lava Jato foi um grande erro, porque a Lava Jato teria contribuído para a crise econômica do País. A culpa, como se vê, não é do ladrão, mas de quem prende o ladrão.

A sociedade quer é soltar o seu grito de liberdade, o seu grito de combate a corrupção, o seu grito de vitória, nas urnas, contra a ameaça da volta do inimigo comum, em que se transformou a esquerda e, em especial, o PT, com Lula à frente. Aliás, essa mesma sociedade não aceita que Lula, condenado e preso, esteja a comandar a campanha do candidato que nomeou para seu lugar, da cadeia onde se encontra, com toda a desenvoltura, como se um condenado e preso pudesse agir, politicamente, como ele está agindo, com a complacência da Justiça.

A eleição de domingo é muito mais que a escolha do novo presidente da República. A eleição de domingo é a escolha entre a defesa da democracia e a ameaça de uma nova tentativa de implantação do socialismo.

E não há nenhum exagero nessa afirmação. Essa atropelada de apoio a Bolsonaro tem tudo a ver com tais razões.

 

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