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Do debate na RPC, Ratinho reafirmou sua condição de único e melhor preparado para governar

O deputado Ratinho Júnior, disparado, é o que mais e melhor se preparou para disputar o governo do Paraná. Por conta disso, as evidências apontam que a eleição, no Estado, acontece e termina neste domingo. Um segundo turno seria uma perda de tempo, pela falta de qualidade nos demais concorrentes em adiar a definição do nome do futuro ocupante do Palácio Iguaçu. Cida Borghetti e João Arruda, de novo, reafirmaram a condição de muletas, ela do marido, Ricardo Barros, e ele do tio Roberto Requião.

Desde o início da campanha, temos afirmado, aqui, que Ratinho Júnior é o que melhor se preparou para governar o Paraná, estudou, viajou, visitou as várias regiões do Estado, se reuniu com lideranças dos diferentes setores da economia paranaense, e, de posse de toda essa experiência, se viu em condições de elaborar um programa consequente de governo.

Enquanto isso, vale repetir, a governadora Cida Borghetti se manteve candidata à reeleição por uma clara imposição do marido, o deputado federal Ricardo Barros, pelo capricho de querer concentrar poder político no Estado, então numa clara competição com o ex-governador Beto Richa. E, assim, se valeu da esposa, que não tem tino político de líder, não tem preparo suficiente para o posto de governadora do Paraná e não tem habilidade política, mormente, para um debate na televisão, onde, claramente, se mostra constrangida, pelos seus limitados conhecimentos. E ela, em tais circunstâncias, é a menos culpada; mas, por ser adulta e maior de idade, paga a o preço do que beira ao ridículo por ter se prestado a servir aos caprichos do marido.

Papel semelhante é representado pelo deputado federal João Arruda, por ter sido escalado para tapar um buraco pelo tio senador Roberto Requião, que tinha necessidade de um palanque para sustentar sua campanha de reeleição ao Senado, diante do esvaziamento das duas alternativas que imaginava possuir, a primeira, com a candidatura do ex-senador Osmar Dias, pelo PDT, e uma segunda no PT, caso esse partido reunisse condições para apresentar algum nome minimamente representativo. Osmar, indeciso, inseguro e sem liderança afirmativa, desistiu, de vez, enquanto o PT, tido e havido como organização criminosa no Brasil, se revela esvaziado no Paraná. Assim, sem alternativa, o tio resolveu lançar o sobrinho para o Palácio Iguaçu. Improvisado, o sobrinho se encontra em terceiro lugar e, em tal posição, deve terminar a campanha, neste domingo.

Feitas tais considerações, importa em registrar ter sido o candidato Ratinho Júnior o único a lançar mão de números e a expor ideias e propostas de seu projeto de governo, confirmando, assim, ter sido, de fato, o único a se preparar para a condição de candidato a governador, pela exposição da realidade do Paraná, pela indicação de situações conhecidas do Estado e pela citação de exemplos bem sucedidos.

Sendo o primeiro a perguntar, Ratinho colocou Cida nas cordas. Coitada! Ratinho perguntou qual era o projeto de Cida para a geração de novas fontes de energia para o Paraná, de modo a dar sustentação ao desenvolvimento industrial do Estado. Cida, pega de surpresa, não soube responder, ficando a se enrolar em torno do que a Copel representa e do fato pequeno de ter nomeado uma mulher para uma das diretorias da empresa. Judiação!

Ratinho é uma liderança emergente, afirmativa, com ideias próprias, determinação e vontade de fazer. E sem necessidade de ser muleta de lideranças políticas, que só querem o poder político, por pura necessidade de sobrevivência.

É, por tudo isso, pois, que o Paraná merece que a eleição se conclua neste domingo.

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