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Lula e PT continuam a desrespeitar a Justiça, que, aceitando, se desmoraliza

O PT, diante das circunstâncias conhecidas, parece ter nascido avisando que teria suas próprias leis e que não se sentiria obrigado a cumprir as leis convencionais da sociedade brasileira. E, assim, começou a agir, a partir dos movimentos sociais, com o MST à frente, nas invasões de propriedades rurais, criando, impunemente, uma cultura de violência no campo e de afronta às leis, em meio a grandes e repetidos prejuízos aos proprietários das áreas invadidas. E tanto fez e tanto tem feito, nessa área, que tudo parece ter virado coisa corriqueira. Aliás, o senador e presidenciável Álvaro Dias sempre disse que “o PT banaliza a corrupção”. De tanto roubar, de tanto ter dirigentes presos, a corrupção virou coisa do dia-a-dia e a prisão do líder maior da organização criminosa, em que se transformou o PT, é tida e havida como uma prisão política.

Nesse processo de enfrentamento à Justiça, começa pelo fato de a prisão do ex-presidente Lula estar sendo cumprida numa dependência da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, num tal entre-e-sai de gente para discutir política com o preso que tumultua a rotina de trabalho da Polícia Federal. Lançado, com a máscara de Lula, para ser candidato, em seu lugar, Fernando Haddad ganhou procuração de Lula, como seu advogado, o que lhe faculta o direito de conversar com seu “cliente” a qualquer hora do dia e em qualquer dia da semana. Entretanto, nunca se soube e ninguém viu o tal “advogado” de Lula comparecer a uma audiência, com seu cliente, ou ter assinado alguma defesa. Aliás, a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, também, tinha a tal procuração, que acabou sendo desconsiderada pela Justiça. O mesmo proceder deveria ser aplicado para Fernando Haddad, por parecer ridículo que ele inclua, em sua agenda de campanha, por exemplo, viagem a Curitiba, para encontro com o ex-presidente Lula. Vem à Curitiba, na condição de advogado, ou na condição de candidato, ouvir recomendações e receber ordens do preso famoso? Tudo com a complacência da Justiça.

Com isso, estamos vivenciando uma campanha eleitoral, com uma Justiça Eleitoral submetida aos caprichos de Lula e às provocações do PT, com o preso tendo transformado sua “cela” em verdadeiro comitê eleitoral.

Lula, criminoso, por ter sido condenado, em dois momentos, está preso. E está em todos os programas eleitorais do PT, como ativo participante da campanha, num flagrante ato de desrespeito à Justiça, pela sua condição de condenado e preso. Como o PT dá de ombros por toda a corrupção havida e praticada por dirigentes e líderes seus, sem ver a menor necessidade de reconhecer e pedir desculpas à sociedade brasileira, Lula é mostrado como herói, como injustiçado, como preso político. E a Justiça, de tão cega, não vê nada disso. Mas, vale registrar, que a deusa que simboliza a Justiça é cega, mas não é surda. Por conseguinte, a “surdez” da Justiça está a comprometer a lisura do processo eleitoral deste ano. E a eleição não é para uma câmara de vereadores, mas, sim, para a Presidência da República.

Enquanto, na “República de Curitiba’, o quadrilheiro e preso Lula continua “despachando” em seu gabinete eleitoral, em Brasília, o ministro Dias Toffoli, agora presidente do STF, mandou soltar José Dirceu e lhe assegurou todos os direitos de um cidadão comum, podendo ir e vir para onde bem entender, por conta de uma tal “plausibilidade” na revisão da pena que lhe foi imposta pelo Tribunal Regional Federal, de Porto Alegre, com direito, inclusive, de aguardar em liberdade o julgamento pelos tribunais superiores da Capital da República.

Como a eleição se dará daqui a nove dias, no domingo 7 de outubro, nada deve mudar no proceder da campanha do PT, nesse apequenamento e nessa provocação a Justiça Brasileira.

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