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Como está tudo errado na sua campanha, Alckmin parte para cima das campanhas de Bolsonaro e Haddad

O ex-governador Geraldo Alckmin já perdeu essa sua segunda campanha para a Presidência da República. Em 2006, foi candidato na hora errada, eis que Lula, candidato à reeleição, estava no auge da credibilidade popular de suas mentiras, de seus projetos faraônicos e com seus maus feitos escondidos. Perdeu a eleição para presidente da República e, dois anos depois, perdeu a eleição para prefeito de São Paulo. Mas, dois anos depois, em 2010, voltou a ganhar a eleição para governador de São Paulo. Logo, nasceu para viver no Palácio dos Bandeirantes; o Palácio do Planalto não lhe pertence. Pois, já perdeu a eleição deste ano. Precisa saber disso.

Agora, candidato de novo à Presidência da República, não consegue se projetar no Brasil, por ser um nome, comprovadamente, regional. E, ainda assim, nem está ganhando em seu próprio território. Ainda que seja um bom candidato, com reconhecida experiência administrativa, é forçoso reconhecer que não tem esse negócio esquisito e inexplicável que se chama Carisma, para uma campanha presidencial. Empacado num único número em todas as pesquisas eleitorais, agora resolveu abandonar a sua própria campanha, onde, ao que parece, está dando tudo errado, para se preocupar com as campanhas do líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, e do segundo colocado, Fernando Haddad, como se a imperfeição dos dois pudesse lhe servir de atributo, como se um defeito de Bolsonaro pudesse lhe favorecer e, assim também, o radicalismo da esquerda e da corrupção do PT, nos ataques ao candidato petista, lhe servissem de atração de voto.

Pela experiência de vida pública que tem, Geraldo Alckmin e, assim também seus conselheiros e marqueteiros, já deveriam ter aprendido que o candidato deve se valer pelo que é, pelo discurso que tem, pelo projeto de governo que apresenta ao eleitorado, deixando ao próprio eleitor a missão de avaliar cada candidato, de rejeitar os que exibem mais defeitos e de preferir aquele que mais atenda aos seus anseios e sonhos de um país melhor.

Jair Bolsonaro “nasceu” para o eleitorado brasileiro, há quatro anos, na sua reeleição para deputado federal, pelo Rio Janeiro, com 500 mil votos, sendo o mais votado no Estado. Com discurso afirmativo de direita e sem qualquer comprometimento com a corrupção, passou a ser visto pelo cidadão brasileiro como o candidato com perfil para ser o novo presidente da República.. E, de pronto, passou a ser chamado de “mito”, enquanto Alckmin não consegue se desfazer do apelido “picolé de chuchu”.

Vítima de atentado que o tirou da campanha das ruas, Bolsonaro se mantém internado em casa hospitalar, enquanto sua campanha continua crescendo, levada e sustentada por seus apoiadores, em todo o Brasil. Logo, toda a crítica que Alckmin dirige a Bolsonaro se volta contra ele, podendo até mesmo estar perdendo seus próprios eleitores, porque não será nenhum defeito de Bolsonaro que irá torná-lo mais simpático aos olhos do eleitorado. Aliás, quem vota em Bolsonaro, vota em Bolsonaro. Não votará nunca em Geraldo Alckmin. Da mesma forma, como eleitor de Lula, do PT, que vota em Haddad, vai votar em Haddad. Talvez, possa mudar, um ou outro, para Ciro Gomes. Nunca, jamais, entretanto, para Geraldo Alckmin.

O combate de Alckmin em Bolsonaro vai aumentar a vitória de Bolsonaro, sobre o próprio Alckmin, no Estado de São Paulo. Importante reforço, para a vitória no Brasil. Mas, só para lembrar, Alckmin já perdeu a eleição deste ano para a Presidência da República.

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