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No quadro eleitoral do Paraná, a grande mudança que se anuncia pode mesmo estar nas vagas para o Senado

Mais duas semanas e o eleitor estará definindo os rumos do Brasil e de cada Estado federado. No plano nacional, as pesquisas mostram que, havendo segundo turno, os candidatos serão Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, ainda que exista, de alguma forma, a possibilidade da decisão se dar no primeiro turno, pela força da reação contrária ao PT e ao seu candidato, com máscara e discurso de Lula, preso por corrupção.

Aqui no Paraná, para o Palácio Iguaçu, as coisas continuam se confirmando, desde o início da campanha, ou seja, o crescimento da candidatura do deputado Ratinho Júnior, que já desponta como ganhador no primeiro turno, porquanto, como era esperado, a candidatura da governadora Cida Borghetti está ficando pela metade do caminho, pois, enquanto muleta do marido, o deputado Ricardo Barros, não chegou a entusiasmar o eleitor, por falta de vocação, de preparo e de discurso da própria candidata. De seu lado, a muleta do tio senador Roberto Requião, o deputado federal João Arruda, ficou na improvisação de sua candidatura, estacionando no terceiro lugar na corrida para o governo do Estado, E esse fraco desempenho do candidato do PMDB deve se refletir na sorte dos candidatos a deputados, tanto estaduais, quanto federais.

Entretanto, começa a se desenhar no horizonte desta campanha eleitoral uma importante mudança para o Senado da República, que tinha, na largada dessa disputa, o senador Roberto Requião, do PMDB, e o ex-governador Beto Richa, do PSDB, como nomes preferenciais para o preenchimento das duas cadeiras.

O ex-governador Beto Richa, para espanto geral, foi apanhado em pleno vôo com um tiro certeiro que o afastou da campanha, por quatro dias, e o colocou na cadeia, juntamente, com a esposa, irmão, ex-secretários e empresários de renome, por acusações sérias de corrupção. Tiro certeiro, que o fez despencar nas pesquisas, deixando-o, praticamente, de fora do embate, sem qualquer chance de recuperação do terreno perdido. Com isso, a vaga que lhe pertenceria já estaria nas mãos do ex-deputado, ex-senador e ex-vice-governador Flávio Arns. Em 2002, concorrendo pelo PT, Flávio Arns percorreu o Paraná, sozinho, de carro, com um motorista, numa verdadeira peregrinação. Que, ao final, contudo, o tornou vitorioso. Coisa semelhante está acontecendo agora, eis que a vitória já parece lhe sorrir.

Se a queda abrupta do ex-governador Beto Richo pegou a todos de surpresa, uma segunda novidade estaria ganhando corpo nesta disputa eleitoral, com a perda de força da candidatura do senador Roberto Requião, em meio ao crescimento do nome do professor Oriovisto Guimarães, do Curso Positivo, e que se dá, justamente, neste início de reta final da campanha, onde o tempo se encurta para quem está caindo e se torna primoroso para quem reage, positivamente.

Numa eleição em que ganha força o desejo do eleitor de derrotar a esquerda, a tal preferência por Requião, nas pesquisas, estava, e continua estando, a se mostrar um ponto fora da curva, eis que ele é um representante da esquerda radical, dessa do povo do PT, do Lula e dos tiranos ditatoriais da América do Sul, e além dela. E isso estaria fazendo o eleitor do Paraná acordar e prestar atenção nas candidaturas da Rede de Sustentabilidade – Flávio Arns – e do Podemos – Oriovisto Guimarães.

Por sinal, o professor Oriovisto Guimarães foi lançado candidato pelo senador e presidenciável Álvaro Dias e tem o apoio, público e declarado do deputado Ratinho Júnior. Apoios de forças indiscutíveis e que devem responder, seguramente, pela vitória desse nome importante do ensino e da educação do Paraná, Oriovisto Guimarães.

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