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No Paraná, pesquisas evidenciam que não haverá segundo turno. Ratinho vence no primeiro

A campanha eleitoral para o governo do Paraná caminha de forma coerente, desde o seu início, ou seja, com o deputado Ratinho Júnior na frente e se distanciando de seus principais concorrentes, a governadora Cida Borghetti, muleta do deputado Ricardo Barros, seu marido, em segundo lugar, mas já não conseguindo avistar Ratinho, e o deputado João Arruda, muleta do senador Roberto Requião, seu tio, num distante terceiro lugar, parecendo não ter mais condições de brigar pelo segundo lugar,

As pesquisas divulgadas ao início da campanha eleitoral já sinalizavam para um desfecho no primeiro turno. Agora, as pesquisas de setembro estão confirmando tal possibilidade, com o deputado Ratinho Júnior na casa dos quarenta por cento, enquanto Cida não alcançou a casa dos vinte e Arruda não consegue dois dígitos na pesquisa.

Não custa repisar avaliação que fizemos na largada desta campanha, lembrando que o deputado Ratinho Júnior é o único dos principais concorrentes ao Palácio Iguaçu que se preparou para disputar essa eleição, que estudou, viajou e demonstra querer, de fato, ser governador do Estado. É candidato aprumado em liderança própria, tendo se distanciado das lideranças tradicionais, com um discurso forte e convincente em favor da renovação para o Palácio Iguaçu. E as pesquisas estão a confirmar tudo isso, com os índices avantajados a ele conferidos, deixando claro que a sucessão para o governo do Estado se dará no primeiro domingo de outubro, não havendo necessidade de um segundo turno.

A governadora Cida Borghetti foi feita candidata por capricho de seu marido, o deputado federal Ricardo Barros, que sempre manteve uma disputa surda de poder político com o ex-governador Beto Richa, tendo, nas eleições de 2014, lançado o nome de seu irmão, Silvio Barros II, ao Palácio Iguaçu, como isca para um acordo com Beto. Chamado para a negociação, apresentou o nome de Cida Borghetti para vice. E, desde então, Ricardo trabalhou para que a esposa, primeiro, assumisse o governo do Estado e, passo seguinte, se lançasse candidata à reeleição, o que está acontecendo. Entretanto, Cida Borghetti, que foi deputada estadual e deputada federal, nunca exibiu pendores para uma liderança política mais afirmativa que a projetasse para almejar uma candidatura majoritária. Por conta disso, está em campanha, muito mais como uma muleta do marido, do que propriamente disputando o governo do Estado.

De outro lado, o senador Roberto Requião, candidato à reeleição e apostando na candidatura do ex-senador Osmar Dias ao governo do Estado para uma aliança, acabou improvisando a candidatura de um sobrinho, o deputado federal João Arruda, diante da desistência de Osmar em participar das eleições deste ano. Significa, que o sobrinho João Arruda não se preparou para tal candidatura, não estudou o Paraná, não tem um plano de governo próprio. Mesmo estando em primeiro lugar nas pesquisas para ser reeleito senador da República, Requião não consegue transferir votos para o sobrinho, de modo a alavancá-lo na enrascada que o colocou para concorrer ao Palácio Iguaçu. E o resultado disso está em que o deputado João Arruda não conseguiu, ainda, aparecer com dois dígitos nas pesquisas eleitorais. Mais, está distante do segundo lugar, ocupado pela governadora Cida Borghetti e sem a menor visibilidade para enxergar o líder dessa campanha, o deputado Ratinho Júnior.

Por todas as pesquisas que estão revelando seus números, o deputado Carlos Roberto Massa Júnior será sagrado governador do Estado, no primeiro domingo de outubro.

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