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Os petistas esqueceram de dar ao seu candidato o nome de Fernando LULA Haddad

Na terça-feira da semana passada, o PT, enfim, teve de se curvar a determinação do Tribunal Superior Eleitoral e formalizar a candidatura do ex-prefeito Fernando Haddad à Presidência da República, no lugar da candidatura que queriam, mas que nunca existiu, do venerando ex-presidente Lula, adorado por eles no altar do faz-de-conta. Até o pedido do registro de Haddad, como candidato, os petistas desrespeitaram as decisões do TSE, mantendo Lula como candidato no rádio e na televisão, e continuam a desrespeitar, mesmo com Haddad candidato, porquanto Lula tem mais espaço do que o próprio Haddad. E quando Lula não aparece, Haddad se apresenta como Lula, falando do Lula e falando pelo Lula. Aliás, no registro da candidatura, os petistas cometeram um erro imperdoável, o de coloca Lula no nome de Haddad, que seria chamado de Fernando Lula Haddad. Imperdoávell!

Os petistas, que têm mestres marqueteiros, graduados e doutorados, devem estar se questionando, como a dizer “como fomos esquecer disso?”. E alguém pode gritar “chamem o João Santana, com urgência!” Ao que outro alguém, consternado, vai lembrar “o João Santana foi preso, não pode aparecer na nossa campanha”. Outro perseguido pela Justiça…

Afora o dado curioso da falha dos marqueteiros da campanha, importa reconhecer o grau crescente da temperatura do presente embate eleitoral, que, em qualquer outro país do mundo, condenado e preso, Lula não estaria tendo o papel de protagonista da campanha eleitoral, mas, sim, reduzido à sua condição de preso. Sim, investigado, acusado, condenado, preso por corrupção e formação de quadrilha, por sentença judicial. Ou seja, um inimigo do povo, um traidor da confiança do povo. E do povo mais simples, pobre, miserável, que ele continua enganando. E que continua acreditando nele. E se prestando a massa de manobra.

Alguém andou dizendo, na semana passada, que o pessoal do PT perdeu o poder, mas não perdeu o poder. Ou seja, o PT foi tirado do poder de governo, mas não perdeu o poder da mobilização, da organização, da capacidade do enfrentamento. Não admitem e não reconhecem terem sido os personagens centrais dos maiores escândalos de assalto aos cofres públicos de toda a História do Brasil. Aos olhos da serenidade e da prudência, esse povo do PT e dos partidos satélites da esquerda miram em seus objetivos da conquista da “pátria socialista”, que sofreu um golpe com a retirada da “companheira” Dilma do Palácio do Planalto e com a “perseguição” da Justiça a Lula, que o condenou, “sem provas” e o mandou para a cadeia, impedindo-o de ser candidato à Presidência da República. A quebra do País, a corrupção sistêmica, os treze milhões de desempregados é tudo coisa do Temer e invenção das elites. Lula é vítima…

O PT é o PT de sempre, desde sua criação, um partido socialista de esquerda radical, que, em seus treze anos de poder, apoiou, estimulou e financiou governos ditatoriais de esquerda, com a complacência das instituições da República e da própria sociedade brasileira. São conhecidos os casos em Cuba, Nicarágua, Bolívia, Venezuela e em países com ditaduras da África. E tudo pareceu normal. Hugo Chavez, presidente-ditador da Venezuela, ainda vivo, na primeira campanha de Dilma, em uma de suas seguidas estadas em Brasília para reuniões com Lula, não teve a menor preocupação em declarar, publicamente, seu apoio a Dilma. Foi coisa natural. Natural no mundo dos esquerdistas que pregam e querem a revolução socialista. Venezuela está lá com sua revolução socialista…

E a campanha eleitoral deste ano, com a candidatura de Fernando Lula Haddad, tem o compromisso de, vitoriosa, retomar o processo da socialização do governo brasileiro no que não foi possível completar com Lula e Dilma.

É o que explica o acirramento na crítica e no combate à candidatura do deputado Jair Bolsonaro, de direita. Com a estúpida conivência de candidatos de centro, que não aceitam a liderança do candidato do PSL. Eis o quadro a merecer preocupação.

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