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De repente, um maluco fanático quer americanizar nossa campanha eleitoral

A esquerda, com todos os seus horrores, chegou ao Poder pela via democrática, sem provocar qualquer trauma em nossa organização político-social, independentemente, do que tenha feito ou deixado de fazer, enquanto governou o País. Agora, por razões raivosas arma-se uma cruzada contra a possibilidade da direita, pela mesma via democrática, chegar ao Poder. Se agiu sozinho, ou não, esse maluco fanático de Juiz de Fora criou um precedente muito sério em nosso sistema eleitoral, eis que nunca, antes, se viu coisa parecida. É possível mesmo que esse criminoso amador tenha se inspirado na cultura estúpida da violência política americana, que matou os dois irmãos Kennedy, John e Robert, em plenas campanhas eleitorais, o primeiro, num desfile em carro aberto, e o segundo, na recepção a um hotel. Aqui, o fanático tentou matar o candidato Jair Bolsonaro, enquanto ele era carregado por uma multidão nas ruas da cidade mineira. É um tranco na campanha eleitoral, eis que, a partir desse precedente tresloucado, todos os demais candidatos podem correr risco semelhante, comprometido que fica o brilho da campanha eleitoral em nossa democracia, com o candidato participando do espetáculo de se misturar ao povo, em praça pública. O candidato, a partir de agora, precisará, por força das circunstâncias, ser mais comedido, mais resguardado, distanciando-se do calor do povo na rua.

Menos mal, que o criminoso fanático é um amador, um principiante, que não conseguiu materializar o seu intento, que, seguramente, era o de assassinar o candidato, para, com isso, ganhar, quem sabe, uma doentia notoriedade A despeito disso, mesmo com amadorismo esse criminoso, de 40 anos, provocou uma comoção social na população brasileira, porquanto a ameaça a vida de um candidato a presidente da República é uma ameaça às instituições democráticas do País, uma ameaça à nossa democracia, uma ameaça ao direito de manifestação do povo, nas ruas.

O ódio desse maluco é produto do meio a que ele pertence, seja qual for esse meio, eis que tal atitude é resultado de um sentimento de fanatismo, inspirado em ideologia extremada de esquerda, que, vendo-se impotente em conter o avanço do adversário na disputa pelo Poder, lança mão da inusitada violência em nosso meio, com o evidente propósito de tirar a vida do candidato da direita.

A campanha eleitoral pela Presidência da República levou, sim, um tranco, e um tranco ameaçador e perigoso, que leva todos os candidatos a repensar os seus respectivos procedimentos. O amadorismo do criminoso serviu, ao menos, para criar um alerta, para acender a luz amarela nesta e nas futuras campanhas eleitorais, eis que, embora o maluco fanático esteja a dizer que agiu por conta própria, seguramente não agiu, porque, sendo mercenário ou não, a sua atitude é, sim, resultado do meio a que pertence, onde buscou fortalecer o ódio para se encher da coragem do fanático, sem medir as consequências, do doente que se lança ao crime em busca de notoriedade. E ninguém faz tudo isso, sozinho. Ninguém desfralda uma causa, por conta própria. Ninguém se aventura ao abismo, por mero diletantismo. Há uma motivação, um grito de guerra, um encorajamento, que promete o céu, como são levados a acreditar os terroristas islâmicos.

O Brasil levou um susto. E esse susto alcança o mundo, na sua repercussão. Quem não sabia que o Brasil estava em processo eleitoral, está, agora, a prestar atenção no que está acontecendo e no que vai terminar esta campanha. É muito cedo para se avaliar qualquer efeito eleitoral, mas não é cedo para se avaliar a elevação da temperatura contra a ameaça da direita alcançar o Poder.

Só que a direita, representada pelo candidato Jair Bolsonaro, está a caminho da conquista do Poder, pelo apoio popular, rigorosamente, dentro das normas estabelecidas em nossa democracia. Por ser a direita, isso é proibido?…

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