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O que falta para Justiça fechar o comitê de Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba?

Aliás, o título da coluna até deveria ser “O que falta para a Justiça tratar Lula como um preso comum?” Cidadão que foi presidente da República jamais poderia estar sendo tratado com privilégios, como Lula vem sendo tratado pela Justiça. Quem foi presidente da República deveria ser um cidadão decente, honrado, acima de qualquer suspeita. Uma vez criminoso, condenado e preso, deveria ser tratado como um preso comum, numa penitenciária comum, eis que o cidadão comum, decente e honrado, não compreende como possa a Justiça assegurar tratamento privilegiado a quem traiu uma nação inteira, a quem comandou uma organização criminosa, como o seu partido, o PT. Mais, esse cidadão comum, decente e honrado, também não compreende como os tribunais superiores parecem não ter nada mais importante a tratar diante dos questionamentos intermináveis da defesa do criminoso Lula, feito, pela alucinação dos dirigentes de seu partido, candidato a presidente da República. Por sinal, esses alucinados dirigentes petistas se parecem seres extraterrestres, pois ignoram as leis e desconsideram a Justiça, proclamando um condenado e preso como inocente e perseguido político, que, feito por eles candidato, querem que faça campanha, que participe de debates na televisão, que ocupe o horário eleitoral, que começa nesta sexta-feira, fazendo de conta que o criminoso preso está no pleno direito de reivindicar todos os direitos de um cidadão de bem, que nada deve à Justiça.

Nunca, antes, na história deste País se viu coisa parecida. E, diante da insistência da defesa do criminoso preso, existe no ar um clima de risco deste criminoso preso, de repente, ser libertado pela Justiça, em nome de uma “plausibilidade” qualquer, como a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, liderada pelo ministro Dias Toffoli, fez com outro criminoso ilustre do PT, que também estava preso, e que agora está livre, leve e solto, com todos os direitos de um cidadão de bem, como se fora um deles. Sim, o ex-ministro José Dirceu, que se mantém filiado ao PT, até poderia estar em campanha, se candidato tivesse sido. Até vale a indagação de como Lula não lembrou dele para, no lugar de Haddad, ser José Dirceu o seu candidato a vice-presidente? Se tivesse lembrado, teria realizado o grande sonho da vida do criminoso e condenado José Dirceu, figura proeminente na organização criminosa do PT.

Os tribunais superiores não deveriam estar alimentando o sentimento do risco de uma insegurança jurídica, em relação ao criminoso preso Lula. Hoje, o TSE deve dizer que o criminoso preso Lula não tem direito ao uso do horário gratuito do rádio e televisão. Mas, já deveria dizer, também, até porque já deveria ter dito, que ele não é candidato, porque está com os direitos políticos cassados, pela condenação havida em segunda instância, de acordo com diploma legal pertinente ao assunto, em plena vigência.

Foge à compreensão do cidadão normal, decente e honrado, toda essa anomalia do proceder dos apoiadores e defensores do criminoso preso Lula, que transformou a sala da sede da Polícia Federal, em Curitiba, feita de prisão, em seu comitê eleitoral, num vai-e-vem diário de seus advogados e “advogados”, que, feitas as visitas, transmitem opiniões e orientações do criminoso preso.

Realmente, estamos vivendo um processo eleitoral atípico, inimaginável, absurdo. Como existe a “plausibilidade” de uma vitória eleitoral desse criminoso preso, é justo reconhecer a inquietação do cidadão de bem, decente e honrado, quanto ao risco desse criminoso preso ser libertado para fazer companhia ao seu amigo, irmão, parceiro no crime e nas condenações, José Dirceu. E, libertado, ser considerado cidadão comum, com todos os direitos, inclusive, o de ser votado e de vencer a eleição.

Vencer a eleição? Melhor considerar que não, melhor acreditar que o nosso povo, pela sua maioria, não enlouqueceu ainda. Sim, sim, melhor acreditar nessa última alternativa.

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