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A Sociedade Rural deveria organizar um evento nacional de apoio a Bolsonaro

O deputado Jair Bolsonaro já esteve em Ponta Grossa, na condição de pré-candidato a presidente da República, e teve uma recepção apoteótica, como, de resto, vem acontecendo em todo o Brasil. Como candidato, agora, tem pronunciado um discurso de confronto aberto com o MST e outros movimentos populares, tutelados pelo PT. No caso do MST, a posição de Bolsonaro é de defesa da segurança jurídica para o produtor rural, o que, com toda a certeza, tem sido comemorado pela classe do agronegócio.

Diante desse posicionamento singular do presidenciável do PSL, não custa provocar a Sociedade Rural dos Campos Gerais, no sentido de promover um evento, de caráter nacional, aqui em Ponta Grossa, de apoio à candidatura do deputado Jair Bolsonaro, como demonstração de reconhecimento a esse discurso enfático de combate a esse procedimento velhaco de invasões de propriedades, promovido pelo MST. Esse enfrentamento direto que Bolsonaro está a anunciar precisa de amplificação, de desdobramento, de mobilização mesmo da classe agropecuária, eis que é a primeira vez que se vê e ouve alguém adotando, publicamente, uma postura determinada e corajosa em defesa do direito a propriedade e de promessa firme de combate a esse movimento criminoso, que tanta intranquilidade tem levado ao campo.

A terra da revolução do Plantio Direto na Palha, criado e difundido no Brasil e no mundo pelo saudoso Manoel Henrique Pereira, o Nonô Pereira, e Franke Dijkstra, precisa criar um fato de relevo nessa cruzada que vem sendo anunciada pelo deputado Jair Bolsonaro, no curso da campanha eleitoral para a Presidência da República. Diante dos rumos das ações criminosas do MST e de tudo o que esse movimento já produziu de prejuízo e vandalismo em propriedades rurais Brasil afora, o grito de Bolsonaro merece ter um ato público dos produtores rurais de apoio e reconhecimento à pregação do ex-capitão do Exército, de amplitude nacional. Para tanto, porém, é preciso uma contrapartida de coragem e determinação, agora, da parte da entidade que representa os produtores rurais neste pedaço de chão do Brasil, os Campos Gerais, que provocou a maior revolução no sistema de plantio, em todo o mundo. E essa é uma missão para a Sociedade Rural dos Campos Gerais, que não pode, de repente, se esconder atrás de uma letra de seu estatuto, que diz que a entidade não pode se envolver em questão político-partidária. É que, no estatuto fático do MST, essa disposição não existe. Ou seja, a hora é especial para uma grande luta, dentro da Lei, em defesa dos interesses dos produtores rurais do Brasil. E que isso parta de Ponta Grossa.

Comodismo, neste momento, é indiferença, omissão, crime. E as circunstâncias são as mais favoráveis possíveis, eis que uma campanha eleitoral é um movimento cívico, que proclama a discussão dos grandes interesses nacionais. E, nesses grandes interesses nacionais, está a produção do campo, que responde pela sustentação do PIB. Quem sabe, de repente, a Sociedade Rural dos Campos Gerais, o Sindicato dos Produtores Rurais e mais as cooperativas agrícolas possam realizar a maior demonstração de apoio de uma classe a um candidato a presidente da República. A um candidato que, clara e abertamente, está assumindo a defesa do direito do produtor rural, no Brasil inteiro, de poder ter segurança jurídica, respeito ao direito de propriedade e tranquilidade para fazer o que mais sabe, trabalhar e produzir. Trabalhar e produzir pelo Brasil.

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