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Bolsonaro prega segurança jurídica para o produtor rural. Fala valente!

O deputado Jair Bolsonaro pregou, nesta quinta-feira, no interior de São Paulo a segurança jurídica para o produtor rural, reafirmando discurso da pré-campanha, em que sempre defendeu o direito a propriedade, combatendo as ações do MST, que considera, por sinal, uma organização criminosa. Mera constatação da realidade.

Ainda que a grande imprensa não dê o devido destaque a tal questão, é importante o registro e necessário o destaque eis que, desde o advento do PT, trazendo na esteira o MST e outros movimentos do gênero, é a primeira vez que se ouve, com firmeza e determinação, um candidato a presidente da República ser claro e objetivo na defesa do produtor rural, proclamando a necessidade da segurança pública, de modo a fazer valer o direito a propriedade, que parece ter sido revogado, pelas ações criminosas do MST, eis que os líderes desse movimento fazem seus comandados invadir a propriedade de quem bem entendem, impunemente. Invadem, depredam o que encontram pela frente na propriedade invadida, roubam e matam animais, obrigando o proprietário da terra a buscar na Justiça o direito a retomada do que lhe pertence, em meio a um tempo sempre sem pressa no cumprimento da determinação judicial. Depois de tudo isso, a polícia consegue negociar com os invasores sua retirada da área, sem que ninguém seja punido. E o prejuízo fica para o proprietário, que, por incrível que pareça, se dá por satisfeito, por poder retomar a propriedade. A que ponto chegamos!

Aqui no Paraná, esse povo do MST invadia praças de pedágio, ao tempo dos governos de Roberto Requião, enquanto a Polícia Militar, a uma média distância, ficava a observar as ações de vandalismo, sem permissão para qualquer ação repressiva. Por incrível que pareça, havia até um assessor de Requião, chamado Acir Mezzadri, que se fazia presente em tais invasões, dando cobertura à ação criminosa.

Por isso, mesmo, o discurso do candidato do PSL à Presidência da República merece atenção, pela singularidade de pregar, simplesmente, a defesa da Lei e do Direito, o que deve, seguramente, ter significado música aos ouvidos dos produtores rurais, porquanto Bolsonaro rompe o convencionalismo da omissão de governantes, que tratam ações criminosas de invasores de áreas rurais e áreas urbanas, pelos movimentos originários do PT, como questões sociais, que exigem do poder público tratamento conciliatório, numa escandalosa e covarde inversão de valores.

É esse discurso afirmativo do candidato Jair Bolsonaro que apavora as esquerdas e levanta indagações da direita quanto às razões do crescimento da candidatura do ex-capitão do Exército. Parece não haver mistério nesse fenômeno chamado Jair Bolsonaro, pois, ele simplesmente encarnou o sentimento de indignação do cidadão de bem, do cidadão comum, do brasileiro simples e trabalhador contra as esquerdas e a roubalheira que se instalaram no Brasil. Em palavras mais objetivas, Bolsonaro não é esquerda e não é ladrão. E, aí, surgem as acusações de ser da direita e representar uma ameaça à democracia. Quer maior ameaça à nossa democracia do que as ações dos governos do PT, dos tentáculos lançados em todos os compartimentos estratégicos de nossa organização social e política? Basta se olhar no que foi transformado o Supremo Tribunal Federal. Instituição criada para assegurar o respeito à Constituição e à Lei, hoje é a expressão da insegurança jurídica no Brasil.

Ser esquerda e corrupto parece ter virado moda, com direito de apontar o dedo para quem é de direita. Pois, se os governos de esquerda vilipendiaram a Constituição e a Lei, que se apresente a direita para restaurar o respeito à Constituição e à Lei, falando e pregando o que o povo quer ouvir e espera acontecer. Nesse imenso vazio de liderança afirmativa, que se preste atenção na candidatura do deputado Jair Bolsonaro.

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