O que falta para Justiça fechar o comitê de Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba?

Aliás, o título da coluna até deveria ser “O que falta para a Justiça tratar Lula como um preso comum?” Cidadão que foi presidente da República jamais poderia estar sendo tratado com privilégios, como Lula vem sendo tratado pela Justiça. Quem foi presidente da República deveria ser um cidadão decente, honrado, acima de qualquer suspeita. Uma vez criminoso, condenado e preso Continuar lendo O que falta para Justiça fechar o comitê de Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba?

O povo acreditou em Collor em 89, em Lula em 2002 e, agora, aposta em Bolsonaro

O brasileiro saiu às ruas em 89, apostando que a promessa de combate a corrupção, no discurso do caçador de marajás, seria cumprida, pelo candidato que encantou multidões, Fernando Collor de Mello. Entretanto, o primeiro presidente civil, eleito democraticamente, depois do regime militar, não soube ser o estadista que se anunciava na campanha Continuar lendo O povo acreditou em Collor em 89, em Lula em 2002 e, agora, aposta em Bolsonaro

Bolsonaro ensina a Bonner e Renata, da Globo, que a melhor defesa é o ataque

A Rede Globo vem mantendo uma tradição, nas campanhas eleitorais, de entrevistar os candidatos a cargos majoritários em seus telejornais, especialmente, no Jornal Nacional, principal informativo da emissora, os candidatos, melhor situados em pesquisas, à Presidência da República. Entretanto, os apresentadores do Jornal Nacional, William Bonner e Patrícia Poeta Continuar lendo Bolsonaro ensina a Bonner e Renata, da Globo, que a melhor defesa é o ataque

As esquisitices das posições dos candidatos locais, nas composições interesseiras que fazem – II

A desmoralização do quadro partidário é consequência do oportunismo da nova classe política, surgida a partir do fim do regime militar, na ânsia de liberdade e do voto livre, de vereador a presidente da República. Continuar lendo As esquisitices das posições dos candidatos locais, nas composições interesseiras que fazem – II

Eleição é um processo passional. É o que explica o mito Bolsonaro

Estamos a assistir uma campanha eleitoral atípica, com o surgimento de um mito que está a desestabilizar a esquerda e a direita. O desespero da esquerda fica por conta do que o mito representa um grande e perigoso inimigo declarado; e a direita, que o combate, é porque quer a eleição de um outro representante seu, menos radical e, talvez, mais preparado. Continuar lendo Eleição é um processo passional. É o que explica o mito Bolsonaro

As esquisitices das posições dos candidatos locais, nas composições interesseiras que fazem – I

Ninguém acredita em partido político, pois, de entidade fundamental na sustentação da democracia, nossos políticos o transformaram em verdadeiros balcões de negócios, de acordo com as conveniências de cada um. E disso participa boa parte de nossos políticos locais, inclusive e especialmente, candidatos nesta campanha eleitoral. Continuar lendo As esquisitices das posições dos candidatos locais, nas composições interesseiras que fazem – I

A Sociedade Rural deveria organizar um evento nacional de apoio a Bolsonaro

O deputado Jair Bolsonaro já esteve em Ponta Grossa, na condição de pré-candidato a presidente da República, e teve uma recepção apoteótica, como, de resto, vem acontecendo em todo o Brasil. Como candidato, agora, tem pronunciado um discurso de confronto aberto com o MST e outros movimentos populares, tutelados pelo PT. No caso do MST, a posição de Bolsonaro é de defesa da segurança jurídica para o produtor rural, o que, com toda a certeza, tem sido comemorado pela classe do agronegócio.
Diante desse posicionamento singular do presidenciável do PSL, não custa provocar a Sociedade Rural dos Campos Gerais, no sentido de promover um evento, de caráter nacional, aqui em Ponta Grossa, de apoio à candidatura do deputado Jair Bolsonaro, como demonstração de reconhecimento a esse discurso enfático de combate a esse procedimento velhaco de invasões de propriedades, promovido pelo MST. Esse enfrentamento direto que Bolsonaro está a anunciar precisa de amplificação, de desdobramento, de mobilização mesmo da classe agropecuária, eis que é a primeira vez que se vê e ouve alguém adotando, publicamente, uma postura determinada e corajosa em defesa do direito a propriedade e de promessa firme de combate a esse movimento criminoso, que tanta intranquilidade tem levado ao campo.
A terra da revolução do Plantio Direto na Palha, criado e difundido no Brasil e no mundo pelo saudoso Manoel Henrique Pereira, o Nonô Pereira, e Franke Dijkstra, precisa criar um fato de relevo nessa cruzada que vem sendo anunciada pelo deputado Jair Bolsonaro, no curso da campanha eleitoral para a Presidência da República. Diante dos rumos das ações criminosas do MST e de tudo o que esse movimento já produziu de prejuízo e vandalismo em propriedades rurais Brasil afora, o grito de Bolsonaro merece ter um ato público dos produtores rurais de apoio e reconhecimento à pregação do ex-capitão do Exército, de amplitude nacional. Para tanto, porém, é preciso uma contrapartida de coragem e determinação, agora, da parte da entidade que representa os produtores rurais neste pedaço de chão do Brasil, os Campos Gerais, que provocou a maior revolução no sistema de plantio, em todo o mundo. E essa é uma missão para a Sociedade Rural dos Campos Gerais, que não pode, de repente, se esconder atrás de uma letra de seu estatuto, que diz que a entidade não pode se envolver em questão político-partidária. É que, no estatuto fático do MST, essa disposição não existe. Ou seja, a hora é especial para uma grande luta, dentro da Lei, em defesa dos interesses dos produtores rurais do Brasil. E que isso parta de Ponta Grossa.
Comodismo, neste momento, é indiferença, omissão, crime. E as circunstâncias são as mais favoráveis possíveis, eis que uma campanha eleitoral é um movimento cívico, que proclama a discussão dos grandes interesses nacionais. E, nesses grandes interesses nacionais, está a produção do campo, que responde pela sustentação do PIB. Quem sabe, de repente, a Sociedade Rural dos Campos Gerais, o Sindicato dos Produtores Rurais e mais as cooperativas agrícolas possam realizar a maior demonstração de apoio de uma classe a um candidato a presidente da República. A um candidato que, clara e abertamente, está assumindo a defesa do direito do produtor rural, no Brasil inteiro, de poder ter segurança jurídica, respeito ao direito de propriedade e tranquilidade para fazer o que mais sabe, trabalhar e produzir. Trabalhar e produzir pelo Brasil.

Bolsonaro prega segurança jurídica para o produtor rural. Fala valente!

O deputado Jair Bolsonaro pregou, nesta quinta-feira, no interior de São Paulo a segurança jurídica para o produtor rural, reafirmando discurso da pré-campanha, em que sempre defendeu o direito a propriedade, combatendo as ações do MST, que considera, por sinal, uma organização criminosa. Mera constatação da realidade. Continuar lendo Bolsonaro prega segurança jurídica para o produtor rural. Fala valente!

Com o apoio de Marcelo, Plauto e Sandro, campanha de Ratinho, aqui, será uma festa

A campanha do deputado Ratinho Júnior faz lembrar, de certa forma, a campanha do senador Álvaro Dias, em 86, para o governo do Estado, quando mais passeou do que fez campanha pelo Paraná, tal era o seu favoritismo, diante de seu principal concorrente, o então deputado federal Alencar Furtado. Continuar lendo Com o apoio de Marcelo, Plauto e Sandro, campanha de Ratinho, aqui, será uma festa

Ibope confirma favoritismo de Ratinho sobre Cida, por 33 a 15

É verdade que a campanha praticamente começou, mas é verdade, também, que a campanha só tem mais quarenta dias. Significa que os números da pesquisa IRG/Bem Paraná, que deu 45% para Ratinho, 20,2% para Cida e 7,1% para Arruda, são confirmados, agora, na proporcionalidade, pela primeira pesquisa do Ibope, que confere 33% a Ratinho, 15% para Cida e 5% para Arruda. São números que indicam uma possibilidade de que a eleição, no Paraná, possa, de fato e de novo, ser decidida no primeiro turno, dado o favoritismo do candidato Ratinho Júnior. Se as pesquisas favorecem essa avaliação, em relação ao deputado Ratinho Júnior, de outro, confirmam o desempenho sofrível da governadora Cida Borghetti, e uma imprevisão quanto ao deputado João Arruda, com os seus 7,1 e 5, respectivamente, nas duas pesquisas. Números que indicam o bafejamento do tio, o senador Roberto Requião, que o lançou, de última hora, na corrida para o Palácio Iguaçu, diante da necessidade de possuir um palanque para alavancar sua campanha à reeleição ao Senado, diante da desistência do ex-senador Osmar Dias.
Aliás, a desistência de Osmar Dias não produziu nenhuma consequência nas pesquisas, não se sabendo para onde foi o seu eleitorado, pois, pelas pesquisas de antes dos prazos eleitorais, Osmar andava no retrovisor de Ratinho. Osmar saiu, Ratinho continua com números avantajados e seus concorrentes bem mais atrás. Ou os eleitores de Osmar estão escondidos, ou as pesquisas não foram muito fiéis nos números de antes. Osmar, que nunca teve uma afirmação como líder político, saiu e o quadro eleitoral dá mostras de não ter sofrido qualquer abalo. É como se a pré-candidatura de Osmar nunca tivesse existido.
Os apoiadores de Cida Borghetti e de João Arruda festejam os números dos dois nas pesquisas, enfatizando que Cida teve um grande salto e que Arruda, lançado de última hora, já apresenta um percentual razoável, o que indica que os dois têm muito a crescer. Se Cida e Arruda têm muito a crescer, há que ser verdade também que o deputado Ratinho Júnior tem, igualmente, um crescimento à vista, o que remete para a possibilidade real de a eleição ser decidida, sim, no primeiro turno.
E a perspectiva de crescimento de Ratinho é muito mais favorável do que a perspectiva para seus dois principais concorrentes, eis que a campanha de Ratinho já começa a exibir as primeiras cores da vitória, enquanto as campanhas de Cida e Arruda preservam a imagem de concorrentes distantes do primeiro colocado. E é bom lembrar que, no crescimento da campanha de Ratinho, haverá um esvaziamento da campanha de Cida, eis que a cerca que separa as campanhas de Cida e Ratinho já foi arrebentada, sendo claramente previsível que haverá uma corrida de deputados e candidatos do PSDB e do DEM, que estão na coligação de Cida, para a campanha de Ratinho. Ninguém gosta de perder eleição. Da mesma forma, deputado nenhum gosta de perder a reeleição. Esse temor é o grande atrativo para a campanha de Ratinho. O deputado Valdir Rossoni, do PSDB, já fez isso, nesta semana.
E, nesse quadro, é possível que um crescimento do deputado João Arruda se cruze com uma queda da campanha da governadora Cida Borghetti, sem qualquer previsão de que um dos dois possa, de alguma forma, ameaçar o favoritismo do candidato do PSD.
Além do mais, o deputado Ratinho Júnior é o único dos três concorrentes que se preparou para ser governador do Paraná, estudou, viajou, pesquisou e demonstra, assim, ser o que reúne as melhores condições de vitória do pleito deste ano.