Plauto, fiel aliado de Beto, mas mais fiel representante do povo, que Beto agride

O governador Beto Richa repete, no Paraná, o governo de Dilma Rousseff, no Brasil. Dilma quebrou o Brasil e, agora, quer que o brasileiro pague a conta de sua irresponsabilidade. Por aqui, Beto, de certa forma, quebrou o Paraná, e quer que o paranaense, que também é brasileiro, pague a conta de seu desgoverno. Ou seja, o paranaense, por ser brasileiro, está sendo explorado, duplamente, por conta de governantes incompetentes, que, diante de dificuldades em seus respectivos governos, se valem, sem o menor constrangimento, da medida que se lhes apresenta como mais fácil, avançar no bolso do contribuinte. É como se o contribuinte, paranaense e brasileiro, fosse o culpado pelos desajustes das contas do Paraná e do Brasil. É preciso prestar atenção no governador Beto Richa.
Há, nesse devaneio de Beto Richa, um dado sintomático a denunciar o seu desrespeito para com o cidadão paranaense. Aliado de primeira hora de Beto e, pelo seu grau de amizade, tido até como irmão de Beto, o deputado Plauto Miró Guimarães Filho levantou sua voz para protestar contra a onda de aumento de impostos do governo de seu amigo, de seu irmão, anunciando que não votará mais aumento de imposto. E, com isso, está virando símbolo da resistência contra essa ganância desmedida do Palácio Iguaçu em avançar no bolso do contribuinte paranaense. Tanto, assim, que um grupo de 16 entidades esteve na Assembleia Legislativa, na última quinta-feira, para entregar ao deputado Plauto um manifesto contra o governo do Estado. Um manifesto intitulado “Menos tributo, mais respeito”. Se Dilma mentiu na campanha, pela sua reeleição, Beto mentiu aqui, também, porque proclamou que “a casa estava em ordem” e que “o melhor está por vir”. Como Dilma, iniciou seu segundo governo, partindo para cima do contribuinte, porque precisava fazer um ajuste nas contas do governo. Do governo que ele próprio comandou, que não fez obras, que não pagou fornecedores do Estado, que deixou uma herança maldita e cuja maldição está sendo jogada, agora, para cima da população.
Beto, se encontrou o Estado quebrado em seu primeiro governo, deveria ter contado isso para o Paraná, até porque teria mais autoridade para pedir o sacrifício do povo, para promover o tal ajuste fiscal. Como não fez essa denúncia, é válido acreditar que ele próprio quebrou o Estado, em seu primeiro governo, tendo que nomear, inclusive, três secretários para a titularidade da Secretaria das Finanças. Algo incomum .
E, aí, em seu segundo governo, traz um burocrata de fora, como se no Paraná não existisse um profissional competente, para, com mão de ferro, comandar a Secretaria das Finanças. Melhor, para promover um arrocho nas finanças do cidadão paranaense para equilibrar as contas do governo. Como esse cidadão de fora não tem compromisso com a sensibilidade social, vai continuar empenhado em fazer a sua tarefa até onde for possível. No instante em que não tiver condições de avançar mais no projeto de encher o caixa do governo às custas do sangue e do suor do paranaense, pega sua mala e vai embora do Paraná.
Dilma não faz mais pronunciamento na televisão, por medo da reação popular. Por aqui, Beto visita municípios no interior sem aviso prévio, por medo da reação dos servidores estaduais, especialmente, dos professores, contra quem colocou a polícia do Estado para uma nunca vista antes batalha campal. Um ato de covardia do secretário que nomeou para a Segurança Pública. E que já faz parte da história.
E contra a excessiva ganância do governador, do secretário importado, do próprio governo se ergue, corajosa e valentemente, o deputado Plauto Miró Guimarães Filho. Fiel aliado do governo, mas mais fiel representante do povo, agredido e desrespeitado por Beto.

Um comentário em “Plauto, fiel aliado de Beto, mas mais fiel representante do povo, que Beto agride”

  1. Gostei da atitude do plautoaue ficou “meio” indignado. Mas gosto mais do Pauliki que ficou “por inteiro” indignado porque tem sido contra os pacotaços deste o início desta gestão e não somente agora

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