As pessoas parecem anestesiadas, diante de tanta corrupção. É como se tudo fosse normal

A eleição acontece, neste domingo. E é preciso salvar o Brasil desse grupo do PT que conseguiu banalizar a prática da corrupção, em seus três períodos de governo. Uma vitória da presidente Dilma, neste domingo, seguramente, representará um risco para a normalidade democrática em nosso País, porque, sem sombra de dúvidas, a continuidade da corrupção, instalada e já enraizada no poder central da República, vai nos levar a uma crise institucional. A edição da revista Veja deste final de semana haverá de servir de argumento, inclusive, para a censura à Imprensa. Que vem sendo tentada, ao longo desse governo de Dilma. E que só não foi para a frente, porque a própria Dilma segurou, pensando em sua reeleição.

Sem paixão, confesso estar perplexo com boa parte da sociedade brasileira, que dá mostras de não refletir, de não se preocupar com essa barbaridade que está acontecendo em nosso Brasil, afora as questões do mau gerenciamento do governo, da volta da inflação. Prefiro me aprofundar, aqui, no aspecto moral, da decência administrativa, do respeito ao dinheiro público. É claro que não foi o PT que inaugurou a corrupção em Brasília, fundada, aliás, na própria corrupção, como é sabido. Entretanto, a corrupção desses três períodos de governo do PT se agigantou, se escancarou, se espraiou pelo País inteiro, envolvendo órgãos da administração direta e da administração indireta. A regra parece indicar que onde está um petista comandando, ou um aliado do governo, ali a corrupção está presente. E são mais de vinte mil cargos. Ou seja, o que se sabe é muito pouco da extensão da corrupção, em si.

É, por isso, que a eleição deste domingo se reveste de importância histórica, porque a mudança é indispensável que aconteça, que prevaleça, que surja das urnas. Além do que se preconiza no regime democrático que a alternância dos partidos no poder é salutar, por dar vigor e força ao próprio regime, no nosso caso presente, essa alternância é um imperativo, dadas as circunstâncias sabidas. O PT ultrapassou todos os limites razoáveis e possíveis da improbidade, da imoralidade, da corrupção. Seus antigos dirigentes foram denunciados, condenados e presos. E, a despeito de tudo isso, o PT não se redescobriu e gente da nova direção está, agora, sendo acusada, apontada como envolvida no mesmo tipo de desvio de dinheiro em que operavam os dirigentes condenados e presos.

É, em nome da busca do restabelecimento da dignidade pública, que o voto no senador Aécio Neves é um imperativo de cidadania, de honestidade, de honradez. Vale repetir o que já se disse, neste espaço, que o senador Aécio Neves não é nenhum santo para ser levado aos altares, mas está muito longe de ser um canalha, um quadrilheiro, um assaltante do dinheiro público. Aécio, com todas as imperfeições do ser humano, é um homem público digno, honesto e honrado, com uma história de vida digna, honesta e honrada.

É a luta do bem contra o mal. Pois, que vença o Bem. E que a vitória seja a vitória de um Brasil digno, honesto e honrado.

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